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Archive for the ‘migração’ Category

Replico  (significa Ctrl C + Ctrl V) o post do Ricardo Martiano: Use e abuse do Big Busca!

Que o Big Linux é um dos sistemas que mais admiro (eu também), não é novidade para ninguém! É um sistema voltado tanto para usuários iniciantes quanto para os mais acostumados com o sistema do pinguim. Dispõe de diversas personalizações e melhorias, tornando-se o sistema Linux brasileiro ativo mais utilizado.
Como vários projetos de Software Livre, o Big Linux é gratuito, tendo um custo zero para seus usuários, a não ser que deseje contribuir com o projeto.



Um maneira simples, prática e útil que seu desenvolvedor, Bruno Gonçalves, encontrou para adquirir fundos para manter o sistema foi a criação do BigBusca. É um site que usa o sistema de busca do Google.

Mas quais as vantagens em usar o BigBusca em relação ao Google?
Recentemente o Bruno proporcionou diversas melhorias ao buscador do Big Linux:

  • Todos os dias uma imagem de fundo diferente é utilizada, deixando o site muito mais bonito.
  • Existe a opção de incluir notícias na página inicial.
  • A cada atualização na página, um novo pensamento/frase
  • Pré-visualização de Imagens
  • Possibilidade de alterar o nome, logotipo e fundo de tela do site, personalizando-o da maneira que achar melhor.

Mas a melhor justificativa para utilização do BigBusca é que ao utilizá-lo, você está ajudando a manter a produção de software livre nacional, incentivando a equipe de desenvolvedores do Big Linux a continuarem com seu belíssimo trabalho.

fonte: http://www.ricardomartiniano.com/

Tem uma reportagem do Big Bruno (desenvolvedor) que ele fala que dependendo da quantidade de acesso, é possivel se dedicar somente ao projeto. Não seria interessante para nós professores! Quer ajudar, basta colocar o Big busca como pagina inicial no LIE. Cada acesso é importante para o projeto…

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Olá amigos, depois de um tempinho descansando. Voltamos a ativa.

Todo mundo sabe quem tem pendrive e similares e compartilha com outros Pcs, pode estar carregado de vírus, principalmente a galera que fã do Windows. Outro detalhe que passa desapercebido é que a muitos vírus gostam de se esconder dentro de uma pasta chamada recycler. Esta pasta não pode ser apagada, pois é utilizada como se fosse uma lixeira, os arquivos deletados, vão para ela. No linux nem tenho anti-virus, porque não precisa. Os virus do windows não atingem o linux, mas como gosto de socorrer os amigos, preparei este mini-tutorial como retirar o virus de dentro do Recycler, usando o linux.

Não precisa de anti-virus potente, e nada, apenas boa vontade de ajudar um colega e de quebra, mostrar porque eu uso SOMENTE linux. Bom, você vai abrir seu pen-drive ou Mp3/Mp4 normalmente para exibir os arquivos. Entre na pasta recycler e observe que dentro dela tem outra pasta (geralmente com nome bem esquisito, tipo somente números) que óbvio não foi você que criou. Também vai observar que não vai conseguir selecionar o “danadinho” somente com o delete, como fazemos com os outros vírus. E agora, quem poderá me defender?

Neste exemplo, o virus é terminado na extensão vmx, mas poderia, ser exe (o mais comum), BIN ou INF.

Pasta recycler com tela em propriedadesTipo de virus

Volte na pasta (aquela com nome esquisito), e clique no botão direito do mouse nela e depois em propriedades (FIGURA ACIMA). Vai aparecer uma janela, com o nome da pasta, clique na aba PERMISSÕES, como mostra a figura. Vai logo notar, que nas permissões de acesso, tem assim: pode ver o conteudo (ou seja, vc pode apenas ver, mas não alterar, ou seja, não pode deletar). Então clique nesta mesma aba, em permissões avançadas. Onde tem GRAVAR ENTRADAS, marque todas as opções, e quando voltar vai observar que as permissões agora permitem VER E ALTERAR O CONTEUDO. Clique em OK, agora, pronto, já pode entrar na pasta onde virus se escondeu e mandar ele para o “inferno” como um simples delete. Não foi fácil? Adoro fazer isso para os amigos e mostrar a superioridade do linux frente ao Windows. Toda semana, me aparece um aqui, me pedindo para tirar virus do pendrive, o recorde foi sete até agora… Qualquer duvida, manda um email… bjs a todos

P.S: Se usasse somente linux, isso não aconteceria. rsrsrsr

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Compreendendo os software existentes no mercado
por Sinara Duarte

Dando continuidade a série de artigos sobre migração, é importante comentar que alguns professores quando no uso das tecnologias, sentem dificuldade devido a presença de alguns termos muito técnicos ou próprios da área. Então resolvi, fazer este pequeno artigo para iniciantes ou aqueles que nunca usaram o software livre, mas tem vontade de utilizar ou estão adentrando no universo da informática.

De fato, a falta de material didático explícito, claro, sem jargões e/ou termos técnicos, a meu ver tem dificultado a disseminação do software livre, principalmente entre os professores e/ou usuarios windows. Assim, hoje vou falar  um pouco de softwares. Pode parecer banal, mas muito gente “grande” não sabe a diferença entre software livre, sofware freeware, shareware, demo e afins.

Software é a parte lógica do computador, é o programa feito por um ou mais desenvolvedores para executar uma ou várias funções. Teoricamente, qualquer pessoa com conhecimento, pode escrever um programa de computador. Ex: Windows, CorelDraw, Gimp, Gcompris. O primeiro é um sistema operacional pertencente a Microsoft, o segundo é um programa de desenho vetorial proprietário da Corel, o terceiro é um software livre também de desenho vetorial, e o terceiro é um software educativo.

