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Archive for the ‘educação’ Category

Olha que noticia bacana! A inclusão social por meio da tecnologia. Não conhecia o projeto Livro falado. Que tal? O cadastro é gratuito e super simples, apenas nome, email e instituição de ensino. Andei dando uma olhada, tem livros do Ziraldo, Ruth Rocha, Ana Maria Machado, Pedro Bandeira, e outros autores contemporâneos além dos clássicos da Literatura Nacional. Muito legal mesmo. O formato é em MP3 e a licença é livre, apenas para o audio (sem o texto). O download eu fiz usando o plugin do firefox, o Helper, facílimo….  Vejam a notícia na integra:

O projeto Livro Falado lançou esta semana o site www.livrofalado.pro.br onde deficientes visuais podem ter acesso a mais de 350 livros gravados, de cerca de 280 autores brasileiros. “O objetivo também é atender pessoas com cegueira dos outros países de língua portuguesa: Portugal, Angola, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné Bissau”, disse à Agência Brasil a criadora do projeto, a mestre em teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Analu Palma.

Para isso, o projeto, que existe há dez anos, conta com patrocínio da BR Distribuidora e a parceria da Academia Brasileira de Letras (ABL). “Com a ABL, fiz uma parte desses livros que estão sendo colocados no ar”. A gravação da Coleção Voz da Academia contou com a adesão de artistas e locutores, como Lea Garcia e Iris Lettieri.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no Brasil, a prevalência de cegueira na população é de 0,3% e de baixa visão, 1,7%. A pessoa com baixa visão é aquela que mesmo após tratamentos ou correção óptica apresenta diminuição considerável de sua função visual. O projeto Livro Falado pretende incluir os deficientes visuais em duas instâncias: na questão da literatura, de acesso ao livro; e no tocante à qualificação para o ator cego.

Analu Palma é autora do livro falado Uma História para Ler, Gravar e Ouvir, em que apresenta para as pessoas as habilidades e dificuldades de uma criança que não enxerga, além de ensinar como se grava livros para deficientes visuais. Com base nesses ensinamentos, ela começou a ministrar oficinas do livro falado. Já foram capacitados, até agora, mais de 400 ledores em todo o país. “É por meio dessas oficinas que a gente está com esse acervo construído.”

Os ledores voluntários são qualificados e aprendem como transformar um livro impresso em uma obra acessível em áudio para uma pessoa que não enxerga. “Outro procedimento é aprender a gravar em um programa de computador para que o livro já fique em CD”. A terceira fase da oficina se refere à voz do voluntário, ou seja, ensina como ter uma boa dicção, além de boa leitura. “A gente transforma o livro numa coisa atraente para aquele que está ouvindo o
material que a gente produz.”

Analu vem ainda pesquisando métodos para que o ator com deficiência visual possa se qualificar, produzindo também livros de teatro falado para ele. Ela o ensina ainda a tornar o corpo expressivo para as artes cênicas. “O objetivo é abrir a comunicação por meio de canais artísticos tanto do teatro quanto da literatura.”

Para acessar os livros gravados, as pessoas cegas devem acessar o site www.livrofalado.pro.br. Para obter a gravação de um livro específico, é preciso enviar e-mail para livrofalado@livrofalado.pro.br. A remessa é gratuita.

fonte: Correio Brasiliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/02/brasil,i=183496/PROJETO+LIVRO+FALADO+PARA+DEFICIENTES+VISUAIS+LANCA+SITE+NA+INTERNET.shtml

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O Gen-Virtual é  um software livre, para reabilitação cognitiva, fruto da tese de doutorado da Prof. Ana Grasielle, e ja está disponivel para download no link: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual. O video é bem didático e apresenta as facilidades de utilização deste software para pessoas com limitações físicas.  Os recursos utilizados são minimos, um computador, uma webcam e cartões. Eu amei! Tem também a reportagem Som Maneiro, que reproduzo aqui, da Revista A rede. Até mais!

