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Archive for the ‘linux’ Category

A noticia é velha (abril/2010), mas vale a pena!

“O Livro Ubuntu – Guia do Iniciante está disponível para download gratuíto em sua primeira edição e conta com oito capítulos, que tratam desde conceitos básicos para o uso do sistema, como por exemplo, como criar pastas (ideal para quem nunca usou um computador) e como instalar pacotes de codecs multimídia para reprodução de videos, músicas e DVDs, até conceitos básicos de virtualização de Desktops.”

De fato, é louvável a atitude do autor Carlos “Kadu” Eduardo, com o apoio da revista Espírito Livre, do prof. João Fernando Costa Júnior, além de dicas imperdíveis de André Gondim, responsável pelo time de tradução do Ubuntu no Brasil e do apoio do prof. Cesar de Souza. O grande diferencial é a sua sua linguagem acessível a nós pobres mortais. Enfim, é um livro de cabeceira para quem gosta ou precisa trabalhar com o linux em sala de aula.

Apoiaram esta iniciativa também o blog Ubuntu Dicas (www.ubuntudicas.com.br), CAVVES (cavves.wordpress.com) e Meu Pinguim (www.meupinguim.com).

O download do livro pode ser feito ubuntu_guia_do_iniciante

Fico pensando quando vou ter coragem e força de vontade para escrever o meu, quer dizer, o nosso exclusivamente sobre software livre na educação.
Quem sabe, filhos e arvores, ja plantei…rsrsr Falta apenas o livro.

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olá amigos, estava me roendo de ansiedade, mas até que enfim, saiu o último número (7) da Revista Espirito Livre. E este mês de outubro, traz um especial sobre Educação e Software Livre, uma singela homenagem ao educador. Está imperdivel. Tem entrevistas com os criadores do tuxpaint e do Gcompris, artigos sobre o uso do SL nas escolas com Vanessa, Rainer fala sobre a distro educacional Pandorga Linux. Eu (Sinara Duarte), destaco a joia da coroa, o software educacional Gcompris. Alexandre Oliva e outros colaboradores versam sobre diversos assuntos. Enfim, boa leitura.

Revista Espírito Livre – Ed. #007 – Outubro/09

Revista Espírito Livre #007

Revista Espírito Livre - Ed. n #007 - Outubro 2009
Revista Espírito Livre - Ed. n #007 - Outubro 2009

Editorial by João Fernando (ES)

Estes últimos meses estão realmente dando uma canseira na equipe da revista! Este então… mas não podemos parar e como homenagem ao mês do professor, aquele profissional que mata um leão a cada dia, esta edição da Revista Espírito Livre traz como tema de capa Software Livre na Educação, apresentando em sua maioria matérias de cunho educacional, ora tratadas pelos nossos colunistas já consagrados, ora por convidados.

Será que é possível utilizar o software livre aliado à educação? Quais softwares usar? Como são as experiências de quem já os utiliza? Buscamos nesta edição apresentar respostas firmes e diretas sobre estas e muitas outras indagações que permeiam o meio educacional/acadêmico.

Como entrevistados, esta edição teve o prazer de conversar com Bruno Coudoin, criador do Gcompris, talvez a suite educacional em código aberto mais presente nas distribuições GNU/Linux com algum tipo de apelo a educação. Também conversamos com Bill Kendrick, criador do TuxPaint, outro software amplamente utilizado nas distribuições GNU/Linux. Ambos softwares, que também são encontrados com versões para outras plataformas, mas foram consagrados no sistema do pinguim, apresentam para o novo usuário (também de idade) um jeito diferente de aprender, amparados por uma comunidade em constante mudança. Nossos colunistas fixos também pegaram carona no assunto de capa e debulharam o tema, cada um a sua maneira, enriquecendo ainda mais esta seara que tanto se fala, e tanto se tem a falar. Alexandre Oliva pega no pé daqueles que acreditam que é possível ter software privativo no ambiente educacional, enquanto Juliana Kryszczun fala das Universidades e o software livre, um caminho também abordado por Taurion que também cita o meio acadêmico. Sinara Duarte, Vanessa Nogueira e Roberto Salomon também costuram bem o assunto de capa, apresentando seus pontos de vista em temas relevantes. Tivemos participações especiais, convidados que vieram agregar ainda mais conhecimento com suas experiências, como é o caso de Karla Capucho que fala sobre colaboração, educação e software livre e Jonsue Trapp Martins fala do Paraná Digital, o projeto de inclusão digital das escolas estaduais do Paraná.

