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Archive for the ‘Edição de video’ Category

Olá amigos, essa dica é bastante util, quem deseja ou precisa baixar videos da Internet, não apenas do You tube, mas também do Yahoo Videos, Google Videos, dentre outros. Existem mais de 50 tipos de sites de compartilhamento de videos, como o Youtube (apesar deste ser o mais popular no Brasil), ademais, podemos querer baixar um video que esteja no site hospedado em um site como a Globo.com, por exemplo.

Uma das inúmeras vantagens do firefox, é a infinidade de plugins e complementos. Um dos meus favoritos é o Video Download Helper, que pode ser facilmente instalado por este link: https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/3006

Depois de instalado, é necessário reiniciar seu navegador (firefox). Algumas distribuições como o Big Linux, ja vem como padrão, como mostra a figura abaixo.

firefox com helper ja instalado Automaticamente, ele cria um novo icone, na barra do navegador. Se estiver cinza, é que não está ativo, se estiver colorida (azul, vermelho, amarelo), é porque o conteudo deste site pode ser baixado para sua maquina. Basta clicar no icone e irá aparecer uma janela (pedindo para salvar) e pronto. Fiz um teste com o You tube e deu certo. (figura 2).

Tela do helper em funcionamento

Lembrando que ele salva no formato original do video. No caso do youtube, que usa linguagem flash, os videos vem no formato VLV, portanto, observe se seu sistema operacional (linux ou windows) possui um programa que leia este tipo de formato. Pronto, agora, ja pode assistir o video, sem precisar da Internet.

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Luz, Câmera, Educação! Criando vídeos educativos com software livre

by Sinara Duarte

Dentro e fora da escola, a televisão, em especial o vídeo, já faz parte do nosso cotidiano. As novelas e os realitys show são o exemplo prático de quanto o público brasileiro valoriza este tipo de linguagem. O vídeo, ou melhor, a linguagem audiovisual já faz parte de nossa cultura, de nossa história, influenciando, ditando modas e costumes, atuando também em nossas capacidades receptivas e sensoriais ligadas às diferentes formas de compreender a realidade.

Na atualidade, a televisão é a meio mais democrático de acesso a informação e entretenimento visto que está presente em 99% dos lares brasileiros (IBGE, 2000). Todavia, percebe-se que inexiste na TV aberta um canal educativo com fins eminentemente educativos, embora a legislação brasileira determine que 10% dos conteúdos veiculados na televisão aberta, deva ter um caráter educativo. Com exceção do Canal Futura e da TV Escola, ambos veiculados em canais fechados, percebe-se a carência de uma programação educativa de qualidade, que de fato contribua para o desenvolvimento e crescimento bio-psico-social de nossas crianças.

O advento do caso Maisa1, em que uma criança de 7/8 anos, era coagida e “torturada” em cadeia nacional para divertir o dono de um canal de televisão é um dos exemplos claros da baixa qualidade da televisão brasileira. Talvez por isso, o site Youtube faça tanto sucesso junto a nova geração, pois é uma rede alimentada pelos próprios internautas que produzem, editam e publicam seus vídeos de forma rápida, fácil e com direito a interação do público. De fato, as mídias, em especial, o vídeo, com suas imagens, movimentos e sons atraem a atenção dos estudantes, muito mais que linearidade do livro didático.

As pesquisas revelam que os jovens e crianças passam mais tempo em frente a tv (e agora ao computador) no que na escola ou lendo livros. O emprego desses novos recursos transformam a dinâmica escolar, as estratégias e o comprometimento de alunos e professores. Por meio da produção do vídeo a educação pode ensejar uma aprendizagem significativa, proporcionando que o aluno aprenda de forma dinâmica e motivadora.

De fato, o vídeo é um excelente recurso para despertar o interesse dos alunos em torno de problemáticas, determinados temas ou trazer novas perspectivas para investigações em andamento. Além disso, pode-se dar aos alunos a oportunidade de criar roteiros e “com uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”, produzir seus próprios vídeos, como propôs Glauber Rocha.

Na educação, o vídeo pode ser utilizado de forma benéfica, dependendo da iniciativa do professor e da participação discente, exercendo diversas funções como: informação, motivação, e meio de expressão. A forma mais usual, talvez seja a utilização como forma de informação e conteúdo de ensino, para contextualizar uma aula por exemplo. È notório que um vídeo sobre o meio ambiente é bem mais interessante, que somente uma aula explicativa utilizando o livro didático.

