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Archive for setembro \26\UTC 2008

Software Freedom Day em Fortaleza


O Centro Cultural Dragão do Mar sempre é local de grandes apresentações. Em uma atitude inédita no estado, as comunidades de Softwares Livres do Ceará, irão realizar neste sábado dia 27 o Software Freedom Day – Dia do Software Livre.
Com palestras, apresentações de curtas metragens, exibições de softwares e muita descontração, quem for ao Centro Cultural Dragão do Mar neste sábado dia 27 a partir das 15:00, será agraciado com o evento Software Freedom Day – Dia da Liberdade do Software.

mais informações no site: http://softwarefreedomday.org/teams/fortaleza

Até lá!

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BREAKOUT 2: treinando a concentração

Um jogo que desenvolve a agilidade e a concentração. A priori, lembra um jogo de ping-pong, a raquete é o bastão, a bola tem a funcao de derrubar uma pilha de blocos, e ao derrubar a bola ricocheteia e o jogador não pode perder a bola ou deixá-la passar para o lado de baixo da tela. Há momentos, a bola ao tocar um dos blocos, atinge um bloco surpresa que pode ajudar o jogador com pontos ou aumentar o seu potencial de pegar a bola. Agora, o jogador precisa ficar esperto ao tocar esses blocos surpresas e não esquecer de ficar de olho na bola, pode ser um elemento para fazê-lo distrair e perder a bola. Precisa ser muito rápido para tocar na bola e depois no bloco que cai e depois voltar ao jogo rapidamente. Precisa de muita agilidade e atenção. O objetivo a ser alcançado nesse jogo, poderá ser de derrubar todos os blocos usando a bola e a raquete ate o ultimo bloco cair, ao terminar pode lhe conferir o direito de subir de fase ou mostrar as pontuações comparada com os outros jogadores. Essa comparação torna-se desafiadora e interessante pois qualquer usuário que participar daquele jogo poderá desenvolver um campeonato e descobrir o melhor. Incentivando os outros jogadores a participar e se envolver no jogo. Podemos elencar vários aspectos positivos desse jogo, mas ao disponibilizá-lo aqui no Brasil, a distribuidora desse software precisa haver uma versão em português para facilitar o acesso do jogo e orientar o jogador melhor. O jogo parece que se inicia com um enredo envolvendo uma estória de um usuário que joga numa hora avançada, e osblocos estão numa disposição colorida em forma de um horário que seria o horário que o fictício jogador começa a jogar. É um jogo empolgante, divertido e com uma boa apresentação do ‘template’, colorida e clara. Vale a pena experimentá-lo.

Análise por professor Maurício – Escola Mun. Godofredo de Castro Filho

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Para quem gosta do software livre e de educação, não podem perder o V SEMINÁRIO MUNICIPAL DE INFORMÁTICA EDUCATIVA (SMIE 2008) com o tema Tecnologias e Mídias na Prática Educativa evento promovido pela UFC anualmente. É um espaço de troca de experiências utilizando as TICs na educação e principalmente o software livre.

As propostas de comunicações orais e pôsteres para o SMIE 2008 deverão ser submetidas apenas em mídia digital pela Web utilizando o sistema de submissão (JEMS) no endereço abaixo.

https://submissoes. sbc.org.br

A submissão é feita em duas etapas. Inicialmente o proponente preenche os seguintes dados no JEMS:
e-mail dos autores;
Título do trabalho;
resumo ou abstract;
tópicos de interesse (indique um ou mais tópicos da lista abaixo).
TÓPICOS DE INTERESSE (NÃO EXCLUSIVOS)

