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Archive for maio \24\UTC 2009

Olá amigos, como havia prometido, está aqui a prova (questões) da Prova de Mestrado em Educação Brasileira da UFC, eixo temático: Tecnologias Digitais na Educação. Como sabem são duas questões abertas, dissertativas. A primeira refere-se a linha de Pesquisa Curriculo e Ensino e a segunda é específica da área escolhida. (formação de professores, ensino da matemática, curriculo ou tecnologias digitais na Educação). Fiz a prova hoje, foi supercansativo, pois foram quatro horas seguidas de tensão (contra o tempo). Foram oito laudas de esforço. Quem sabe dessa vez eu consigo…

A primeira questão (principal) Como é possível conceber e articular as referidas dimensões (ENSINO e CURRÍCULO) em função das finalidades do processo educativo (APRENDIZAGEM). Justifique-se.

2a questão: Eixo Temático: Tecnologias digitais na Educação

Considere o papel da tecnologia na sociedade contemporânea e os inúmeros esforços empreendidos para a utilização das tecnologias digitais na educação, seja por meio de políticas públicas ou por organização da sociedade civil. Discorra sobre suas limitações e potenciais pedagógicos à luz de formulações teóricas recentes”.

Eu particularmente, achei muita parecida com a prova do ano passado, mas exigiu mais conhecimento específico, por exemplo, se analisarmos bem, a pergunta se destricha em quatro (papel da tecnologia/políticas públicas de inclusão digital/limitações e potencialidades das tecnologias . Bom, vamos ver, o resultado sai em média dentro de 20 dias… Quem quiser ter acesso às outras áreas, deve procurar a livraria que fica na cantina do Centro de Humanidades da UFC, inclusive tem dos anos anteriores. Para quem, fez boa sorte, para quem não fez, pelo menos sabe o que caiu…

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Fonte: Marcos Elias, publicado no GdH (Guia do Hardware)

O Geocities, antigo e popular serviço de hospedagem grátis, chega ao fim neste ano. O Yahoo, que adquiriu o serviço em 1999, anunciou que ele será descontinuado, e não estão aceitando novos cadastros. O Geocities, apesar das várias limitações e recursos ultrapassados, já foi muito usado. Foi a porta de entrada para muita gente no ramo de sites pessoais, bem antes dos blogs aparecerem. O serviço existe desde 1994. O Yahoo postou um texto no sistema de ajuda, orientando os usuários atuais, e promete mais detalhes para breve. Como não poderia deixar de ser, recomendam o serviço de hospedagem paga do Yahoo. Um dos motivos alegados é baixa procura atualmente. Também, com tantas limitações, quem gostaria do serviço? A pior limitação era com relação ao limite de transferência de dados: era comum que os sites ficassem várias horas fora do ar caso fossem muito acessados num curto espaço de tempo. No lugar do site ficava uma mensagem falando para voltar mais tarde. Algo chato e muito desagradável.

Mais informações no site de ajuda do Yahoo: http://help.yahoo.com/l/us/yahoo/geocities/geocities-05.html

É uma pena, porque para nós professores, era uma forma gratuita de hospedagem de sites escolares. Um dos atrativos do Geocities era a facilidade de publicação, enfim, alguém tem outra sugestão de hospedagem gratuita e fácil?

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Este artigo foi publicado na Revista Espírito Livre nº2. Não deixem de acompanhar esta publicação mensal, na área de TI, composta por uma equipe altamente qualificada e competente, de forma acessível.