Neste caso, a introdução do vídeo na escola, deve ser entendida não apenas como uma outra fonte de pesquisa, mas também uma forma de motivação discente, algo que desperte a curiosidade do estudante em saber mais. Uma aula de química é muito mais interessante, se tivermos acesso a uma animação. O curta Oxygen de Christopher Hendryx, (http://kelsondouglas.blogspot.com/2009/05/oxygen.html) apresenta as reações (e ações) do oitavo membro da tabela periódica como se fosse um aluno querendo fazer amigos no colégio. É muito interessante e pode ser produzido utilizando o software livre Blender.

Outra possibilidade é de utilização do vídeo no contexto educativo é como meio de expressão, ou seja, como forma de expressar idéias, sentimentos, descrever espaços, situações imaginar mundos possíveis. Além disso, o vídeo no contexto educativo contribui para a criação de espaços dialógicos, permitindo que os alunos se expressem de diferentes formas, favorecendo o desenvolvimento da consciência crítica sobre a influência da mídia sobre determinados grupos sociais.

A produção de vídeo na escola pode oferecer informação, dinamizar temas significativos, incorporar a transversalidade das atividades curriculares desenvolvidas na escola. A inserção de temas, programas, filmes no processo educativo subverte o ritmo acadêmico, no qual o professor é o principal mentor. Então surge a questão: Por onde começar?

Os alunos podem produzir vídeos utilizam equipamentos simples, como a própria filmadora que já vem embutida na maioria das câmeras digitais ou mesmo utilizar os próprios celulares. Na atualidade, quase todo jovem possui um celular que bate foto, que grava vídeo ou tem um parente em casa que possuía tal equipamento. A escola deveria utilizar todo esse potencial em sala de aula, ao invés de criar leis que proibiam o uso da tecnologia em sala de aula, como aconteceu recentemente com os celulares.

De fato, a escola deveria ser mais um espaço de mediação entre a linguagem midiatica da televisão e do vídeo, para as crianças e jovens, todavia, o que se observa na maioria dos casos, é a utilização do vídeo em sala de aula como forma de passatempo, de diversão, de “matar aula”, sem qualquer planejamento. Sinceramente, acho que até já virou bordão, mas a escola continuada paralizada no tempo e no espaço, feudalizada em seus muros invisíveis da “metodologia”, tentando matar o dragão da tecnologia, quando na verdade, deveria fazer as pazes e tornar a tecnologia sua grande aliada.

Aproveitando temas emergentes, como a nova gripe (H1N1), o jovem poderiam criar filmes ilustrativos de prevenção. Por que não fazer um vídeo, dentro da própria escola, alertando para os riscos de contágio, usando uma linguagem contemporânea, do jovem para o jovem ? Com relação a edição de filmes, o mundo do software livre oferece uma gama de oportunidades. Os jovens poderiam editar e publicar suas produções na própria escola, utilizando o laboratório de informática educativa. Evidentemente é preciso haver equipamentos disponíveis e espaço dentro da rotina escolar. O que não se pode aceitar é a escola do século XXI continue excluída do universo multimídia em que vivemos.

E quem disse que editar filmes no linux é difícil? O avanço das tecnologias livres e de softwares de edição em código aberto facilitaram o processo de construção de video educacionais, fazendo com que professores possam passar de meros expectadores e avaliadores para produtores de vídeos educacionais, capacitando-se para isso e podendo produzir conteúdo de qualidade, contextualizados com a sua realidade.

De fato, com o software livre o aluno não fica preso a máquina e a tecnologias proprietárias, pois pode editar seus próprios vídeos em casa, na escola, na casa dos amigos, enfim, eles estão interessados pelo mundo que os cerca e usam o computador para compreendê-lo melhor e interagir com ele. O ideal é que professores e alunos tenham acesso a esse recurso dentro da escola, com vistas a utilizá-lo no momento mais conveniente para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.

Na atualidade, existe uma diversidade de opções de editores de vídeos livres que podem ser utilizados no contexto educativo. De fato, o software livre apresenta uma riqueza de possibilidades, desde o mais simples editor de filme até a tecnologia mais complexa, como a utilizada na animação Madagascar. Quem não lembra do leão Alex tentando voltar para a África? Poucos sabem, mas esta animação só possível porque os produtores utilizaram na época, softwares livres que contribuíram para a autonomia e a redução de custo e tempo. Time is Money!

Para os iniciantes, temos o Avidemux, (avidemux.org/) uma ferramenta para edição que permite ao usuário alterar, recodificar e adicionar efeitos aos seus vídeos. Sua interface bem intuitiva, contribui para ser um dos mais utilizados. Desenvolvida em C/C++ o software inclui alguns recursos interessantes como conversão de vídeos para formatos compatíveis com o MPEG, MP4, PSP, iPod ou DVD. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE, Ambiente gráfico X11. É possível encontrar um pequeno tutorial (em português), criado pela competente equipe do Studio Livre no seguinte endereço: (http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=AviDemux).