Som maneiro, é a reportagem que alia musicoterapia a educação especial por meio datecnologia O software livre, Gen Virtual ” é uma alternativa barata e motivante de tecnologia assistiva” por Áurea Lopes

ARede nº56,marçode 2010 – Cabelo arrepiado, brinco na orelha, Ezequiel Manoel Soares tem 18 anos e gosta de guitarra. Esse é o instrumento que ele prefere “tocar” no GenVirtual, software – livre e com primeira versão disponível na internet – desenvolvido por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Baseado na tecnologia da realidade aumentada (veja o texto abaixo), o programa vai muito além de uma ferramenta divertida para executar músicas digitais. Enquanto “brinca de roqueiro”, o jovem Ezequiel, portador de Distrofia Muscular de Duchenne, faz movimentos de flexão e extensão de cotovelo e de punho, torção de mãos, entre outros exercícios que ajudam a recuperar seus membros superiores, há onze anos comprometidos por deformidades decorrentes dessa doença genética.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Distrofia Muscular (Abdim), no ano passado, mostrou que o programa é capaz de elevar de 74% para 88,6% o grau de motivação dos pacientes. Nos tratamentos convencionais, os exercícios são realizados com materiais como massa de modelar, por exemplo. As técnicas tradicionais têm vantagens como trabalhar a manutenção da amplitude de movimento e da força muscular. “Mas o entusiasmo dos pacientes com a atividade no computador é um ponto positivo de grande valor. Por isso, recomendo o uso complementar das duas modalidades”, avalia Adriana Nathalie Klein, coordenadora do setor de terapia ocupacional da Abdim e responsável pela organização do ensaio clínico do GenVirtual, feito com 16 pacientes da associação.

O GenVirtual tem como principal objetivo restabelecer ou melhorar funções motoras (coordenação, equilíbrio, mobilidade e sincronização) e cognitivas (atenção, memória, concentração, raciocínio e percepção sensorial), por meio de experiências musicais de criação, reprodução e audição sonora e musical, jogos de siga-sons-e-cores e brincadeiras rítmicas. Na prática, coloca-se sobre a mesa cartões com imagens de instrumentos e notas musicais. Uma câmera capta a imagem do instrumento, que será o selecionado para a atividade – a guitarra, no caso de Ezequiel. Depois disso, é só tocar os cartões em que estão desenhadas as notas e o computador executa a melodia.

Uma grande sacada é a mobilidade da solução. Diferente de um teclado musical, composto de teclas fixas e de tamanhos imutáveis,  nesse sistema o terapeuta pode criar elementos virtuais de diferentes cores e tamanhos e posicioná-los sobre a mesa em diversas formações, de acordo com as necessidades de cada paciente – mais longe, para que o cotovelo seja esticado; alinhados ao lado da mão em que o paciente tem menor mobilidade; na direção para o qual os dedos devem ser estirados etc. O programa também funciona para exercícios de membros inferiores, basta posicionar a câmera e os cartões de modo adequado a essa aplicação.

Atualmente, além do módulo de composição, que oferece opções de instrumentos de sopro (flauta, gaita, saxofone) e corda (violão, guitarra, piano), o GenVirtual traz um jogo da memória sonoro. Mas a “mãe da criança”, a pesquisadora Ana Grasielle, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica (USP), já está ampliando as funcionalidades do programa. Ela está testando o novo módulo Jogo das Palavras, que integra imagem, texto e som. Por exemplo: ao montar a imagem de uma casa, o usuário vê o texto escrito e ouve a palavra pronunciada. “É uma aplicação que pode ajudar a alfabetização de pessoas com déficit cognitivo”, diz Ana, que vai apresentar o GenVirtual em sua tese de doutorado, a ser defendida ainda este ano. Outra funcionalidade em estudo é o que Ana chama de “timing coincidente” – uma espécie de jogo em que o usuário precisa tocar no objeto real acompanhando o tempo determinado pelo programa.

Formada em Engenharia da Computação e cursando doutorado em Engenharia de Sistemas Eletrônicos, a autora do programa reforça que seu desafio, nesse projeto, é oferecer tecnologia assistiva de baixo custo e fácil utilização: “O GenVirtual pode ser colocado na televisão. Isso quer dizer que pode ser usado em casa, gratuitamente”. Ana explica que, em especial no universo de atendimento público de saúde, os pacientes não dispõem de recursos assistivos em suas casas. Fazem exercícios com equipamentos das clínicas e, terminado o horário, vão embora e esperam até a próxima sessão. “Mesmo um paciente de família mais humilde hoje tem computador. Ou tem um colega, um vizinho que tem. Então, é só baixar o software da internet e praticar mais um pouco em casa”.

