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Archive for setembro \30\+04:00 2009

Outra dica de site super legal, repassada pelo prof. Wandes Leite, na lista de discussão professores do LIE (ser 1) Fortaleza-CE. É o site keepvid.com. Basta copiar a url do video do yoube que você quer baixar. Colar na url do site keepvid.com. Clicar em download. Os links ficam na cor verde.Escolher qual é a extensão .flv ou .mp4. E  clicar no link do formato que escolheu.

tela do keepvid

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Uma ferramenta excelente para anotar e relacionar as idéias são os famosos mapas mentais (mind maps). Mapa mental (mind map) é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming; e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio:

Um dos melhores programas para a criação destes mapas conceituais é o XMind, software totalmente livre e gratuito.

Tem versão para Windows, Linux e Mac. Faça download do XMind aqui e aproveite.

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A partir de 2009, o EVIDOSOL  – V Encontro de Documentação passa a fazer parte do CILTEC Online, o Congresso Internacional de linguagem e tecnologia online.

O Encontro Virtual de Documentação em Software Livre – EVIDOSOL – é um dos primeiros eventos, no Brasil, a ser realizado totalmente em ambiente digital e sincrônico (ou seja, totalmente pela internet). Não deixem de participar. Haverá uma mesa redonda, com o renomado prof. Frederico Guimarães, que debaterá acerca de Cultura Digital e Sofware livre na Educação.

A participação é livre e gratuita, bastando acessar os chats no horário das palestras. Se você não tem programa para acessar o IRC, pode utilizar um dos programas online disponíveis no site do evento.

Datas importantes:

Aceite das participações: até 10 de outubro de 2009

Inscrição sem apresentação de trabalho para obtenção de certificado: de 10 de outubro até o evento

Evento: 9 a 11 de novembro de 2009 das 19 às 22:30

Eventos anteriores acesse:
6/2009: http://www.textolivre.org/wiki/index.php/IVevidosol/Registros_Completos
11/2008: http://www.textolivre.org/wiki/index.php/IIIevidosol/Registros_Completos
06/2008: http://www.textolivre.org/wiki/index.php/Iievidosol/Registros
11/2007: http://evidosol.textolivre.org/i/RegistrosDasPalestras/

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Outra dica de site super fantástico! É o visiblebody: Atlas de Anatomia Humana. Nele site é possivel, encontrar fotos, mais de 1700 do corpo humano, incluindo imagens em 3D, tudo gratuito. Apesar de estar inglês, é bem lúdico e fácil de ser utilizado. Porém, é necessário fazer cadastro para entrar (é gratuito). Ideal para estudantes em geral, médicos, pesquisadores, professores, curiosos sobre o corpo humano. Muito bom.

tela do visible bodyfonte: http://www.visiblebody.com/

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Olá amigos, essa dica é bastante util, quem deseja ou precisa baixar videos da Internet, não apenas do You tube, mas também do Yahoo Videos, Google Videos, dentre outros. Existem mais de 50 tipos de sites de compartilhamento de videos, como o Youtube (apesar deste ser o mais popular no Brasil), ademais, podemos querer baixar um video que esteja no site hospedado em um site como a Globo.com, por exemplo.

Uma das inúmeras vantagens do firefox, é a infinidade de plugins e complementos. Um dos meus favoritos é o Video Download Helper, que pode ser facilmente instalado por este link: https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3006

Depois de instalado, é necessário reiniciar seu navegador (firefox). Algumas distribuições como o Big Linux, ja vem como padrão, como mostra a figura abaixo.

firefox com helper ja instalado Automaticamente, ele cria um novo icone, na barra do navegador. Se estiver cinza, é que não está ativo, se estiver colorida (azul, vermelho, amarelo), é porque o conteudo deste site pode ser baixado para sua maquina. Basta clicar no icone e irá aparecer uma janela (pedindo para salvar) e pronto. Fiz um teste com o You tube e deu certo. (figura 2).

Tela do helper em funcionamento

Lembrando que ele salva no formato original do video. No caso do youtube, que usa linguagem flash, os videos vem no formato VLV, portanto, observe se seu sistema operacional (linux ou windows) possui um programa que leia este tipo de formato. Pronto, agora, ja pode assistir o video, sem precisar da Internet.