Outro recomendado para iniciantes é Kdenlive (http://www.kdenlive.org/). Também muito intuitivo este software que têm como características principais dois monitores de vídeo, linha de tempo com multiplas pistas e o recurso de mover ou redimensionar, além de comunicação outras ferramentas. To devendo há décadas, um tutorial “for teacher”, acerca do Kdenlive, ainda está prematuro na gaveta, mas tentarei colocar as obrigações em dia. Aguardem notícias…

Já para os mais experientes temos o Jahshaka, uma suite de pós-produção que inclui módulos para edição, composição, animação e inserção de efeitos visuais ou gráficos em áudio e vídeo. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE e Ambiente gráfico X11.

Outra opção de edição de vídeos é Kino é um software editor não-linear de vídeo para GTK+. Trata-se de uma ferramenta para capturar, editar e exportar vídeo digital em vários formatos. O programa pode importar arquivos AVI e DV, inclusive por meio da interface FireWire de câmeras digitais de vídeo. Por meio do FireWire pode também exportar vídeos nos padrões NTSC e PAL. A lista de formatos com os quais o kino é compatível inclui: DV, AVI, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4 e Áudio: WAV, Ogg Vorbis, MP3.

Quem gosta de complexidade e profissionalismo, o Cinelerra (http://cinelerra.org) é perfeito. Considerado por muito críticos, o melhor de todos, todavia não é recomendado para amadores por exigir alto conhecimento técnico. Um de seus atrativos é editar áudio e vídeo em alta definição, sendo compatível com os sistemas de cor RGBA e YUVA, e ainda com vídeos em qualquer proporção, medida e taxa de quadros.

Além, desses existem ainda o OpenShot, Lives, dentre outros, enfim, versatilidade é a palavra-chave quando se fala em edição de vídeo em software livre. A revista está recheada de opções que podem ser utilizados no contexto educativo. (Essa edição é histórica!). Todo esse leque de possibilidades só é possível graças ao modelo aberto, dinâmico, colaborativo, flexível, baseado na solidariedade e na disseminação do conhecimento, aportes teóricos do movimento do software livre. Portanto, a escola, a adoção do software livre é imprescindível! As oportunidades que a tecnologia livre e aberta oferece para professores e alunos são inúmeras e em muitos casos insubstituíveis.

Enfim, a escola deve ser um espaço de criação. Ao professor cabe desenvolver a curiosidade dos alunos, sugerindo temas e fontes de pesquisas, ensinando a pesquisar, observar, registrar o que está aprendendo e por que não fazer tudo isso com uma câmera na mão. Portanto, silêncio na sala de aula! Luz ! Câmera! Educação! (sussurrando) Ah, não esqueça da pipoca para festejar depois o sucesso e a criatividade de seus alunos. Até a próxima!

1 A referida menina, que ganhou maior visibilidade a partir dos quadros veiculados no programa dominical “Silvio Santos”, nos dias 10 e 17 de maio do corrente ano, passou por diversos constrangimentos, mas principalmente, quando o apresentador explorou o pavor da garota diante de outra criança mascarada, que por sua vez, demonstrou desconforto por assumir este papel.  Os constrangimentos, público e moral sofrido por Maisa, com possíveis implicações psicológicas e sociais, foram agravados pelo incitamento que o apresentador fez ao auditório, para que aderisse a ele na ridicularização da menina. A menor foi afastada por ordem judicial do programa dominical, mas continua apresentando programas infantis na mesma emissora.

Como referenciar: ROCHA, SSD. Luz, Camera, Educação: criando videos educativos com software livre! In Revista Espiríto Livre. 6 ed. (online). Setembro 2009. Disponivel em <www.espiritolivre.com.br> Acesso em: ddmmaaaa


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Olá amigos, saiu a edição numero 6 da revista Espirito Livre, a tematica deste mês é edição de videos no linux (muito util para nosso contexto educativo). A melhor revista de TI focada em software livre na atualidade. Quem quiser ler as edições passadas,  uma alternativa é visitarem o site da revista [http://revista. espiritolivre. org], uma vez que sempre tem novidades por lá.
Detalhe: a revista é gratuita e totalmente online. É pegar, ler e gostar. Não esqueçam de divulgar…

Lançada edição n. 6 da Revista Espírito Livre


Editorial by João Fernando

Não muito diferente de julho, o mês de agosto também não foi nada fácil. Muito trabalho, e grande parte dele acumulado, para que você consiga ler a edição do mês de setembro a tempo e sem menores problemas. Esta edição traz como matéria de capa Edição de Vídeo, mostrando aos leitores através de vários ângulos que é possível desempenhar um bom trabalho utilizando software livre para produzir, editar e criar material em vídeo.