Ambientes e Metodologias de Autoria de Atividades de Aprendizagem
Ambientes Interativos de Aprendizagem
Aprendizagem Colaborativa Apoiada por Computador
Arquiteturas Distribuídas para Software Educativo
Aspectos Políticos e Sociais da Informática na Educação
Avaliação e Desenvolvimento de Software Educativo
Educação e Treinamento a Distância Mediados por Computador
Formação de Recursos Humanos para Informática na Educação
Fundamentos Éticos, Psicológicos e Pedagógicos para a Informática na Educação
Hipermídia Aplicada à Educação
Informática na Educação Especial: Ferramentas e Fatores de Acessibilidade
Inteligência Artificial Aplicada à Educação
Linguagens e Ferramentas de Autoria
Métodos e processos de Engenharia de Software aplicados ao desenvolvimento de ambientes educacionais
Modelagem Cognitiva Aplicada à Educação
Políticas para Informática na Educação
Realidade Virtual na Educação
Simuladores e Jogos Educativos
Software Livre e suas Aplicações na Educação
Na segunda etapa, será submetido o arquivo, que se inicia com o título, seguido do texto completo. Os trabalhos podem ser submetidos em duas categorias (comunicação oral e pôster) e devem ter tamanho máximo de 2 páginas.Os arquivos podem ser submetidos em formato DOC, RTF, PDF ou ODT, seguindo o modelo apresentado na página do seminário.Todos os autores do trabalho devem ter cadastro no JEMS.

Datas ImportantesData final de submissão: 30/09/2008
Notificação de aceitação: 15/10/2008
Entrega da versão final: 22/10/2008
Os trabalhos aceitos serão publicados nos anais do SMIE 2008.

Como temos muitos professores novatos, preparei um tutorial para a plataforma JEMS

Tutorial Smie 2008

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Estamos no Portal do Professor!

O MEC lançou recentemente o Portal do Professor, um canal com cursos, dicas de sites, cursos, materiais educativos, tecnologias digitais, blogs educativos, enfim um espaço para troca de experiências entre educadores e para minha surpresa o nosso blog Software Livre na Educação e o Site Software Livre Educacional estão recomendados no link interação e colaboração. Segundo o próprio MEC: “O Portal do Professor e o Banco Internacional de Objetos Educacionais são os mais novos instrumentos de auxílio ao trabalho dos professores e ao processo de formação. A proposta do Ministério da Educação é inserir os professores, principalmente os que estão longe dos grandes centros, no ambiente das novas tecnologias. O portal faz parte da política de informatização das escolas brasileiras, que prevê a instalação de 25 mil laboratórios de informática, 22 mil escolas com banda larga e capacitação de cem mil professores ainda este ano” No lançamento do Portal do Professor, o ministro da Educação, Fernando Haddad, em entrevista à TV EducaRede, disse que não basta levar o computador e a banda larga às escolas. Segundo Haddad, é preciso cuidar dos conteúdos educativos digitais e da formação dos professores. Confira.

Mais informações na páginas eletrônicas do Portal – http://portaldoprofessor.mec.gov.br/

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Ejetando o CD no Kurumin 7.0 sem stress

olá, amigos, está é mais uma dica que ajuda a facilitar nossa vida no LIE – laboratório de Informática Educativa. No Kurumin 7.0, vem com uma falha na hora de configuração do sistema. Toda vez que um usuario coloca o cd dentro da bandeja ele se recusa a ejetar tanto manualmente quanto na opção eject.

Somente o usuario Kurumin (vice na escala de poder), poderia fazer uma ação tão simples e necessária que era ejectar um CD, mas agora: SEUS PROBLEMAS ACABARAM! Vamos lá.

Na Área de Trabalho tem o icone Acessar CD/DVD. Com o botão direito clica em propriedades como mostra a figura1 acima.