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Achei essa dica no site Click e veja (http://clikeveja.wordpress.com/) e transcrevo:

linux_gnome_gmail_rsz

Atualmente, muitos são já os utilizadores que trocaram os clientes de correio eletrônico tradicionais por serviços Web. Um desses, um dos mais populares, será sem sobra de dúvida o Gmail que, aos poucos, ganha terreno a aplicação como o Outlook ou o Evolution. Mas, e se quiser definir o Gmail como “cliente” de correio eletrônico padrão?

Para isso, surgiu o Gnome Gmail. Sim, certamente já sabe como definir o Gmail como a aplicação a utilizar sempre que se clica numa hiperligação com o “protocolo” mailto no Firefox 3 ou no Opera 10. No entanto, o Gnome Gmail adiciona-o ao painel de aplicações preferidas, permitindo assim definir o Gmail como cliente de correio eletrônico pré-definido para todo o sistema.

O Gnome Gmail está disponível em cômodos pacotes .deb, para sistemas Ubuntu/Debian, e em .rpm, para Fedora/Red Hat, e suporta a grande maioria dos campos utilizados no correio eletrônico: To, Subject, Body, CC e BCC.

Licença: GNU General Public License (GPL)
Sistemas Operativos: Linux
Download: Gnome Gmail (Deb)
Download: Gnome Gmail (Rpm)
Homepage: Gnome Gmail

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Luz, Câmera, Educação! Criando vídeos educativos com software livre

by Sinara Duarte

Dentro e fora da escola, a televisão, em especial o vídeo, já faz parte do nosso cotidiano. As novelas e os realitys show são o exemplo prático de quanto o público brasileiro valoriza este tipo de linguagem. O vídeo, ou melhor, a linguagem audiovisual já faz parte de nossa cultura, de nossa história, influenciando, ditando modas e costumes, atuando também em nossas capacidades receptivas e sensoriais ligadas às diferentes formas de compreender a realidade.

Na atualidade, a televisão é a meio mais democrático de acesso a informação e entretenimento visto que está presente em 99% dos lares brasileiros (IBGE, 2000). Todavia, percebe-se que inexiste na TV aberta um canal educativo com fins eminentemente educativos, embora a legislação brasileira determine que 10% dos conteúdos veiculados na televisão aberta, deva ter um caráter educativo. Com exceção do Canal Futura e da TV Escola, ambos veiculados em canais fechados, percebe-se a carência de uma programação educativa de qualidade, que de fato contribua para o desenvolvimento e crescimento bio-psico-social de nossas crianças.

O advento do caso Maisa1, em que uma criança de 7/8 anos, era coagida e “torturada” em cadeia nacional para divertir o dono de um canal de televisão é um dos exemplos claros da baixa qualidade da televisão brasileira. Talvez por isso, o site Youtube faça tanto sucesso junto a nova geração, pois é uma rede alimentada pelos próprios internautas que produzem, editam e publicam seus vídeos de forma rápida, fácil e com direito a interação do público. De fato, as mídias, em especial, o vídeo, com suas imagens, movimentos e sons atraem a atenção dos estudantes, muito mais que linearidade do livro didático.

As pesquisas revelam que os jovens e crianças passam mais tempo em frente a tv (e agora ao computador) no que na escola ou lendo livros. O emprego desses novos recursos transformam a dinâmica escolar, as estratégias e o comprometimento de alunos e professores. Por meio da produção do vídeo a educação pode ensejar uma aprendizagem significativa, proporcionando que o aluno aprenda de forma dinâmica e motivadora.

De fato, o vídeo é um excelente recurso para despertar o interesse dos alunos em torno de problemáticas, determinados temas ou trazer novas perspectivas para investigações em andamento. Além disso, pode-se dar aos alunos a oportunidade de criar roteiros e “com uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”, produzir seus próprios vídeos, como propôs Glauber Rocha.