Para reforçar o tema são apresentadas nesta edição duas entrevistas. Giuseppe Torelli e Tadej Borovšak, desenvolvedores do Imagination, falam do software de geração de vídeo a partir de imagens. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor, fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Vj pixel também participou da redação de uma matéria interessante sobre Open Video e Sinara Duarte apresenta ainda diretrizes para se trabalhar com vídeos em sala de aula. Flávia Jobstraibizer continua a falar sobre o PHPBoleto e Walter Capanema também desdobra outros aspectos jurídicos sobre Spam. Alexandre Oliva relata uma feliz experiência com um netbook Yeeloong, com sua tela de 9′ e um eficiente processador. Outros tantos colaboraram na edição, enviando dicas, sugestões, dúvidas, comentários e participando das promoções. A estes, o nosso muito obrigado.

Tivemos uma dose tripla de matérias sobre o Blender Day que aconteceu em diversas cidades do Brasil. Recebemos três relatos que estão publicados na seção Eventos. Além disso trazemos um relato sobre o Consegi 2009, que aconteceu em Brasília, prontamente apresentado por Juliana Kryszczun. Lázaro Reinã continua sua jornada rumo a LUA e Cézar Taurion apresenta uma questão que por muitos é considerada polêmica: a receita advinda de projetos open source.

A cada edição apresentamos também nossa seção de emails que traz relatos dos leitores com opiniões, sugestões e comentários diversos. Fico muito feliz em saber que uma parcela considerável de técnicos, estudantes e entusiastas estão tendo acesso à publicação e que a mesma está fazendo a diferença entre estes. Tal informação pode ser também considerada como uma injeção de ânimo diante dos diversos problemas que surgem quando se está à frente de uma revista.

A Revista Espírito Livre traz, assim como nas edições passadas, a relação de ganhadores das promoções da edição anterior, que continuam nesta edição com o acréscimo do sorteio da Latinoware 2009. Firmamos uma parceria com a organização da Latinoware 2009, que nos disponibilizou 10 inscrições, as quais serão sorteadas entre os leitores. O evento que acontece no próximo mês e a Revista Espírito Livre estará presente! Então, se você não participou das promoções da edição passada, não perca tempo e participe. No site oficial da revista [http://revista. espiritolivre. org] e nas redes sociais onde a revista se encontra presente também pipocam novidades (e sorteios exclusivos).

A Revista Espírito Livre, vem mais uma vez mostrar para que veio, através de uma equipe competente e novas inserções no quadro de colaboradores, matérias de relevância e participação de toda a comunidade. Apresentamos um modelo de colaboração onde todos podem participar de alguma forma. Isto nos torna únicos. Agradecimentos a todos os que tornam todo esse amontoado de dados em informação de qualidade. Assim como disse na edição passada, sem vocês a revista não seria o que é.

Abraço a todos!

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E o software livre vai às telas! O documentário INproprietário ( 30 minutos) fala sobre as origens do Software Livre é o resultado do trabalho de conclusão do Curso de Comunicação Social do Centro Universitário FIEO, produzido pelo Daniel Bianchi e Johnata Rodrigo. Contém várias entrevistas, de algumas personalidades bem conhecidas do mundo do SL, visando explicar o que é o Software Livre, sua história, no que ele se diferencia do software não-livre como é o software proprietário ou o software grátis, qual a sua filosofia e o porquê de ele já ser um sucesso. O arquivo para download tem aproximadamente 300MB e está sendo distribuído livremente. Assistam, copiem, divulguem e distribuam este pequeno filme, é o que os seus autores pedem. O download pode ser feito via bittorrent.

O video é bastante útil para nossos alunos, apresenta de forma clara, o início do movimento do software livre.