Inauguramos também uma nova coluna do Cárlisson, a Warning Zone, que apresenta uma história interessante, que terá sua continuação nas próximas edições. Luiz Eduardo encerra sua série de artigos sobre Computação Gráfica e Software Livre.

Mas isso não é tudo, várias outras matérias que não ligadas à educação também recheam a edição deste mês. Virtualização, NetBSD, xenofobia e TCOS são apenas alguns deles. A seção de cartas, bem como a relação de ganhadores das promoções vigentes também estão presentes. A revista continua premiando os leitores que acompanham nos acompanham pelo Twitter, Identi.ca e demais veículos, então não fique atento, pois novas promoções sempre estão pipocando nestes lugares. No site oficial da revista [http://revista.espiritolivre.org] você também fica sabendo das novidades e tudo que rola na revista.

Agradecemos a todos que não foram citados acima e convidamos cada vez mais aos leitores a participar da criação de uma publicação de excelência, com material de qualidade e competente no que se destina a fazer. Como dito na edição passada, apresentamos um modelo de colaboração onde todos podem participar de alguma forma e isto nos torna únicos. Faça parte você também!

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Luz, Câmera, Educação! Criando vídeos educativos com software livre

by Sinara Duarte

Dentro e fora da escola, a televisão, em especial o vídeo, já faz parte do nosso cotidiano. As novelas e os realitys show são o exemplo prático de quanto o público brasileiro valoriza este tipo de linguagem. O vídeo, ou melhor, a linguagem audiovisual já faz parte de nossa cultura, de nossa história, influenciando, ditando modas e costumes, atuando também em nossas capacidades receptivas e sensoriais ligadas às diferentes formas de compreender a realidade.

Na atualidade, a televisão é a meio mais democrático de acesso a informação e entretenimento visto que está presente em 99% dos lares brasileiros (IBGE, 2000). Todavia, percebe-se que inexiste na TV aberta um canal educativo com fins eminentemente educativos, embora a legislação brasileira determine que 10% dos conteúdos veiculados na televisão aberta, deva ter um caráter educativo. Com exceção do Canal Futura e da TV Escola, ambos veiculados em canais fechados, percebe-se a carência de uma programação educativa de qualidade, que de fato contribua para o desenvolvimento e crescimento bio-psico-social de nossas crianças.

O advento do caso Maisa1, em que uma criança de 7/8 anos, era coagida e “torturada” em cadeia nacional para divertir o dono de um canal de televisão é um dos exemplos claros da baixa qualidade da televisão brasileira. Talvez por isso, o site Youtube faça tanto sucesso junto a nova geração, pois é uma rede alimentada pelos próprios internautas que produzem, editam e publicam seus vídeos de forma rápida, fácil e com direito a interação do público. De fato, as mídias, em especial, o vídeo, com suas imagens, movimentos e sons atraem a atenção dos estudantes, muito mais que linearidade do livro didático.

As pesquisas revelam que os jovens e crianças passam mais tempo em frente a tv (e agora ao computador) no que na escola ou lendo livros. O emprego desses novos recursos transformam a dinâmica escolar, as estratégias e o comprometimento de alunos e professores. Por meio da produção do vídeo a educação pode ensejar uma aprendizagem significativa, proporcionando que o aluno aprenda de forma dinâmica e motivadora.