Na educação, o vídeo pode ser utilizado de forma benéfica, dependendo da iniciativa do professor e da participação discente, exercendo diversas funções como: informação, motivação, e meio de expressão. A forma mais usual, talvez seja a utilização como forma de informação e conteúdo de ensino, para contextualizar uma aula por exemplo. È notório que um vídeo sobre o meio ambiente é bem mais interessante, que somente uma aula explicativa utilizando o livro didático.

Neste caso, a introdução do vídeo na escola, deve ser entendida não apenas como uma outra fonte de pesquisa, mas também uma forma de motivação discente, algo que desperte a curiosidade do estudante em saber mais. Uma aula de química é muito mais interessante, se tivermos acesso a uma animação. O curta Oxygen de Christopher Hendryx, (http://kelsondouglas.blogspot.com/2009/05/oxygen.html) apresenta as reações (e ações) do oitavo membro da tabela periódica como se fosse um aluno querendo fazer amigos no colégio. É muito interessante e pode ser produzido utilizando o software livre Blender.

Outra possibilidade é de utilização do vídeo no contexto educativo é como meio de expressão, ou seja, como forma de expressar idéias, sentimentos, descrever espaços, situações imaginar mundos possíveis. Além disso, o vídeo no contexto educativo contribui para a criação de espaços dialógicos, permitindo que os alunos se expressem de diferentes formas, favorecendo o desenvolvimento da consciência crítica sobre a influência da mídia sobre determinados grupos sociais.

A produção de vídeo na escola pode oferecer informação, dinamizar temas significativos, incorporar a transversalidade das atividades curriculares desenvolvidas na escola. A inserção de temas, programas, filmes no processo educativo subverte o ritmo acadêmico, no qual o professor é o principal mentor. Então surge a questão: Por onde começar?

Os alunos podem produzir vídeos utilizam equipamentos simples, como a própria filmadora que já vem embutida na maioria das câmeras digitais ou mesmo utilizar os próprios celulares. Na atualidade, quase todo jovem possui um celular que bate foto, que grava vídeo ou tem um parente em casa que possuía tal equipamento. A escola deveria utilizar todo esse potencial em sala de aula, ao invés de criar leis que proibiam o uso da tecnologia em sala de aula, como aconteceu recentemente com os celulares.

De fato, a escola deveria ser mais um espaço de mediação entre a linguagem midiatica da televisão e do vídeo, para as crianças e jovens, todavia, o que se observa na maioria dos casos, é a utilização do vídeo em sala de aula como forma de passatempo, de diversão, de “matar aula”, sem qualquer planejamento. Sinceramente, acho que até já virou bordão, mas a escola continuada paralizada no tempo e no espaço, feudalizada em seus muros invisíveis da “metodologia”, tentando matar o dragão da tecnologia, quando na verdade, deveria fazer as pazes e tornar a tecnologia sua grande aliada.

Aproveitando temas emergentes, como a nova gripe (H1N1), o jovem poderiam criar filmes ilustrativos de prevenção. Por que não fazer um vídeo, dentro da própria escola, alertando para os riscos de contágio, usando uma linguagem contemporânea, do jovem para o jovem ? Com relação a edição de filmes, o mundo do software livre oferece uma gama de oportunidades. Os jovens poderiam editar e publicar suas produções na própria escola, utilizando o laboratório de informática educativa. Evidentemente é preciso haver equipamentos disponíveis e espaço dentro da rotina escolar. O que não se pode aceitar é a escola do século XXI continue excluída do universo multimídia em que vivemos.

E quem disse que editar filmes no linux é difícil? O avanço das tecnologias livres e de softwares de edição em código aberto facilitaram o processo de construção de video educacionais, fazendo com que professores possam passar de meros expectadores e avaliadores para produtores de vídeos educacionais, capacitando-se para isso e podendo produzir conteúdo de qualidade, contextualizados com a sua realidade.

De fato, com o software livre o aluno não fica preso a máquina e a tecnologias proprietárias, pois pode editar seus próprios vídeos em casa, na escola, na casa dos amigos, enfim, eles estão interessados pelo mundo que os cerca e usam o computador para compreendê-lo melhor e interagir com ele. O ideal é que professores e alunos tenham acesso a esse recurso dentro da escola, com vistas a utilizá-lo no momento mais conveniente para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.