A primeira aplicação prática do GenVirtual foi na Associação de Assistência à Crianças Deficientes (AACD), em terapias de pacientes com paralisia cerebral. Muitas pessoas que sofrem de deficiência física ou baixa mobilidade não conseguem interagir com instrumentos musicais convencionais. Nesses casos, a musicoterapeuta utiliza recursos assistivos, como adaptadores com ponteiras nas mãos para usar o piano, fixadores de pandeiro para uso das duas mãos, entre outros. Tocar música pelo computador foi uma novidade que fez sucesso. Segundo a coordenadora do setor de musicoterapia da associação, Marilena do Nascimento, o software permite muito mais do que criar melodias ou reproduzir músicas conhecidas. O GenVirtual possibilita treino motor e amplia as funções cognitivas como atenção, concentração e memória. “Depois que começamos a testar o programa na AACD, percebemos que a ferramenta poderia ser também útil em outros setores da área da saúde, como terapia ocupacional, fisioterapia etc.”, conta Ana.

www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

A divertida realidade aumentada
Cada vez mais, sistemas computacionais respondem a toques, gestos e voz. O ambiente externo ao computador é capturado pelo hardware por meio de softwares específicos, auxiliados por dispositivos como câmeras e sensores. E, a partir desse recurso, cria-se a realidade aumentada, ambiente atrativo que desperta a curiosidade e a imaginação ao trazer objetos virtuais tridimensionais para o mundo real do usuário.

No caso do GenVirtual, os objetos virtuais são introduzidos no cenário real por meio do reconhecimento de símbolos musicais impressos em papel comum (cartões). Os cartões podem ser impressos em diversas cores e tamanhos, e posicionados na mesa de acordo com o desafio motor desejado. A identificação dos símbolos dos cartões é feita pelo processamento das imagens, capturadas por uma webcam conectada ao computador. Quando o símbolo do cartão é reconhecido, o GenVirtual cria um objeto virtual tridimensional associado ao som do respectivo cartão.

fonte da Noticia: Revista Arede março 2010: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/157-edicao-no56-marco-de-2010/2750-um-som-maneiro

Pagina Oficial do Projeto em Português: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

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Vejam, o artigo publicado na Revista A rede nº50, agosto de 2009, que fala um pouco do SL educacional, grupo no qual faço parte.

Digite software livre, na busca por Educação:Com os programas de código aberto, professores e alunos aprendem mais e melhor.

Por Áurea Lopes

Estão postos, hoje, dois grandes desafios para o efetivo avanço da Educação básica no Brasil. O primeiro é quebrar a resistência de muitos professores – a maioria vinda de faculdades onde pedagogia não rima com tecnologia – em aceitar os computadores como seus assistentes na missão de formar cidadãos autônomos. O segundo é mostrar, aos professores já dotados dessa compreensão, que existe vida inteligente além do Windows.

A rejeição – medo? – ao computador vai sendo vencida, meio na marra, porque os professores não podem mais se negar a viver no mundo dos seus alunos. Ou porque começa a ficar difícil preparar aulas e provas sem uma pesquisa na internet. Mas ainda há muito a ser feito quando se trata do uso do software livre (SL), hoje um  privilégio de poucos. E não porque os programas de código aberto e acesso gratuito sejam produtos inacessíveis ou inviáveis tecnicamente. Ao contrário. Estão à mão, na web, nas máquinas enviadas pelo governo federal às escolas públicas, disponíveis para serem usados, adaptados para qualquer tipo de aplicação educacional. E sem que se gaste um centavo.
O problema é que muita gente não sabe disso. A começar pelos responsáveis por assinar os diplomas dos educadores. Em um levantamento realizado no ano de 2008,  com 23 instituições de ensino superior, em cursos de Pedagogia, Matemática e Letras, pouco mais de 10% dos currículos trazia Informática Educativa como disciplina obrigatória. Os dados, coletados por Sinara Duarte, pesquisadora de novas tecnologias da educação com ênfase em software livre, mostram também que apenas um curso de Matemática abordava SL; e apenas um curso de Letras abordava SL, dentro da disciplina de Fonética. “Muitos docentes se formam sem conhecer o uso pedagógico do computador e muito menos do software livre”, conclui Sinara.