De fato, o vídeo é um excelente recurso para despertar o interesse dos alunos em torno de problemáticas, determinados temas ou trazer novas perspectivas para investigações em andamento. Além disso, pode-se dar aos alunos a oportunidade de criar roteiros e “com uma idéia na cabeça e uma câmera na mão”, produzir seus próprios vídeos, como propôs Glauber Rocha.

Na educação, o vídeo pode ser utilizado de forma benéfica, dependendo da iniciativa do professor e da participação discente, exercendo diversas funções como: informação, motivação, e meio de expressão. A forma mais usual, talvez seja a utilização como forma de informação e conteúdo de ensino, para contextualizar uma aula por exemplo. È notório que um vídeo sobre o meio ambiente é bem mais interessante, que somente uma aula explicativa utilizando o livro didático.

Neste caso, a introdução do vídeo na escola, deve ser entendida não apenas como uma outra fonte de pesquisa, mas também uma forma de motivação discente, algo que desperte a curiosidade do estudante em saber mais. Uma aula de química é muito mais interessante, se tivermos acesso a uma animação. O curta Oxygen de Christopher Hendryx, (http://kelsondouglas.blogspot.com/2009/05/oxygen.html) apresenta as reações (e ações) do oitavo membro da tabela periódica como se fosse um aluno querendo fazer amigos no colégio. É muito interessante e pode ser produzido utilizando o software livre Blender.

Outra possibilidade é de utilização do vídeo no contexto educativo é como meio de expressão, ou seja, como forma de expressar idéias, sentimentos, descrever espaços, situações imaginar mundos possíveis. Além disso, o vídeo no contexto educativo contribui para a criação de espaços dialógicos, permitindo que os alunos se expressem de diferentes formas, favorecendo o desenvolvimento da consciência crítica sobre a influência da mídia sobre determinados grupos sociais.

A produção de vídeo na escola pode oferecer informação, dinamizar temas significativos, incorporar a transversalidade das atividades curriculares desenvolvidas na escola. A inserção de temas, programas, filmes no processo educativo subverte o ritmo acadêmico, no qual o professor é o principal mentor. Então surge a questão: Por onde começar?

Os alunos podem produzir vídeos utilizam equipamentos simples, como a própria filmadora que já vem embutida na maioria das câmeras digitais ou mesmo utilizar os próprios celulares. Na atualidade, quase todo jovem possui um celular que bate foto, que grava vídeo ou tem um parente em casa que possuía tal equipamento. A escola deveria utilizar todo esse potencial em sala de aula, ao invés de criar leis que proibiam o uso da tecnologia em sala de aula, como aconteceu recentemente com os celulares.

De fato, a escola deveria ser mais um espaço de mediação entre a linguagem midiatica da televisão e do vídeo, para as crianças e jovens, todavia, o que se observa na maioria dos casos, é a utilização do vídeo em sala de aula como forma de passatempo, de diversão, de “matar aula”, sem qualquer planejamento. Sinceramente, acho que até já virou bordão, mas a escola continuada paralizada no tempo e no espaço, feudalizada em seus muros invisíveis da “metodologia”, tentando matar o dragão da tecnologia, quando na verdade, deveria fazer as pazes e tornar a tecnologia sua grande aliada.

Aproveitando temas emergentes, como a nova gripe (H1N1), o jovem poderiam criar filmes ilustrativos de prevenção. Por que não fazer um vídeo, dentro da própria escola, alertando para os riscos de contágio, usando uma linguagem contemporânea, do jovem para o jovem ? Com relação a edição de filmes, o mundo do software livre oferece uma gama de oportunidades. Os jovens poderiam editar e publicar suas produções na própria escola, utilizando o laboratório de informática educativa. Evidentemente é preciso haver equipamentos disponíveis e espaço dentro da rotina escolar. O que não se pode aceitar é a escola do século XXI continue excluída do universo multimídia em que vivemos.