Na aba dispositivo observa se está na opção /dev/cdrom/. Na aba permissão, clique em permissão avançada e nas permissões de acesso, marque com um X as opções executar, como mostra a figura 2. Pronto, agora coloque um cd dentro e eject manualmente ou (botão direito) ações –> eject que agora ele sai normalmente da bandeja

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Noticia: Fortaleza compra o LEGO

Apenas para confirmar minha denúncia, público a notícia vinculada nos grandes canais de comunicação da cidade. Realmente, a própria PMF, aproveitando da proximidade do pleito eleitoral, está colocando em ação, o projeto Lego Zoom de Educação tecnológica, comprando softwares proprietários quando há quatro anos, no início de sua gestão se comprometia em investir em software livre. Lembrando que a questão não é o projeto em si, o mesmo é excelente, mas o que se questiona é o custo de implantação do mesmo que poderia ter sido 1/10 menor caso adotasse o software livre e mão de obra local. Eis na íntegra a noticia que saiu no Jornal O Povo, no dia 29/08/2008, também vinculada na pagina oficial de Fortaleza (www.fortaleza.ce.gov.br) e na página da Secretaria Municipal de Ensino (www.sme.fortaleza.ce.gov.br).

A robótica como ferramenta pedagógica deve ser empregada a partir de setembro, em parte da rede municipal de ensino. Cerca de 250 professores vêm sendo capacitados para desenvolver o Projeto Lego Zoom de Educação Tecnológica em 30 unidades das seis Regionais. A idéia é aliar conhecimentos teóricos e práticos para auxiliar no aprendizado de matemática e ciências do ensino Fundamental II. O projeto, a princípio, segue em fase piloto, mas tem boa aceitação entre o corpo docente e deve ser ampliado, conforme a Secretaria Municipal da Educação (SME).

Os professores estão sendo capacitados na colégio Filgueiras Lima, no Jardim América. Ontem, eles desenvolveram um buggy. Antes, já haviam construído gangorras. As peças ganham movimento controlado por computadores, usando como base conhecimentos da sala de aula. O período de capacitação, aberto no último dia 11, deve terminar em 8 de setembro. De acordo com o coordenador de Ensino de Matemática da SME, Dalmário Heitor, os docentes vêm aprovando a iniciativa. A meta é empregá-la logo em seguida nas 30 unidades.

Evasão
A nova ferramenta, além de garantir um bom aprendizado, deve reduzir os índices de evasão. Esta é a opinião da professora de matemática Veneza Custódio, 45, docente na Lagoa Redonda. “Estimula o aluno a vir para a escola. Muito do que ele aprende na lousa será usado aqui. Para fazer esse buggy, o aluno trabalha velocidade, tempo, geometria, força, peso”, enumera. Já o professor de informática Carlos Cruz, 50, do bairro Itaoca, aponta mais benefícios. “A robótica é fácil de aprender e de ensinar. Desenvolve muito o raciocínio lógico. Os alunos vão gostar”, aposta.

A robótica une lousas e computadores; alunos, professores e máquinas – e serve como um instrumento de desenvolvimento humano. É o que mostra o orientador da Edacom Tecnologia, Márcio Domingos. A empresa representa a Lego no Brasil e desenvolve o projeto. “Não é um brinquedo. É um instrumento educacional. Já empregamos no Sul, no Sudeste, na Bahia. Onde foi empregado, diminuímos a evasão e a repetência”, comenta.

Segundo o orientador, cada série do Fundamental II tem modos de aprendizado diferentes. “Não é difícil. Aprende-se passo a passo. São 828 peças para montagens infinitas. Serão grupos de quatro alunos e cada um tem função diferente”, explica. Dalmário adiantou que a SME pretende ampliar o projeto ainda neste ano. Com a fase atual, ele estima, devem ser beneficiados 19 mil anos, do 6º ao 9º ano.

fonte: http://www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/815524.html

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A PMF comprou o Projeto Lego Zoom de Educação Tecnológica (kits e assessoria) para 30 escolas, com o intuito de melhorar o ensino-aprendizagem de matematica e ciências. (até aqui perfeito).

A questão é o preço e a forma que foi gestada. Estima-se que tenha custado no mínimo cerca de 300.000,00 para os cofres públicos, quando temos tecnologia similar por 1/10 deste preço, na propria cidade de Fortaleza. Quem foi ao Cesol 2008 viu (ou ouviu falar) da Olimpiada de Robotica utilizando materiais reciclavéis utilizando o GNU/linux. Tenho certeza que o nucleo de computação da UFC cobraria bem menos para colocar o mesmo projeto em ação (faltou planejamento como sempre).