É um absoluta incoerência, na opinião do professor Frederico Gonçalves Guimarães, coordenador do projeto Software Livre Educacional, utilizar um programa proprietário em Educação: “Educar significa preparar para a autonomia. E no mundo proprietário acontece o inverso, o usuário é dependente do dono da tecnologia”. O professor explica que o SL é educativo por essência: “Você pode abrir, mexer, ver como funciona. É um aprendizado, vira um laboratório”.

Outro benefício é que esses programas podem ser alterados e adaptados para as necessidades sempre que necessário, sem o usuário ter de pagar por isso, sem precisar esperar que o dono da tecnologia lance no mercado uma nova versão do produto. Por exemplo: a comunidade responsável pelo pacote de aplicativos de código aberto BrOffice já adaptou o seu corretor de textos às novas regras ortográficas do português, enquanto o Microsoft Word em português não tem prazo para ser atualizado. Guimarães cita ainda o caso da Suécia, país que tem três idiomas, um dos quais de pouca abrangência. “Os programas proprietários só contemplam os dois idiomas principais. Então eles adotaram o Linux e desenvolveram as aplicações no terceiro idioma”, conta o professor.

Além da liberdade de usar, a liberdade de copiar faz muita diferença – e gera significativa economia – nos projetos de âmbito público. Na cidade de Passo Fundo (RS), a distribuição Linux Kelix – Kit Escola Livre foi instaladas nas escolas da rede municipal. Marinez Severis, coordenadora de Informática Educativa e do Plano de Desenvolvimento Escola, da secretaria municipal de Educação, conta que a primeira reação dos professores foi de má vontade. “Eles estavam acostumados com o Windows. Mas depois que conheceram a ferramenta livre, adoraram. Porque era possível fazer muitas coisas, além da facilidade de copiar os programas, levar pra casa, instalar onde fosse. Acabou aquela amarra de ter que comprar uma licença para cada máquina ou a situação constrangedora de piratear”, diz Marinez.

“Para que o software livre se difunda no ambiente escolar, falta apenas aculturação”, alerta Peterson Danda, consultor em SL e especialista em implantação do Linux Educacional. Ele compara: “Mudar  do programa proprietário para o livre não é nada diferente de mudar do Windows XP para o Vista. É tudo diferente, mas você aprende. E quem começa já no SL não tem mais dificuldade do que quem começa em proprietário”.

Uma vez ultrapassada a barreira do desconhecimento, os resultados são animadores. A professora de matemática Lilian Ribeiro leciona na escola estadual Luciana de Abreu, em Porto Alegre (RS), que participa do projeto federal Um Computador por Aluno (UCA). Em 2007, a escola não tinha sequer laboratório de informática. Em 2008, chegou o notebook XO, onde estava instalado o programa Etoys, livre e gratuito (disponível no site http://www.squeakland. org), que estimula o raciocínio lógico e a criatividade.

“Eu nunca tinha mexido em um computador. Muitos alunos nunca tinham visto um computador. Aprendemos todos juntos”, lembra a professora, que usa o Etoys para alunos desde a 2ª série do Fundamental. “As crianças têm dificuldade de fazer abstrações. O software me encantou pela possibilidade de trabalhar os conceitos abstratos”, acrescenta. Lilian revela, orgulhosa, que, depois da chegada dos computadores à escola, alunos de 3ª e 4ª séries do Fundamental passaram a se interessar por SL a ponto de participar, nos dois últimos anos, dos fóruns especializados realizados em Porto Alegre.

Nem tudo são flores
No Brasil, um entrave sério à disseminação do software livre educacional é a questão do idioma. Existem milhares de aplicativos na web, mas poucos em português. Com essa preocupação, um grupo de educadores criou, em 2008, o projeto Software Livre Educacional, que funciona por meio de uma rede social aberta. O professor Guimarães explica que a proposta é organizar documentação e fazer tradução de SL, devolvendo o conteúdo como um valor agregado para o desenvolvedor: “Assim ele pode incorporar ao pacote e todo mundo será beneficiado”.