E quem disse que editar filmes no linux é difícil? O avanço das tecnologias livres e de softwares de edição em código aberto facilitaram o processo de construção de video educacionais, fazendo com que professores possam passar de meros expectadores e avaliadores para produtores de vídeos educacionais, capacitando-se para isso e podendo produzir conteúdo de qualidade, contextualizados com a sua realidade.

De fato, com o software livre o aluno não fica preso a máquina e a tecnologias proprietárias, pois pode editar seus próprios vídeos em casa, na escola, na casa dos amigos, enfim, eles estão interessados pelo mundo que os cerca e usam o computador para compreendê-lo melhor e interagir com ele. O ideal é que professores e alunos tenham acesso a esse recurso dentro da escola, com vistas a utilizá-lo no momento mais conveniente para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem.

Na atualidade, existe uma diversidade de opções de editores de vídeos livres que podem ser utilizados no contexto educativo. De fato, o software livre apresenta uma riqueza de possibilidades, desde o mais simples editor de filme até a tecnologia mais complexa, como a utilizada na animação Madagascar. Quem não lembra do leão Alex tentando voltar para a África? Poucos sabem, mas esta animação só possível porque os produtores utilizaram na época, softwares livres que contribuíram para a autonomia e a redução de custo e tempo. Time is Money!

Para os iniciantes, temos o Avidemux, (avidemux.org/) uma ferramenta para edição que permite ao usuário alterar, recodificar e adicionar efeitos aos seus vídeos. Sua interface bem intuitiva, contribui para ser um dos mais utilizados. Desenvolvida em C/C++ o software inclui alguns recursos interessantes como conversão de vídeos para formatos compatíveis com o MPEG, MP4, PSP, iPod ou DVD. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE, Ambiente gráfico X11. É possível encontrar um pequeno tutorial (em português), criado pela competente equipe do Studio Livre no seguinte endereço: (http://www.estudiolivre.org/tiki-index.php?page=AviDemux).

Outro recomendado para iniciantes é Kdenlive (http://www.kdenlive.org/). Também muito intuitivo este software que têm como características principais dois monitores de vídeo, linha de tempo com multiplas pistas e o recurso de mover ou redimensionar, além de comunicação outras ferramentas. To devendo há décadas, um tutorial “for teacher”, acerca do Kdenlive, ainda está prematuro na gaveta, mas tentarei colocar as obrigações em dia. Aguardem notícias…

Já para os mais experientes temos o Jahshaka, uma suite de pós-produção que inclui módulos para edição, composição, animação e inserção de efeitos visuais ou gráficos em áudio e vídeo. Roda em Ambiente gráfico Gnome, Ambiente gráfico KDE e Ambiente gráfico X11.

Outra opção de edição de vídeos é Kino é um software editor não-linear de vídeo para GTK+. Trata-se de uma ferramenta para capturar, editar e exportar vídeo digital em vários formatos. O programa pode importar arquivos AVI e DV, inclusive por meio da interface FireWire de câmeras digitais de vídeo. Por meio do FireWire pode também exportar vídeos nos padrões NTSC e PAL. A lista de formatos com os quais o kino é compatível inclui: DV, AVI, MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4 e Áudio: WAV, Ogg Vorbis, MP3.

Quem gosta de complexidade e profissionalismo, o Cinelerra (http://cinelerra.org) é perfeito. Considerado por muito críticos, o melhor de todos, todavia não é recomendado para amadores por exigir alto conhecimento técnico. Um de seus atrativos é editar áudio e vídeo em alta definição, sendo compatível com os sistemas de cor RGBA e YUVA, e ainda com vídeos em qualquer proporção, medida e taxa de quadros.