Na atualidade, existe uma diversidade de opções de editores de vídeos livres que podem ser utilizados no contexto educativo. De fato, o software livre apresenta uma riqueza de possibilidades, desde o mais simples editor de filme até a tecnologia mais complexa, como a utilizada na animação Madagascar. Quem não lembra do leão Alex tentando voltar para a África? Poucos sabem, mas esta animação só possível porque os produtores utilizaram na época, softwares livres que contribuíram para a autonomia e a redução de custo e tempo. Time is Money!

Para os iniciantes, temos o Avidemux, (avidemux.org/) uma ferramenta para edição que permite ao usuário alterar, recodificar e adicionar efeitos aos seus vídeos. Sua interface bem intuitiva, contribui para ser um dos mais utilizados. Desenvolvida em C/C++ o software inclui alguns recursos interessantes como conversão de vídeos para formatos compatíveis com o MPEG, MP4, PSP, iPod ou DVD. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE, Ambiente gráfico X11. É possível encontrar um pequeno tutorial (em português), criado pela competente equipe do Studio Livre no seguinte endereço: (http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=AviDemux).

Outro recomendado para iniciantes é Kdenlive (http://www.kdenlive.org/). Também muito intuitivo este software que têm como características principais dois monitores de vídeo, linha de tempo com multiplas pistas e o recurso de mover ou redimensionar, além de comunicação outras ferramentas. To devendo há décadas, um tutorial “for teacher”, acerca do Kdenlive, ainda está prematuro na gaveta, mas tentarei colocar as obrigações em dia. Aguardem notícias…

Já para os mais experientes temos o Jahshaka, uma suite de pós-produção que inclui módulos para edição, composição, animação e inserção de efeitos visuais ou gráficos em áudio e vídeo. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE e Ambiente gráfico X11.

Outra opção de edição de vídeos é Kino é um software editor não-linear de vídeo para GTK+. Trata-se de uma ferramenta para capturar, editar e exportar vídeo digital em vários formatos. O programa pode importar arquivos AVI e DV, inclusive por meio da interface FireWire de câmeras digitais de vídeo. Por meio do FireWire pode também exportar vídeos nos padrões NTSC e PAL. A lista de formatos com os quais o kino é compatível inclui: DV, AVI, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4 e Áudio: WAV, Ogg Vorbis, MP3.

Quem gosta de complexidade e profissionalismo, o Cinelerra (http://cinelerra.org) é perfeito. Considerado por muito críticos, o melhor de todos, todavia não é recomendado para amadores por exigir alto conhecimento técnico. Um de seus atrativos é editar áudio e vídeo em alta definição, sendo compatível com os sistemas de cor RGBA e YUVA, e ainda com vídeos em qualquer proporção, medida e taxa de quadros.

Além, desses existem ainda o OpenShot, Lives, dentre outros, enfim, versatilidade é a palavra-chave quando se fala em edição de vídeo em software livre. A revista está recheada de opções que podem ser utilizados no contexto educativo. (Essa edição é histórica!). Todo esse leque de possibilidades só é possível graças ao modelo aberto, dinâmico, colaborativo, flexível, baseado na solidariedade e na disseminação do conhecimento, aportes teóricos do movimento do software livre. Portanto, a escola, a adoção do software livre é imprescindível! As oportunidades que a tecnologia livre e aberta oferece para professores e alunos são inúmeras e em muitos casos insubstituíveis.

Enfim, a escola deve ser um espaço de criação. Ao professor cabe desenvolver a curiosidade dos alunos, sugerindo temas e fontes de pesquisas, ensinando a pesquisar, observar, registrar o que está aprendendo e por que não fazer tudo isso com uma câmera na mão. Portanto, silêncio na sala de aula! Luz ! Câmera! Educação! (sussurrando) Ah, não esqueça da pipoca para festejar depois o sucesso e a criatividade de seus alunos. Até a próxima!