Dentro do projeto, foi traduzido o programa GCompris, que tem mais de cem aplicativos disciplinares, de caráter predominantemente lúdico. Ou seja, bastante adequado para uso na educação básica. “Nosso trabalho não é ensinar como usar o programa, qual tecla deve ser apertada. Mas sim ensinar o que o professor pode fazer com o Gcompris dentro da classe”, esclarece Guimarães. Em parceria o projeto Texto Livre, que dá suporte linguístico a comunidades de SL, foi feita, no ano passado, a tradução do Tuxpaint, programa para trabalho com imagens. “Fizemos a tradução dos carimbos para o português e ainda gravamos vozes de crianças brasileiras”, conta Daniervelin Renata Marques Pereira, coordenadora do Texto Livre, integrado por alunos do curso de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais.

A pesquisadora Sinara Duarte reconhece que cresceu o interesse das comunidades de programadores sobre SL – um exemplo disso são as distribuições Edubuntu, Kelix, Pandorga, Ekaaty, entre outros, todos já traduzidos. No entanto, ela fez uma pesquisa no banco de dados Scielo (www.scielo. org), biblioteca virtual que abrange periódicos científicos, e verificou que, entre os mais de 220 mil artigos catalogados, havia apenas quatro, em português, referindo-se ao uso do software livre na educação. “Temos um longo caminho a trilhar…”, avalia Sinara.

http://sleducaciona l.org
www.textolivre. org

Cooptado ao mundo livre

Um exemplo típico de aculturação ao mundo do software livre é o professor Luiz Carlos Neitzel, integrador de tecnologias do Núcleo de Tecnologia Educacional de Joinville (SC). Ele lecionou Educação Física por 12 anos, sempre com um olho na informática educativa. Em 2004, com a chegada do primeiro Linux Educacional nos equipamentos do ProInfo, ele “foi obrigado” a usar o SL: “Naquela época, não era tão fácil. O Linux ainda dependia de comandos, não era tão amigável”. Em 2008, com a versão 2.0, Neitzel começou a descobrir que podia fazer, no Linux, o mesmo que fazia no Windows.

“Tem aplicativos com recursos até mais estáveis, além de ser mais seguro – o que, em um ambiente escolar, é muito importante porque a garotada vai clicando, sem medo. Aí, se tiver um vírus, simplesmente não abre”. O professor aponta, ainda os pacotes gratuitos de excelente qualidade: “É só baixar. No mundo proprietário, os melhores programas são pagos”, ressalta.


NOVO Linux Educacional

O Ministério da Educação lançou, este ano, a versão 3.0 do sistema operacional Linux Educacional, que vem em todas as máquinas do ProInfo, programa do governo federal para fomentar o uso pedagógico da informática nas escolas públicas. Em ambiente gráfico KDE, a nova versão, mais estável, mais amigável, é baseada na distribuição KUbuntu 8.04. Traz atualizações de pacotes de aplicativos como o Desktop, a EduBar, a Ferramenta de Busca, o Repositório Debian de Conteúdos e o Live-CD. Para fazer o download. É importante ter um programa para gravação do arquivo em um CD como imagem ISO. Pode ser usado, por exemplo, o K3B. Após a gravação, o CD se torna um Live CD. Ou seja, o usuário pode testar o Linux Educacional sem precisar instalar no computador.

http://webeduc. mec.gov.br/ linuxeducacional

fonte: Revista Arede

Quem quiser ler a revista completa acesse aqui:

http://www.arede. inf.br/inclusao/ edicao-atual

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Pois eh, muita gente ta reclamando que não está conseguindo acessar a plataforma freire – Plano Nacional de Educação (http://freire.mec.gov.br/ssd/index/), pelo linux (firefox). Na verdade é apenas um problema técnico, o certificado de segurança expirou, e o computador interpreta como uma pagina insegura ou suspeita. Ja vi comentarios dizem que é pegadinha ou virus. Não é nada demais, basta aceitar o certificado. Vamos aprender a fazer isso no firefox ?