Além, desses existem ainda o OpenShot, Lives, dentre outros, enfim, versatilidade é a palavra-chave quando se fala em edição de vídeo em software livre. A revista está recheada de opções que podem ser utilizados no contexto educativo. (Essa edição é histórica!). Todo esse leque de possibilidades só é possível graças ao modelo aberto, dinâmico, colaborativo, flexível, baseado na solidariedade e na disseminação do conhecimento, aportes teóricos do movimento do software livre. Portanto, a escola, a adoção do software livre é imprescindível! As oportunidades que a tecnologia livre e aberta oferece para professores e alunos são inúmeras e em muitos casos insubstituíveis.

Enfim, a escola deve ser um espaço de criação. Ao professor cabe desenvolver a curiosidade dos alunos, sugerindo temas e fontes de pesquisas, ensinando a pesquisar, observar, registrar o que está aprendendo e por que não fazer tudo isso com uma câmera na mão. Portanto, silêncio na sala de aula! Luz ! Câmera! Educação! (sussurrando) Ah, não esqueça da pipoca para festejar depois o sucesso e a criatividade de seus alunos. Até a próxima!

1 A referida menina, que ganhou maior visibilidade a partir dos quadros veiculados no programa dominical “Silvio Santos”, nos dias 10 e 17 de maio do corrente ano, passou por diversos constrangimentos, mas principalmente, quando o apresentador explorou o pavor da garota diante de outra criança mascarada, que por sua vez, demonstrou desconforto por assumir este papel.  Os constrangimentos, público e moral sofrido por Maisa, com possíveis implicações psicológicas e sociais, foram agravados pelo incitamento que o apresentador fez ao auditório, para que aderisse a ele na ridicularização da menina. A menor foi afastada por ordem judicial do programa dominical, mas continua apresentando programas infantis na mesma emissora.

Como referenciar: ROCHA, SSD. Luz, Camera, Educação: criando videos educativos com software livre! In Revista Espiríto Livre. 6 ed. (online). Setembro 2009. Disponivel em <www.espiritolivre.com.br> Acesso em: ddmmaaaa


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Olá amigos, saiu a edição numero 6 da revista Espirito Livre, a tematica deste mês é edição de videos no linux (muito util para nosso contexto educativo). A melhor revista de TI focada em software livre na atualidade. Quem quiser ler as edições passadas,  uma alternativa é visitarem o site da revista [http://revista. espiritolivre. org], uma vez que sempre tem novidades por lá.
Detalhe: a revista é gratuita e totalmente online. É pegar, ler e gostar. Não esqueçam de divulgar…

Lançada edição n. 6 da Revista Espírito Livre


Editorial by João Fernando

Não muito diferente de julho, o mês de agosto também não foi nada fácil. Muito trabalho, e grande parte dele acumulado, para que você consiga ler a edição do mês de setembro a tempo e sem menores problemas. Esta edição traz como matéria de capa Edição de Vídeo, mostrando aos leitores através de vários ângulos que é possível desempenhar um bom trabalho utilizando software livre para produzir, editar e criar material em vídeo.

Para reforçar o tema são apresentadas nesta edição duas entrevistas. Giuseppe Torelli e Tadej Borovšak, desenvolvedores do Imagination, falam do software de geração de vídeo a partir de imagens. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor, fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Vj pixel também participou da redação de uma matéria interessante sobre Open Video e Sinara Duarte apresenta ainda diretrizes para se trabalhar com vídeos em sala de aula. Flávia Jobstraibizer continua a falar sobre o PHPBoleto e Walter Capanema também desdobra outros aspectos jurídicos sobre Spam. Alexandre Oliva relata uma feliz experiência com um netbook Yeeloong, com sua tela de 9′ e um eficiente processador. Outros tantos colaboraram na edição, enviando dicas, sugestões, dúvidas, comentários e participando das promoções. A estes, o nosso muito obrigado.

Tivemos uma dose tripla de matérias sobre o Blender Day que aconteceu em diversas cidades do Brasil. Recebemos três relatos que estão publicados na seção Eventos. Além disso trazemos um relato sobre o Consegi 2009, que aconteceu em Brasília, prontamente apresentado por Juliana Kryszczun. Lázaro Reinã continua sua jornada rumo a LUA e Cézar Taurion apresenta uma questão que por muitos é considerada polêmica: a receita advinda de projetos open source.