1 A referida menina, que ganhou maior visibilidade a partir dos quadros veiculados no programa dominical “Silvio Santos”, nos dias 10 e 17 de maio do corrente ano, passou por diversos constrangimentos, mas principalmente, quando o apresentador explorou o pavor da garota diante de outra criança mascarada, que por sua vez, demonstrou desconforto por assumir este papel.  Os constrangimentos, público e moral sofrido por Maisa, com possíveis implicações psicológicas e sociais, foram agravados pelo incitamento que o apresentador fez ao auditório, para que aderisse a ele na ridicularização da menina. A menor foi afastada por ordem judicial do programa dominical, mas continua apresentando programas infantis na mesma emissora.

Como referenciar: ROCHA, SSD. Luz, Camera, Educação: criando videos educativos com software livre! In Revista Espiríto Livre. 6 ed. (online). Setembro 2009. Disponivel em <www.espiritolivre.com.br> Acesso em: ddmmaaaa


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Olá amigos, saiu a edição numero 6 da revista Espirito Livre, a tematica deste mês é edição de videos no linux (muito util para nosso contexto educativo). A melhor revista de TI focada em software livre na atualidade. Quem quiser ler as edições passadas,  uma alternativa é visitarem o site da revista [http://revista. espiritolivre. org], uma vez que sempre tem novidades por lá.
Detalhe: a revista é gratuita e totalmente online. É pegar, ler e gostar. Não esqueçam de divulgar…

Lançada edição n. 6 da Revista Espírito Livre


Editorial by João Fernando

Não muito diferente de julho, o mês de agosto também não foi nada fácil. Muito trabalho, e grande parte dele acumulado, para que você consiga ler a edição do mês de setembro a tempo e sem menores problemas. Esta edição traz como matéria de capa Edição de Vídeo, mostrando aos leitores através de vários ângulos que é possível desempenhar um bom trabalho utilizando software livre para produzir, editar e criar material em vídeo.

Para reforçar o tema são apresentadas nesta edição duas entrevistas. Giuseppe Torelli e Tadej Borovšak, desenvolvedores do Imagination, falam do software de geração de vídeo a partir de imagens. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor, fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Vj pixel também participou da redação de uma matéria interessante sobre Open Video e Sinara Duarte apresenta ainda diretrizes para se trabalhar com vídeos em sala de aula. Flávia Jobstraibizer continua a falar sobre o PHPBoleto e Walter Capanema também desdobra outros aspectos jurídicos sobre Spam. Alexandre Oliva relata uma feliz experiência com um netbook Yeeloong, com sua tela de 9′ e um eficiente processador. Outros tantos colaboraram na edição, enviando dicas, sugestões, dúvidas, comentários e participando das promoções. A estes, o nosso muito obrigado.

Tivemos uma dose tripla de matérias sobre o Blender Day que aconteceu em diversas cidades do Brasil. Recebemos três relatos que estão publicados na seção Eventos. Além disso trazemos um relato sobre o Consegi 2009, que aconteceu em Brasília, prontamente apresentado por Juliana Kryszczun. Lázaro Reinã continua sua jornada rumo a LUA e Cézar Taurion apresenta uma questão que por muitos é considerada polêmica: a receita advinda de projetos open source.

A cada edição apresentamos também nossa seção de emails que traz relatos dos leitores com opiniões, sugestões e comentários diversos. Fico muito feliz em saber que uma parcela considerável de técnicos, estudantes e entusiastas estão tendo acesso à publicação e que a mesma está fazendo a diferença entre estes. Tal informação pode ser também considerada como uma injeção de ânimo diante dos diversos problemas que surgem quando se está à frente de uma revista.

A Revista Espírito Livre traz, assim como nas edições passadas, a relação de ganhadores das promoções da edição anterior, que continuam nesta edição com o acréscimo do sorteio da Latinoware 2009. Firmamos uma parceria com a organização da Latinoware 2009, que nos disponibilizou 10 inscrições, as quais serão sorteadas entre os leitores. O evento que acontece no próximo mês e a Revista Espírito Livre estará presente! Então, se você não participou das promoções da edição passada, não perca tempo e participe. No site oficial da revista [http://revista. espiritolivre. org] e nas redes sociais onde a revista se encontra presente também pipocam novidades (e sorteios exclusivos).