Se a sua tela aparece a seguinte mensagem (vide figura abaixo), Não se preocupe tem solução.Clique em adicionar exceção.

telaerro1

tela de erro da plafaforma freire

Se aparece essa tela, no seu computador não se assuste, não é nada demais. Apenas clique no azul, confirmar exceção de segurança.telaerro1

Pronto, basta clicar em adicionar exceção (figura acima). Vai aparecer outra tela com uma janela.

telaerro2

Mande exibir o certificado e confirmar a exceção de segurança. Pronto Ja pode acessar a Plataforma Freire com seu CPF e senha que vc ja cadastrou.

telaerro3

Não deixe de conferir o restante do tutorial como se inscrever na plataforma freire, neste post. https://softwarelivrenaeducacao.wordpress.com/2009/07/25/795/

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Olá amigos, mais uma dica de software livre educativo que pode ser utilizado no aprendizado da Lingua Portuguesa é o  Gconjugue.

Esse SL conjuga os verbos da língua portuguesa falada no Brasil. Ele é baseado no conjugue, um software livre, desenvolvido por Ricardo Ueda Karpischek.

O gconjugue é distribuído sob a licença GNU/GPL. Uma cópia da licença encontra-se no arquivo com o código fonte do programa.

Quem usa Linux Debian, Ubuntu ou uma distribuição Linux derivada de uma dessas duas, poderá instalar o gconjugue a partir dos repositórios oficiais. Se a versão nos repositórios estiver desatualizada, você pode tentar instalar este pacote: gconjugue_0.7.2-1_i386.deb (md5sum 304720eeaa027f1278ff2b5d386105c8, compilado no Ubuntu 8.10).

Maiores informações:  http://jalvesaq.googlepages.com/gconjugue.html

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Tela inicial do software musibraile

Tela inicial do software musibraile

Olá amigos… Sabe aquelas noticias, que a gente tem orgulho de divulgar e dizer que é brasileiro. Pois eh, Mais uma novidade que contempla a inclusão digital e social de pessoas com dificuldade visual. O Musibraile é um software livre e gratuito criado pela equipe do Dr. Borges (UFRJ) . O objetivo é contribuir para a educação musical de pessoas com deficiência visual. O software é todo em lingua portuguesa e consegue transcrever para braille as partituras.  A cerimonia oficial de lançamento ocorreu em Brasilia, ontem. Por enquanto, a versão é exe (experimental). Nem precisa conhecer com profundidade (musica) para utilizar o programa. No site oficial, tem um video feito pelo idealizador, bastante didático. Vale a pena!

Maiores informações no site:  http://intervox. nce.ufrj. br/musibraille/

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Fiquei bastante feliz, com a noticia. Até que enfim, os professores vão ter direito a cursar um nivel superior.

O ministro da educação Fernando Haddad anunciou nesta terça- feira, dia 30, que os professores que não possuem licenciatura já podem, através da Plataforma Freire, escolher um curso e fazer a pré- inscrição.
Serão diversas opções de cursos nas principais instituições públicas de ensino superior federais, estaduais e comunitárias do país . Para o segundo semestre de 2009 são 54 mil vagas e mais de 300 mil vagas para o período de 2009 a 2011.
O docente sem formação adequada poderá se graduar nos cursos de 1ª Licenciatura, com carga horária de 2.800 horas mais 400 horas de estágio para professores sem graduação, de 2ª Licenciatura, com carga horária de 800 a 1.200 horas para professores que atuam fora da área de formação, e de Formação Pedagógica, para bacharéis sem licenciatura. Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão ministradas no Plano, com cursos gratuitos para professores em exercício das escolas públicas, nas modalidades presencial e a distância.
Segundo o Ministro da Educação todas as vagas são “carimbadas” para os professores ativos. (comentário meu:, isso significa que haverá reserva de vagas para os docentes, sendo portanto isentos de vestibular).
Maiores informações podem ser obtidas na página eletrônica do Plano Nacional de Formação de Professores – Plataforma Paulo Freire. (http://freire.mec.gov.br/ssd/index/) Alguns cursos ja começam agora em agosto de 2009, outros somente no proximo ano. Não percam esta oportunidade.
Tutorial como se inscrever na plataforma: Acesse aqui

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