A cada edição apresentamos também nossa seção de emails que traz relatos dos leitores com opiniões, sugestões e comentários diversos. Fico muito feliz em saber que uma parcela considerável de técnicos, estudantes e entusiastas estão tendo acesso à publicação e que a mesma está fazendo a diferença entre estes. Tal informação pode ser também considerada como uma injeção de ânimo diante dos diversos problemas que surgem quando se está à frente de uma revista.

A Revista Espírito Livre traz, assim como nas edições passadas, a relação de ganhadores das promoções da edição anterior, que continuam nesta edição com o acréscimo do sorteio da Latinoware 2009. Firmamos uma parceria com a organização da Latinoware 2009, que nos disponibilizou 10 inscrições, as quais serão sorteadas entre os leitores. O evento que acontece no próximo mês e a Revista Espírito Livre estará presente! Então, se você não participou das promoções da edição passada, não perca tempo e participe. No site oficial da revista [http://revista. espiritolivre. org] e nas redes sociais onde a revista se encontra presente também pipocam novidades (e sorteios exclusivos).

A Revista Espírito Livre, vem mais uma vez mostrar para que veio, através de uma equipe competente e novas inserções no quadro de colaboradores, matérias de relevância e participação de toda a comunidade. Apresentamos um modelo de colaboração onde todos podem participar de alguma forma. Isto nos torna únicos. Agradecimentos a todos os que tornam todo esse amontoado de dados em informação de qualidade. Assim como disse na edição passada, sem vocês a revista não seria o que é.

Abraço a todos!

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Para quem é fã de tecnologia, não pode perder de acompanhar pela Record News, aos sababos, o programa Link Brasill, apresentação de Eduardo Ribeiro. Fonte de aprendizado e cultura digital. Neste dia (não lembro qual foi), o tema foi software livre no Brasil, e contou a participação dos professores Sérgio Amadeu e David Kuhn, coordenador do comitê técnico de implementação de SL do governo federal. Apresenta alguns conceitos básicos, como por exemplo: ” a internet é a maior vitrine do software livre”, muito bom.

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Replico  (significa Ctrl C + Ctrl V) o post do Ricardo Martiano: Use e abuse do Big Busca!

Que o Big Linux é um dos sistemas que mais admiro (eu também), não é novidade para ninguém! É um sistema voltado tanto para usuários iniciantes quanto para os mais acostumados com o sistema do pinguim. Dispõe de diversas personalizações e melhorias, tornando-se o sistema Linux brasileiro ativo mais utilizado.
Como vários projetos de Software Livre, o Big Linux é gratuito, tendo um custo zero para seus usuários, a não ser que deseje contribuir com o projeto.



Um maneira simples, prática e útil que seu desenvolvedor, Bruno Gonçalves, encontrou para adquirir fundos para manter o sistema foi a criação do BigBusca. É um site que usa o sistema de busca do Google.

Mas quais as vantagens em usar o BigBusca em relação ao Google?
Recentemente o Bruno proporcionou diversas melhorias ao buscador do Big Linux:

  • Todos os dias uma imagem de fundo diferente é utilizada, deixando o site muito mais bonito.
  • Existe a opção de incluir notícias na página inicial.
  • A cada atualização na página, um novo pensamento/frase
  • Pré-visualização de Imagens
  • Possibilidade de alterar o nome, logotipo e fundo de tela do site, personalizando-o da maneira que achar melhor.