Realmente, é fato de que para que o tão falado e caríssimo LEGO educacional funcione é necessário que se (re)instale o Windows nas maquinas dos LIES contemplados. Ja imaginou formatar as maquinas e reistalar tudo de novo! (Ai meu Deus, salve os arquivos)

A questão é que quando se adota o software livre SL adota-se também a filosofia do mesmo que se baseia na cultura do compartilhamento, ou seja, baseado em 4 premissas. A adoção do projeto LEGO vai de encontro a esta filosofia, explico porque impede as 4liberdades

liberdade para estudar, conhecer o Software (ninguem tem acesso a software da LEGO), apenas as escolas que serão benefiadas terão acesso e olhe lá, tivemos apenas uma amostra gratis na capacitação) Não existe download na internet e o programa também não é vendido para a pessoa comum (eu e você não podemos por exemplo instalar em nossa casa, está no contrato, mesmo pagando porque não vende em lugar nenhum apenas para escolas).

Liberdade para alterar o programa, conforme a nossa necessidade (outro ponto impossível de ser realizado, pois os técnicos da SME não tem acesso ao código fonte. O software da LEGO é proprietário, comercial, vendido apenas em grande escala, a peso de ouro) não há interesse de colocar o código fonte disponível a todos, por questões comerciais (como fica o lucro da empresa?) Isso é importante, porque o contrato acaba no final do ano letivo de 2008 e como fica depois do termino do contrato? Se tivessemos o codigo fonte, poderiamos adapta-lo e distribui-los a outras escolas não contempladas a custo quase zero.

Liberdade para copiar (também impossível) O contrato não permite a copia, no caso a SME comprou 10 kits para cada escola (que ja vem incluido o software), ou seja, poderia ter economizado se tivesse pelo menos a curiosidade de procurar alternativas em software livre no quintal da própria casa. O próprio Davi, consultor de informática da PMF, também ficou “encabulado” , pois parece (não tenho certeza ) que assessoria de informatica também não foi consultada acerca da compra e viabilidade o projeto, apenas comunicada que se vire nos 30. Parece que dentro da SME, o elevador não serve para nada, ninguem quer sair do seu gabinete. Tomam-se as resoluções, sem consultar as partes envolvidas. O LIE por exemplo será quase todo utilizado exclusivamente para o projeto LEGO, pois sera cada turma irá quinzenalmente.

Liberdade para executar o programa para qualquer proposito (também impossível até porque o mesmo só funciona no Windows). Outro ponto negativo é que o kit é da escola, o que significa que o aluno não pode levar para casa, nem tampouco mostrar para seus o que construiu, visto que ao final da aula, é preciso guardar e desmontar todo material. (solução bater foto, o que não é a mesma coisa)

A PMF não tem verbas suficientes para instalar o windows legalizado (e viva a pirataria). Não é ridiculo, porque a 4 anos, a primeira razão para se adotar o linux não era o preço, mas o dever ético e moral de utilizar um sistema regularizado? Va entender.

Agora, voltando ao LEGO. Quem viu o programa e conhece a metologia LOGO proposto por Parpert (na decada de 60), eu achei bastante parecido e a custo zero. Agora, reflitam amigos, o que é mais bonito para a televisão e campanha eleitoral, o projeto LEGO com a maletinha vermelha, tudo arrumadinho, material didático organizado, vindo da Dinamarca ou os alunos catando do lixo, tampinhas de desodorante (para fazer rodinha), peças de impressora velha, garrafas para fazer seus robos e inclusive levar para casa? (eu prefiro a última opção).

Em momento algum, a comunidade LIE – Laboratório de Informática Educativa, foi consultada (inclua-se aqui o Centro de Referência do Professor, orgão colegiado responsavel pelo treinamento e formação de docentes nas tecnologias digitais ) para avaliar a viabilidade do projeto. Enfim, cumpra-se as ordens da sra secretária, como sempre.

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