A Revista Espírito Livre, vem mais uma vez mostrar para que veio, através de uma equipe competente e novas inserções no quadro de colaboradores, matérias de relevância e participação de toda a comunidade. Apresentamos um modelo de colaboração onde todos podem participar de alguma forma. Isto nos torna únicos. Agradecimentos a todos os que tornam todo esse amontoado de dados em informação de qualidade. Assim como disse na edição passada, sem vocês a revista não seria o que é.

Abraço a todos!

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Olá amigos, lembram do Cesol 2008? Pois eh, teremos 2009 também. Vejam a chamada de trabalhos. Para quem não conhece é o Congresso Estadual de Software Livre, e uma das trilhas é educação e inclusão digital. È o maior evento do estado do Ceará e aos poucos está se tornando o maior, na área, no norte-nordeste. Participem!

Chamada de Trabalhos

A Equipe de Organização do Congresso Estadual de Software Livre – Ceará (CESoL-CE) tem o prazer de convidar a comunidade para contribuir com a sua programação. Membros das comunidades de Software Livre, estudantes de qualquer escola ou universidade, professores, profissionais e a comunidade em geral podem enviar suas propostas de palestras e minicursos envolvendo Software Livre.

O CESoL é um evento que vem se firmando como um dos maiores do Nordeste, servindo de integração entre os estados vizinhos. Ele tem como principais objetivos promover o uso do Software Livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral, assim como de suas áreas.

Durante os seus quatro dias de programação, o CESoL abrirá espaço para discussões sobre diversas áreas ligadas ao Software Livre, como Meta-reciclagem, Administração e Segurança de Sistemas, Desenvolvimento, Desktop, Economia Solidária, Ecossistema do Software Livre, Educação e Inclusão Digital, Gestão Pública e Software Público, Jogos, Multimídia e Cultura Digital.

1. Informações Gerais

O evento receberá propostas de palestras nas seguintes áreas temáticas:

  • Administração e Segurança de sistemas
  • Cultura Digital e Metareciclagem
  • Desenvolvimento
  • Desktop e Jogos
  • Educação e Inclusão Digital
  • Ecossistema do Software Livre

2. Envio de propostas

O envio de propostas deverá ser feito através do site do evento até o dia 27/09/2009. Antes de enviar sua proposta recomenda-se ler o manual dos proponentes [1], que contém dicas sobre o preenchimento da proposta, de forma a facilitar o processo de avaliação e aumentar as chances de aceitação das palestras. Propostas que não observem as considerações deste manual estão propensas a terem sua avaliação prejudicada.

3. Seleção das propostas

Após o período de envio de propostas, todas que foram enviadas serão avaliadas por uma comissão de avaliadores e serão classificadas seguindo os critérios padrão do papers [2]. O número de propostas classificadas depende unicamente da quantidade de espaço que teremos durante o evento.

O Congresso Estadual de Software Livre – Ceará (CESoL-CE) solicita a compreensão para o fato de que a aceitação de propostas de palestras não implica no custeio de viagens e hospedagens.

O e-mail para contato com a organização do CESoL-CE é cesol@cesol.org. Certifique-se de que você receberá e-mails deste endereço e leia-os.

4. Datas importantes

  • Prazo final para envio de propostas: 27 de setembro
  • Notificação das propostas aceitas: 17 de outubro;
  • Divulgação da programação preliminar do Congresso: 22 de outubro.

Em caso de dúdivas na operação do site, contactar webmaster@cesol.org.

Você também pode sugerir um palestrante aqui [3].

[1] http://wiki.softwarelivre.org/Papers/ProponentManualPt

[2] http://wiki.softwarelivre.org/Papers/ReviewerManualPt

[3] http://cesol.org/node/5

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Adaptado de http://www.icmc.usp.br/manuals/BigDummy/netiqueta.html

Contribuição de Sinara Duarte

As novas formas de comunicação trouxeram novas formas de interação e com elas a necessidade de regras de etiqueta ao meio digital:

1. Não GRITE, fale!

Combine letras maiúsculas e minúsculas, da mesma forma que na escrita comum. Cartas em papel não são escritas somente com letras maiúsculas; na Internet, escrever em maiúsculas é o mesmo que gritar!