Fazendo as pazes com o bicho-papão: a matemática e o SL por Sinara Duarte

A matemática, para a maioria, das pessoas, é o bicho-papão, pois é a disciplina que mais apavora, que mais reprova. Estima-se que em um universo de cem reprovações, 70% por cento, aproximadamente, são atribuídas a essa disciplina, o que demonstra o fracasso do ensino da matemática nas instituições escolares brasileiras.
O reflexo da precariedade do ensino brasileiro foi mostrado no PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos (2000) – onde os estudantes brasileiros ficaram na última colocação na prova de matemática concorrendo com outros trinta países.
Na escola a matemática é vista como vilã, ao mesmo tempo que eterniza os gênios. Todo mundo lembra da infância, daquele aluno, com cara de nerd, que sabia tudo de matemática, fazendo “ares de doutor” sem ter sequer completado o ensino fundamental (antigo 1º grau). Infelizmente ainda hoje, predomina no ideário coletivo, que a aprendizagem da matemática é para poucos afortunados que nasceram com este dom, quando na verdade, já nascemos programados para aprender matemática. Como assim?
Que a matemática, está em todo lugar, isso já sabemos, não apenas na fatura do cartão de crédito, no desconto do Imposto de Renda, no alinhamento das rodas de seu carro, mas indiretamente, também fazemos cálculos inconscientemente. Mesmo até os mais avessos a matemática, utiliza essa habilidade corriqueiramente sem perceber.
Exemplificando: Quem teve a dádiva de ser pai ou mãe, ou mesmo ficou observando uma criança dar seus a primeiros passos, percebe a hesitação da mesma, quando encontra um obstáculo em seu caminho: uma poça de água ou uma calçada mais alta. Neste momento, a criança hesita, pois seu cérebro ainda em formação, enfrenta uma situação nova na qual não está habituada. No caso de  cérebro adulto, este é capaz dentro de uma fração de segundos, como uma poderosa máquina de calcular, relacionar a distância a partir de seu campo de visão (comparação) até o obstáculo, calcular o ângulo (trigonometria) necessário  para dar o passo, calcular a força necessária para a impulsão (física), o risco envolvido (probabilidade: eu caio ou não?) para por fim, definir qual a melhor estratégia: dar a volta ou tentar pular a poça de água assim mesmo.
Neste simples exemplo comum, a maioria dos humanos, que é o ato de caminhar, nós temos diversas habilidades matemáticas que são requeridas, que no infante, ainda não são tão bem desenvolvidas, daí as quedas e tombos constantes na primeira infância. Com o tempo, após alguns erros, acertos e cicatrizes no joelho, a criança já compreende e guarda na memória essas “habilidades matemáticas”, deixando pais e avós menos aflitos.
Outro exemplo, são os feirantes que pouco frequentaram as escolas tradicionais, mas sabem “de cor” fazer cálculos envolvendo álgebra, percentagem e aritmética. É na luta pela sobrevivência que tais pessoas  desenvolvem formas específicas de raciocínio matemático.
Se a matemática é algo tão simples, até mesmo as populações sub-escolarizadas, porque nas escolas, ouvimos tanto o discurso: “Eu odeio a matemática” ou “Eu não consigo aprender matemática”.