O software é considerado proprietário, se pertecente a alguma empresa. Por exemplo, o Windows é um software pertencente a empresa Windows. Geralmente os softwares proprietários apresentam alguma restrição de distribuição. Para isso é preciso autorização do dono. A principal diferença entre o software livre e o software proprietário é o código fonte. Ambos possuem o código fonte, mas no software livre, temos acesso ao código fonte.

O Código fonte, fazendo uma alegoria com a culinária, é como se fosse a receita do bolo. Na cozinha, temos diversas receitas de bolos diferentes, mas a base, na maioria da vezes é a mesma (trigo, ovos, leite). A medida da criatividade do mestre-cuca, este altera e incrementa sua receita, da maneira que desejar, podendo repassar a receita para outros mestres que também adequam a receita a sua realidade local. (Por exemplo, no Ceará, não existem nozes, mas existe castanha de caju). Da mesma forma é o código fonte. Este é o conjunto de instruções para o computador (receita) que formam o programa (bolo), o software é considerado livre se este dipor a receita para todos, ou seja, se o código-fonte for disponível publicamente, sem restrições, para que outras pessoas possam usá-lo, copiá-lo, estudá-lo e modificá-lo.

O software livre, portanto, é o programa de computador que obedece quatro liberdades fundamentais, liberdade para usar, liberdade para copiar (sem cometer crime de pirataria), liberdade de estudar o funcionamento do programa, e se tiver conhecimento, adaptá-lo as suas necessidades e redistribuí-lo para a comunidade, de modo que todos se beneficiem de sua melhoria. Exemplo: Linux Debian, Big Linux, Ubuntu.

A filosofia do software livre encontra suas raizes na livre troca de conhecimentos e pensamento. Existem várias licenças que concedem liberdades aos softwares destacando-se a Licença Pública Geral (GPL), atuamente a licença mais utiliza no “mundo livre”. Essa licença explica que ninguém pode pegar um software livre e transformá-lo num software proprietário, pois respeita as quatro liberdades já mencionadas. Noutros termos, buscar lucratividade em algo que foi origialmente gratuito.

É importante destacar que quando se fala em software livre, muitos pensam que este é sinônimo de gratuito, devido a sua origem etmológica do inglês free pode ser traduzido tanto como gratuito e como livre.. Assim, software livre não significa software gratuito. Muitos são gratuitos, como forma de divulgar o movimento de software livre. Por exemplo, o wordpress é um software de criação de blogs, que é livre, mas não é gratuito. Qualquer pessoa pode criar um blog gratuitamente, mas se desejar algumas outras funcionalidades, precisaria pagar para ter acesso (é opcional). Mas não impede de possuir o blog. Por exemplo, este blog Software Livre na Educação é feito no WordPress.com (gratuito), mas existe o wordpress.org (com mais funcionalidades, por exemplo alterar as fontes que é pago).

O software proprietário ainda pode ser:

Software freeware: é um software gratuito, mas que não é livre (apesar do nome free), pois não disponibiliza o código-fonte e possuem licenças restritivas, proibindo a cópia, a redistribuição não autorizada e a modificação (Lembra das quatro liberdades?). Geralmente estão disponiveis na internet para download e a validade não expira. Exemplo, o jogo de memória da Turma da Mônica é um software freeware.

Software shareware (trial) são programas proprietários com limitações de uso, podendo ser de tempo ou funcionalidades (não ter todas as funções). Também são gratuitos, mas apenas para divulgação, após algum tempo perdem sua validade (não funcionam mais, devendo ser apagado do computador ou comprado do seu fabricante). Num termo mais comum, seria uma “amostra grátis”, uma forma de divulgação do produto, sendo protegido por direitos autorais. Ninguém é obrigado a pagar por seu registro, ao menos, que goste ou queria ficar com este software. Exemplo: Dicionário Inglês-Português UltraLíngua (site baixaxi).

Softwares Demo são softwares para DEMOnstrações, por isso, esse nome demo (não tem nada a ver com o capeta!rsrsr). São softwares para análise, para testar gratuitamente.  O sonho de alguns amigos meus é ser “testador” de jogos. Algumas empresas gastam fortunas desenvolvendo jogos para computador e pagam pessoas para testar e comentar a respeito. Na internet, existem diversos programas que são DEMO, apenas para teste. Também são protegidos por direitos autorais, não são softwares livres, sendo classificados como proprietários, pois pertecem a alguém.Exemplo: Coelho Sabido, no site oficial, tem uma versão gratuita que é DEMO.

Software de dominio público: Domínio público é qualquer obra (software, livro, música, etc) que é considerado bem comum (pertecente a todos). No Brasil de acordo com a Lei 9610/98 uma obra entra em dominio público, após 70 anos, da morte do autor ou quando este não deixa herdeiros. Eu particularmente, não conheço nenhum software que seja de domínio público, mas já existem diversas obras literárias e artísticas de carater pública. Ex: Obra de Machado de Assis (em meio digital e escrito).

E importante, antes de adquirir um software, observar suas funcionalidades e compatibilidades. Alguns softwares requerem equipamentos mais potentes (placa aceleradora, mais memória), por isso é importante saber  o hardware mínimo para instalação) qual o sistema operacional é compatível. Alguns funcionam apenas no Windows 98 e não no windows Vista, outros funcionam apenas no Linux, enfim, não significa apenas baixar no seu computador.

No Brasil, é um dos poucos países que possuem legislação específica para software. É a lei 9.609 de 20/02/1998, que incluem programas de computador no âmbito dos direitos autorais. A fiscalização é feita pela Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES).

No próximo artigo sobre migração, falaremos a respeito de licenças e os direitos autorais e pirataria.

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