O email para dar os parabéns pela iniciativa e trocar algumas figurinhas é:

Para assistir, baixe o torrent: http://www.mininova.org/tor/2571016

No meu Big linux, já  nativo com o programa qbitorrent (versão livre do bitorrent), é só salvar o link e pedir para o programa fazer o download automaticamente. Facil, não? Agora, se você não sabe o que é um torrent, leia o artigo do Jomar a esse respeito:http://www.artigos.etc.br/afinal-o-que-sao-torrents.html

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Sitio oficial do ScrathEssa semana, tivemos uma discussão muito profícua na lista dos blogs educativos e descobri uma dica legal repassada pela Prof Jenny Horta. Para quem gosta de aprendizagem colaborativa com os alunos, chama-se Scratch. É uma linguagem de programação criada no Media Lab do MIT, que permite criar pequenas histórias e/ou animações, jogos, arte etc. O software (ou ambiente de desenvolvimento como alguns preferem) baseia-se na tradição do LOGO, onde o aluno cria um lógica de programação e depois publica na internet (como o Youtube, por exemplo). O programa de criação é freeware (não é um software livre, como alertou o professor Thadeu Penna da UFF) mas pode ser baixado gratuitamente em sua página oficial. Já existem versões para Windows e Mac. No GNU/Linux, ainda não existe uma versão específica, mas segundo o Prof Frederico Guimarães do Grupo Software Livre Educacional ele funciona normalmente usando o Wine. Eu fui testar e funcionou redondinho no Kurumin NG (Kubuntu). Para quem não sabe o Wine, é um software que simula o ambiente do Windows, enganando o outro software . Não é emulação. O Wine é um ótimo recurso para rodar programas executáveis para Windows. (EXE)

Um detalhe importante: tanto no windows quanto no linux para funcionar é preciso ter o software Java (eu usei a versão 6) instalado na máquina para visualizar os projetos criados que podem depois serem compartilhados na internet na página oficial.

Sitio oficial: http://scratch.mit.edu/ (tem suporte a lingua portuguesa)

O colega Tito Moraes de Portugal (http://www.miudossegurosna.net/), indicou o site Sapo Kids, uma iniciativa que inclui e disponibiliza uma versão do Scratch em português e que foi lançado recentemente. Trata-se do Sapo Kids: http://kids. sapo.pt. Eis a página com os projetos feito com o Sapo Scratch em português: http://kids. sapo.pt/scratch/

A página de download do Sapo Scratch em português (europeu):
http://kids. sapo.pt/scratch/ download

Eu baixei o Scratch 1.3.1 (do site do Sapo) e funcionou com o wine 1.0.0.0 no Kurumin NG (kubuntu). No kurumin 7.0 não consegui atualizar o wine por isso não deu certo. Eis a tela principal do Scratch no linux.

Tela principal do ScratchEu particularmente achei muito parecido com o LOGO, (aquele proposto do Parpert na década de 70, da tartaruga), mas com a possibilidade de publicação na internet. Vou ver se consigo uma apostila a respeito.

Outra ferramenta educativa livre que também se permite a criança programar e criar suas próprias animações e histórias interativas é o Squeak. É um software livre (opensurce) semelhante ao Scratch (freeware), mas com uma interface não tão intuitiva quanto o Scratch. Todavia, tem uma comunidade bem ativa, cursos voltados para educadores gratuitamente na internet (http://www.squeaklandia.pt/aprender/), sem contar que possui uma versão oficialmente lançada e desenvolvida para o laptop XO (aquele do OLP, projeto um aluno, um computador, da Lea Fagundes). Inclusive a equipe da Lea Fagundes (UFRGS), estava concluindo uma apostila a esse respeito. Eis a tela principal do squeak

Tela principal do Squeak

Maiores informações: (http://www.squeaklandia.pt/index.php)

Maiores informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Scratch

http://nonio.fc.ul.pt/recursos/scratch/obj_scratch1.htm#ler

http://www.squeak.org/ (em inglês)

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Esse software é excelente para o aprendizado em tempos de internet. Ele é um programa de edição de vídeos que captura imagens da sua tela. Por exemplo: você que mostrar como se cria um link na área de trabalho do KDE. Vc inicia a gravação e, com o cursor, mostra como se faz. Comanda o término da gravação, e pronto. O que vc fez com o mouse e tudo o que apareceu na tela do monitor ficou registrado no vídeo.

Para baixar gratuitamente: http://www.debugmode.com/wink/download.php

Além do que possui versão para Windows e para Linux. Faz o mesmo que o Lotus Screen Cam, mas é gratuito. Vc pode com ele fazer apresentações, em situações de treinamento de software, por exemplo. Ou ainda enviá-lo no formato flash, via web.

Isto vai ajudar muito na difusão do linux e na educação a distância, pois quando algum colega tiver alguma dúvida, a dica pode ir na forma de vídeo. O tamanho do arquivo fica aceitável para nossa internet, e ele pode ser posicionado em alguma página pessoal, para não congestionar nossos emails.

Quem nos deu esta dica foi o Lucas do Open-Ce e Prof Edilmar (Fortaleza) por email.

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