A maioria dos alunos, trazem consigo concepções errôneas a respeito do ensino da matemática, recheadas de medos e tabus. Não é objetivo deste artigo, debater as causas desse fracasso até porque já existe na literatura, bastante material a esse respeito, de artigos a teses de doutorado. Nosso intuito é apresentar a pais e educadores uma alternativa, visto que o mundo livre apresenta excelentes softwares de apoio à pesquisa e ao ensino da Matemática. Todavia, no Brasil, a utilização da tecnologia livre, principalmente nas escolas, ainda é modesta, na maioria das vezes, por falta de divulgação.
Assim, o objetivo deste artigo além de advogar em prol da matemática, redimindo sua culpa, é também difundir o uso de ferramentas livres no ensino da matemática para crianças no ensino fundamental. Noutra oportunidade falaremos de softwares livres que auxiliam para a aprendizagem da matemática para alunos do ensino médio e acadêmicos.
Na infância, uma das principais dificuldades é a aprendizagem da tabuada. A maioria dos alunos até que compreende as operações fundamentais (adição, subtração, multiplicação e divisão) com unidades e dezenas sem muitos problemas, mas tem dificuldade em memorizar a tabuada.
Há poucos anos atrás, era comum os professores utilizarem palmatórias para dar “bolos” nas mãos daqueles que não sabiam a tabuada na ponta da língua. Atualmente, o instrumento de tortura mudou, mas a prática continua se perpetuando em sala de aula, por meio de “chapéus de burro” ou sabatinas.
A sabatina é a prática, diga-se inútil, de cobrar a aprendizagem da tabuada oralmente, de traz para frente, de frente para traz, expondo muitas vezes, a criança ao ridículo quando esta erra. Muitas vezes, a criança até sabe, mas o medo de estar diante de um público (seus amigos), a pressão do tempo e a cobrança do professor fazem com que o aluno se desespere (o famoso brancão) e faça da matemática, um bicho de sete cabeças, ops, quer dizer de 10 cabeças.
Não existe uma opinião unânime no meio educacional. Uns são contra a memorização da tabuada, outros são a favor. Particularmente, acredito que é fundamental compreender a tabuada, visto que se souberem a “maledita” de cor, poderão ser mais ágeis ao resolver as situações-problema envolvendo principalmente a multiplicação e divisão. Uma vez compreendido, a tabuada pode, aos poucos, ser memorizada sem traumas. O que não se pode admitir, em pleno século XXI, é o aluno ficar recitando uma ladainha de números, fórmulas, sem terem entendido o significado.
Com o advento da Informática Educativa aliada ao movimento do Software Livre, desenvolvedores de todo mundo começaram a programas específicos para o ensino da matemática, direcionada para o público infantil que recreiam, divertem e educam ao mesmo tempo. Como o espaço é curto, vamos nos ater a apenas um software por mês, mas esse tema dado continuidade posteriormente.
Um software capaz de divertir e ao mesmo tempo ensinar é o Tux math of Command, ou simplesmente, Tuxmath pertencente ao projeto Tux4kids (http://tux4kids.alioth.debian.org/index.php). Este software educativo apresenta o mesmo estilo do clássico jogo arcade para Atari, Missile Command, (se tiver mais de trinta anos vai lembrar) que tornou-se febre nos anos 80. O objetivo do jogo é impedir que as bombas atinjam as construções de uma cidade sob ataque.