Mas a melhor justificativa para utilização do BigBusca é que ao utilizá-lo, você está ajudando a manter a produção de software livre nacional, incentivando a equipe de desenvolvedores do Big Linux a continuarem com seu belíssimo trabalho.

fonte: http://www.ricardomartiniano.com/

Tem uma reportagem do Big Bruno (desenvolvedor) que ele fala que dependendo da quantidade de acesso, é possivel se dedicar somente ao projeto. Não seria interessante para nós professores! Quer ajudar, basta colocar o Big busca como pagina inicial no LIE. Cada acesso é importante para o projeto…

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Olá, com uma semana de atraso (desculpem é o corre-corre), eu posto aqui o lançamento da Revista nº 4 da Espírito Livre, que a cada nova edição cresce em grandeza quantitativa (numeros de paginas) e qualitativa. Como estamos em férias, nada como falar de jogos não. Eis o editorial.

Chegamos nesta quarta edição em meio a muitos eventos, e ultrapassando a barreira das 100 páginas! Como poderão ver, apesar do tema de capa ser sobre jogos, os eventos permearam o mês de junho e a revista não poderia deixá-los de fora! Portanto, alertamos aos leitores que uma overdose de informação os espera.

Baixe já a sua aqui:

Revista Espírito Livre - Ed. #004 - Julho 2009

Revista Espírito Livre - Ed. n #004 - Julho 2009
Revista Espírito Livre - Ed. n #004 - Julho 2009

Com o tema de capa, Jogos e Diversão, a Revista Espírito Livre teve a honra de ter como entrevistados diversos responsáveis por projetos mundialmente conhecidos e já consagrados pela comunidade. Acompanham as entrevistas, matérias que circundam este tema tão discutido, e às vezes até inflamado, afinal, muitos dos leitores que nos estão lendo neste momento ainda utilizam softwares proprietários afim de terem uma plataforma para seus jogos favoritos. Esta edição tenta mostrar que é possível encontrar títulos de qualidade contendo seu código aberto, demonstrando que a qualidade destes aumenta a cada dia, assim como o número de jogos e seus fãs.

As entrevistas desta edição, que são três, revelam um pouco mais sobre John Diamond – criador do Alien Arena, Bernhard Wymann – líder da equipe responsável pelo TORCS e Sami Kyöstilä, criador do Frets on Fire.

A equipe da revista está em constante crescimento tendo desta vez participações de Cristiano Rohli, tratando de um tema que inflama conversas, Cezar Farias estréia uma coluna sobre Inkscape e outras ferramentas gráficas, Gustavo Freitas apresenta o SEM: Search Engine Marketing, Luis Gustavo fala de seu livro sobre Python, entre outros. Por justamente junho ter sido palco de vários eventos de software livre, temos várias matérias e relatos a respeitos destes, como poderão ver. Ari Mendes, Andressa Martins, Alessandro Silva, José Josmadelmo e Vladimir di Fiori, diretamente da Argentina, contribuiram de forma impecável nestes eventos que ocorreram mês passado.

Na parte, educativa temos um artigo falando dos riscos da exposição desenfreada do computador e também algumas dicas de jogos livres para os pequeninos by Sinara Duarte.

Continuamos com nossa seção de emails, com comentários e sugestões enviados para a redação da revista. Participe! Envie também o seu comentário!

A Revista Espírito Livre trás a relação de ganhadores das três promoções da edição anterior. E uma novidade: novas promoções estão a caminho, como poderão perceber, isto se deve à inclusão de parceiros que estarão conosco ao longo das próximas edições. Basta ficar ligado na revista e no site oficial da revista [http://revista.espiritolivre.org] para não perder nenhum detalhe.

Nossos agradecimentos a todos aqueles que tornaram e tornam este trabalho possível, inclusive aos que colaboraram com as traduções das entrevista, Andressa Martins, Aécio Pires, Marcelo Tonieto, Juliana Prado, Relsi Hur Maron, etc.

A Revista Espírito Livre, através da colaboração e apoio desta forte equipe, vem crescendo e mostra mais uma vez que chegou para ficar, que entrou no jogo, afim de disponibilizar conteúdo de qualidade, temas relevantes, matérias com o propósito de acrescentar, feita por e para leitores.

Abraço a todos!

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