NUNCA ESCREVA ASSIM! Use maiusculas, apenas o necessário (titulo, destaque). Para enfatizar frases e palavras, use os recursos de _sublinhar_ (colocando palavras ou frases entre sublinhados) e *grifar* (palavras ou frases entre asteriscos). Frases em maiúsculas são aceitáveis somente em títulos e ênfases ou avisos urgentes.

2. Utilize os emoticons com moderação

Os emoticons (ou smileys) são ícones formados por parênteses, pontos, vírgulas e outros símbolos do teclado. Eles representam carinhas desenhadas na horizontal, e denotam emoções. É difícil descobrir quando uma pessoa está falando alguma coisa em tom de brincadeira, se está realmente bravo ou feliz, ou se está sendo irônico, em um ambiente no qual só há texto; por isso, entram em cena os smileys. Comece a usá-los aos poucos e, com o passar do tempo, estarão integrados naturalmente a suas conversas on-line. Todavia, cuidado para que sua conversa não se torne imcompreensível, nem todo mundo compreende o internetês.

Ex: 😦 (triste), kkkk (gargalhada), 😮 (surpreso), xP XP (deboche), =* (beijo)  😉  ;] (piscando), etc

Mais dicas de emoticons encontram-se em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Emoticon

3.O envio de mensagens

Seja claro, breve e objetivo A maioria das pessoas na Internet vai conhecê-lo(a) somente através do que e de como você escrever. Portanto, evite erros gramaticais e certifique-se de que o conteúdo é de fácil leitura e compreensão para o seu público alvo. Nunca use dez palavras para expressar o que pode ser dito em cinco. Lembre-se de que quanto maior for sua mensagem menos pessoas a lerão. Quando fizer menção a uma outra mensagem faça um breve resumo para reavivar na memória do leitor a mensagem original. Para tanto, inclua na sua mensagem as partes essenciais da mensagem reverenciada. Não é preciso incluir a mensagem toda! Ao enviar mensagens para listas ou news esteja certo de que você leu toda a discussão antes de responder, pois pode ser que alguém já tenha dito o que você pretende dizer. Não repita informações!

4.Qual é o assunto?

Quando for escrever um email, o Assunto ou Subject deve estar sempre preenchida com o assunto tratado em sua mensagem de e-mail. Imagine uma pessoa que abre sua caixa de e-mail (mailbox), e encontra todo dia uma média de 60 mensagens. Quais ela lerá primeiro? Certamente, aquelas cujo assunto seja de maior interesse (as outras serão lidas mais tarde, ou apagadas!). A linha de assunto deve ser relacionada ao assunto tratado na mensagem. Quando for inevitável uma mensagem mais longa, avise na linha de assunto. Por exemplo:

Subject: Avaliação de História (msg longa!)

Evite utilizar os termos urgente sem necessidade, ou se utiliza listas de discussão, envie somente mensagens relacionadas ao tema da lista, propagandas e afins devem ter no assunto o termo off-topic (fora do tópico). Lembre-se de respeitar as regras do grupo que participa. Qualquer duvida, procure o moderador diretamente (em particular).

5.Assinatura no email

É possível criar o que se chama “assinatura” para suas mensagens de correio eletrônico. As assinaturas são arquivos pequenos, contendo alguma informação sobre você: nome , empresa, cargo, referências de trabalhos on-line, frases. Não exagere! Essa assinatura deve se restringir a no máximo 4 (quatro) linhas. Obs: Evite colocar dados pessoais, como telefone e endereço, pois pode cair em mãos erradas.

6. Em grupos e listas de discussão

Nas deliberações de algumas assembléias, as manifestações acontecem apenas quando se tem alguma coisa a acrescentar, ou algum ponto em desacordo com o que está em votação. Assim é nas listas e newsgroups: não envie mensagens que dizem apenas “Envie esse programa pra mim também!”, “Estou de acordo!”, “Muito bem!”. Participe somente quando tiver alguma contribuição para o desenvolvimento da conversa. Conforme o caso, um e-mail pessoal (em PVT) é mais apropriado.