No Tuxmath o raciocínio é o mesmo, só que as bombas são  na verdades “operações matemáticas” que serão destruídas somente se o jogador acertar o cálculo. Ao aparecer a bomba, ou melhor, o probleminha a criança necessita digitar o número correspondente a resposta para se defender. Por exemplo 4 x 3, digita-se a resposta (12) e tecla o ENTER. Como a resposta está correta, dispara-se um feixe de raio laser destruindo-a. Caso estivesse errada, o raio vai em outra direção, e sinto muito, será uma construção a menos no planeta Linux, deixando o Tux bem chateado.

Da mesma forma do videogame, a dificuldade vai aumentando à medida que o jogador passa para um nível superior. A cada vitória mudam-se os cenários, a velocidade e a quantidade das continhas. Não existe a possibilidade de pausar o jogo, nem controle de velocidade apenas no módulo de treinamento. Aciona-se a pausa na letra P.
No treinamento é possível escolher entre tabuada de somar, subtrair, multiplicar ou dividir, inclusive desde a versão 1.5.8 já vêm a possibilidade de trabalhar com números inteiros (números negativos e positivos), conteúdo das séries terminais. Ressalta-se que já saiu a versão 1.7.0 (beta).
Os níveis de dificuldade são divididos por patentes. Do cadete especial, nível mais fácil ao especialista, nível mais aprofundado. Para finalizar  usa-se o ESC. Apesar de bem simples, atrai as crianças e adultos por seu visual e sons que lembra um game. Existe também um hall da fama, com um ranking dos melhores jogadores.
A versão estudada (1.5.8) não apresenta muitas funcionalidades, nem apresentou bugs. Agora um aspecto que merece ser destacado é a ausência de violência. Mesmo perdendo o jogo, ou seja, tendo seu iglu bombardeado, os amigos do Tux não morrem, apenas se retiram calmamente sem demonstrações sanguinolentas de chacina animal. (O Greenpeace agradece!) E a medida que o aluno vai acertando, existe a possibilidade dos amigos do Tux serem repatriados e ganhar novamente seu iglu.
Sob licença GPL, este software já foi traduzido para o português do Brasil (PT_BR) além de outras línguas como espanhol, francês, árabe, dentre outras. Possui versão para Linux, Windows e MacOSX. Ideal para crianças de 6 a 12 anos, que já compreendem os conceitos aritméticos, mas apresentam dificuldade na memorização da tabuada.
Esse ano, Tuxmath quanto seus fraternos Tuxpaint e Tuxtype foram classificados para participar do Google Summer of Code, um programa que paga bolsas (US$ 4000) para estudantes do mundo todo, trabalharem em projetos de código aberto e software livre durante as férias do verão americano (daí o nome). Sugestões e melhorias para estes softwares podem ser enviadas pelo site oficial do evento. (http://googlesummerofcode.blogspot.com)
Enfim, como vimos o Tuxmath, é apenas um dentre dezenas de softwares que podem ser utilizados na educação matemática.
Quem gosta do tema e não quiser esperar pelos próximos números,  pode conhecer o trabalho de conclusão do curso do Professor Ricardo Pinheiro.   Sua monografia com o título “Software livre e Matemática: Opções de pesquisa e ensino apresentou uma pesquisa de mais de 100 softwares livres para o ensino da matemática. Ta muito organizado, bem escrito, numa linguagem clara, vale a pena ler. Seu trabalho na integra está hospedado no seu blog pessoal Estudio da Introspecção (http://estudiodaintrospeccao.blogspot.com) no qual também disponibiliza a monografia completa no formato PDF.
Enfim, o mundo do software livre apresenta diversas possibilidades educativas de utilização do computador na educação. Aqui apresentou-se apenas a ponta do iceberg, pois a cada dia, cresce o interesse do público em geral por jogos computacionais, e por que não aliar o útil ao agradável? Por que não aliar conhecimento com divertimento? Por que a matemática tem que ser chata? Por que não utilizar o software livre na educação ?
É notório que o uso do computador aumenta o interesse dos alunos  tornando-se mais concentrados, mais receptivos, curiosos, tendo prazer em realizar as atividades escolares. Todavia, é  importante destacar que o uso de jogos computacionais na educação formal, não substitui as aulas convencionais, mais complementa o ensino dos conceitos teóricos de Matemática aprendidos nas salas de aulas.
Ensinar Matemática é  muito mais do que apenas decorar fórmulas e resolver problemas, é desenvolver nos educando, o raciocínio lógico, estimulando o pensamento abstrato, a concentração e a curiosidade. Compete a nós, educadores, pais, estudiosos, curiosos desse assunto procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem mais principalmente incentivar em nossas crianças o espírito e o gosto pela liberdade!

Como referenciar: ROCHA, Sinara Duarte. Fazendo as pazes com o bicho-papão. In Revista Espírito Livre edição Online. Ano I. nº2. maio/2009. Disponível em http://www.revista.espiritolivre.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=2> Acesso em DD/MM/AA

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E o software livre vai às telas! O documentário INproprietário ( 30 minutos) fala sobre as origens do Software Livre é o resultado do trabalho de conclusão do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário FIEO, produzido pelo Daniel Bianchi e Johnata Rodrigo. Contém várias entrevistas, de algumas personalidades bem conhecidas do mundo do SL, visando explicar o que é o Software Livre, sua história, no que ele se diferencia do software não-livre como é o software proprietário ou o software grátis, qual a sua filosofia e o porquê de ele já ser um sucesso. O arquivo para download tem aproximadamente 300MB e está sendo distribuído livremente. Assistam, copiem, divulguem e distribuam este pequeno filme, é o que os seus autores pedem. O download pode ser feito via bittorrent.

O video é bastante útil para nossos alunos, apresenta de forma clara, o início do movimento do software livre.