Cite sempre a mensagem respondida, indicando “quem” disse “o quê”. Dezenas de mensagens podem ter chegado entre a mensagem original e sua resposta e, em alguns casos, sua resposta pode chegar antes da pergunta.

Ao responder mensagens respondidas, as citações ficam com camadas de “>>” em cada linha. Se sua resposta já está incluindo uma terceira ou quarta camada de “>>“, temos uma cascata: é hora de cortar as citações, ou pelo menos apagar alguns “>” que estejam a mais.

Preste atenção para usar sempre o comando de resposta (reply) quando for responder a uma mensagem, e o comando de encaminhamento (forward) quando estiver somente passando adiante um e-mail. Isso evita confusões e mensagens em cascata.

7. Replicação de mensagens

Não envie a mesma mensagem para diversos newsgroups e listas. Muitas pessoas recebem mensagens por mais de uma lista, e participam de mais de um fórum — conseqüentemente, receberão mais de uma cópia de seu e-mail. Se realmente precisar fazer uma postagem múltipla de uma mesma mensagem, peça desculpas pelo possível recebimento de cópias duplicadas.

8. Spam (evite repassar mensagens)

Fazer spam é enviar mensagens por e-mail para dezenas de pessoas, listas ou newsgroups, não importando o assunto da lista, ou o interesse das pessoas destinatárias das mensagens.

A prática de “spamming” não é um mero fator de aborrecimento para os internautas, pois chega a ser prejudicial: ao espalhar mensagens em diversos pontos de distribuição, muitas pessoas de uma mesma rede podem receber várias cópias, causando a sobrecarga das caixas de e-mail, entre outros transtornos.

Ao receber mensagens com alertas sobre vírus, correntes de qualquer tipo, histórias estranhas, não passe adiante. Comente com amigos que já tenham mais experiência, com o suporte de seu provedor, ou responsáveis pelo equipamento utilizado. Portanto, ao receber noticias do tipo “O 13º acabou” ou urgente: criança desaparecida, investigue se de fato, esta noticia é verdadeira. Um site com coletâneas de lendas da internet é o

http://www.quatrocantos.com/LENDAS/

Outro detalhe, evite enviar aqueles abaixo-assinados pela internet que não tem valor legal, ademais, seus dados pessoais podem parar em novas listas (de abaixo assinados sem sua autorização.)

Se um parente seu desapareceu encaminhe para o site oficial do governo de pessoas desaparecidas, ligadas a Presidência da República no seguinte link:

http://www.desaparecidos.mj.gov.br/Desaparecidos/

9. Respeite os direitos autorais

Cuidado ao enviar artigos, letras de músicas, resenhas de livros ou qualquer outra coisa que seja sujeita a copyright. Evite, dentro do possível, incluir esses tipos de documentos em sua correspondência. Se você está usando argumentos para ajudá-lo em sua teoria, diga de onde eles provêm. Não utilize idéias alheias como sendo suas.

10.Por fim evite brigas e polêmicas

Nunca escreva um e-mail quando estiver irritado ou com raiva. Lembre-se: uma agressão por escrito é muito mais forte e duradoura do que uma agressão verbal.(se usar palavrões e a pessoa se sentir ofendida, cabe processo judicial). Portanto, não utilize as listas de discussão para polêmicas inúteis, pois nada acrescentam, inclusive porque a maioria de usuários inscritos não se interessa por este tipo de discussão e, simplesmente, deleta as mensagens ou cria filtros para mensagens de certos usuários.

Objetivando manter um debate de qualidade e evitar problemas nunca responda mensagens agressivas ou polêmicas. Alerte o moderador da comunidade para que ele tome providências. Você evitará um conflito direto e não tornará o ambiente desagradável.

11. Leia o FAQ!!!(seção de dúvidas).

Muitos newsgroups e listas mantêm arquivos chamados FAQs (Frequently Asked Questions). Se sua lista ou grupo de news não tiver um FAQ (seção de dúvidas), é uma boa idéia organizar um. Nesses arquivos, pode-se encontrar diversas perguntas já respondidas sobre as normas de participação da lista ou news, bem como assuntos relacionados aos tópicos principais de discussão.

Até mais!

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