O email para dar os parabéns pela iniciativa e trocar algumas figurinhas é:

Para assistir, baixe o torrent: http://www.mininova.org/tor/2571016

No meu Big linux, já  nativo com o programa qbitorrent (versão livre do bitorrent), é só salvar o link e pedir para o programa fazer o download automaticamente. Facil, não? Agora, se você não sabe o que é um torrent, leia o artigo do Jomar a esse respeito:http://www.artigos.etc.br/afinal-o-que-sao-torrents.html

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Lançada hoje, a Revista Espírito Livre nº 2. Nesta edição, segundo o editor chefe, João Fernando Costa:

Você encontrará um assunto que rende muito pano pra manga: distribuições leves e com propósitos específicos, trazendo uma novidade: 2 entrevistas, a internacional, com Robert Shingledecker, criador do Damn Small Linux e mais recentemente o Tiny Core, ambas distribuições bem focadas no objetivo de ter uma distribuição leve, funcional e de alta performance em computadores com baixos requisitos de hardware.

A entrevista nacional é com Flávio de Oliveira, responsável pela distribuição GoblinX Linux, uma distro bacana e descolada, que traz um visual bem moderno e igualmente leve. Outras duas matérias acompanham o assunto principal: Um review sobre o Sacix, a distribuição Linux utilizada nos telecentros do Projeto Casa Brasil e uma matéria super interessante sobre o TCOS – Thin Client Operating System, um projeto de porte e que merece toda nossa atenção.

Na parte educativa,  tem uma matéria falando sobre o bicho papão, (A matemática e software livre) e outra falando sobre o Opensource e a academia, que reitera a necessidades das faculdades adotarem o padrão livre.

Muito interessante, também é um cordel falando sobre o linux/gnu… São 89 páginas :) recheadas de novidades,  artigos, colunas, notícias, eventos que ocorreram e os que ainda virão… Vale a pena ler e divulgar, pois o conhecimento é livre e tem asas para voar… Que seu Espírito seja livre, como o meu…

Para ler acesse: Revista Espírito Livre

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Saudações livres!

Um pedido antigo dos colegas que atuam no LIE era  “Como bloquear determinados sites para que nossos alunos não possam acessar?”. Bom, apesar de não adotar esta prática, porque acredito que o único caminho é a educação dialogica, aqui vai a dica. Alias, até prefiro que ao final das aulas, os alunos tenham “liberdade vigiada” para acessar sites de relacionamentos, chats e afins, pois assim, tenho um termômetro dos interesses juvenis.

Bom, mas voltando ao assunto do post, o firefox tem um plugin específico para esse fim, chama-se block site. Dentro do firefox aberto, clique em ferramentas, depois em complementos e na caixa aberta digite: blocksite e instale normalmente. Depois instalado, não esqueça de reiniciar seu navegador.

Para bloquear um site, volte para o menu ferramenta –> complementos –> Blocksite –> clique em preferências–> Depois basta clicar em add para bloquear o site que desejar. Se quiser também pode colocar uma senha, ai é preciso habilitar a opção Enable autentication e escolher uma senha de acesso. Pronto, ja pode bloquear o site que quiser. plugin blocksite

Outro detalhe, esta dica vale tanto para Windows e Linux, que usem o firefox, independente do linux que você adotou.

Agora, tem outra forma de bloquear lterando o arquivo hosts (assim, o usuário pensa que a página que tá com defeito). Mas achei o block site mais fácil.Quem quiser tentar, acesse o blog do Tadeu Ramos, colaborador do Linux educacional, que ensina como fazer isso pelo host!

http://tadeuramos.com.br/?p=91

Inte +!

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Saudações livres!

Olá amigos, fiquei muito feliz em poder voltar para a faculdade (por um dia!) e poder compartilhar com os futuros professores, as aplicações do software livre na educação. Foi um convite da professora Raquel Santiago e Prof. Aires da Universidade Federal do Ceará, para a disciplina Informática Educativa para alunos da Pedagogia e Ciências da Computação. Foi bem informal, um bate-papo gostoso, onde foi possível desmistificar  alguns mitos a respeito do linux no contexto educativo.  Na palestra apresentei o contexto histórico, aspectos conceituais do software livre, alguns exemplos de softwares educativos livres e um pouco da minha experiência enquanto professora do LIE – Laboratório de Informática Educativa.

Também levei um CD do Pandorga, no qual os alunos amaram, pois já vem nativo, vários softwares educativos, com destaque para o Gcompris, a qual apresentei algumas funcionalidades. Enfim, foi muito gostoso matar as saudades do tempo de facu!

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