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Archive for the ‘software’ Category

Vagueando na Internet, encontrei o Grelt, software livre para uso na estatística. Eu particularmente sou da área de Humanas, o que me impede de fazer análise mais crítica deste software. Então peguei as informações da Wikipédia, mesmo. Bom, ele eh um substitutivo do proprietário EViews. Para os estatísticos de plantão! 🙂

Gretl (acrônimo de GNU Regression, Econometrics and Time-series Library) é um software livre que compila e interpreta dados econométricos. Escrito em C e usa Gnuplot para gerar gráficos. Algumas de suas principais características estão listadas abaixo:

  • Possui uma interface fácil e intuitiva, em vários idiomas, entre eles alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, polonês, português (europeu e brasileiro), turco, etc.
  • Incorpora uma grande variedade de estimadores: mínimos quadrados, máxima verossimilhança, GMM; para equações simples e sistemas de equações, com dados cross-section, séries temporais e dados em painel.
  • Métodos de series temporais: ARIMA, GARCH, VAR e VECM, testes de raiz unitária e cointegração, etc.
  • Modelos não-lineares: logit, probit, tobit, mínimos quadrados não-lineares, etc.
  • Pode ser utilizado em conjunto com os programas X-12-ARIMA, TRAMO/SEATS, R, Octave (programa compatível com o Matlab) e Ox.
  • Inclui a possibilidade de produzir arquivos LaTeX dos modelos estimados.
  • Pode ser usado com interface em linha de comando.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gretl

P.S: A econometria é muito usado nas Ciências Sociais e na Economia. Portanto, sociólogos e economistas, que usam nos forneçam um retorno sobre esta ferramenta.

Site oficial: http://gretl.sourceforge.net/

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O software livre anda em expansão. Uma das novas aplicações é na pesquisa qualitativa, muito frequente e necessária na pós-graduação, quando se faz necessário para tabular entrevistas,  fazer fichamentos de artigos, livros, teses, enfim todo o material para a revisão de literatura. A primeira pareceu bem interessante! O projeto é de 2006, mas só agora, que conheci :(.

O programa é inglês, aceita textos no formato *pdf (desde que não estejam bloqueados) e *txt. Qualquer trabalho no formato doc (Word) precisa ser convertido para TXT. Tem versão para linux (.tar.gz) e windows (.exe).  A versão para linux é super leve, ocupa apenas 874 KB, enquanto que a versão para Windows é 2.66 MB. (Inacreditável!) E ainda tem gente que reclama do linux! É simples e fácil de instalar. (Se não souber, veja a seção como instalar programas no linux). A princípio, o software WEFT-QDA cria arvore de categoria (nome, ano) para ficar fácil de encontrar a posteriori.  Tem um manual de usabilidade, mas está em inglês.

Download no site oficial: http://www.pressure.to/qda/

Vagueando na net, encontrei um curso ministrado magistralmente pela professora Lana Bleicher, do curso de Odontologia da Universidade Federal da Bahia. Ela apresenta videos bem ilustrativos (video-aulas). Para quem é iniciante, é excelente! Não deixem de ver… Até mais

http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=10699

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O Gen-Virtual é  um software livre, para reabilitação cognitiva, fruto da tese de doutorado da Prof. Ana Grasielle, e ja está disponivel para download no link: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual. O video é bem didático e apresenta as facilidades de utilização deste software para pessoas com limitações físicas.  Os recursos utilizados são minimos, um computador, uma webcam e cartões. Eu amei! Tem também a reportagem Som Maneiro, que reproduzo aqui, da Revista A rede. Até mais!

Som maneiro, é a reportagem que alia musicoterapia a educação especial por meio datecnologia O software livre, Gen Virtual ” é uma alternativa barata e motivante de tecnologia assistiva” por Áurea Lopes

ARede nº56,marçode 2010 – Cabelo arrepiado, brinco na orelha, Ezequiel Manoel Soares tem 18 anos e gosta de guitarra. Esse é o instrumento que ele prefere “tocar” no GenVirtual, software – livre e com primeira versão disponível na internet – desenvolvido por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Baseado na tecnologia da realidade aumentada (veja o texto abaixo), o programa vai muito além de uma ferramenta divertida para executar músicas digitais. Enquanto “brinca de roqueiro”, o jovem Ezequiel, portador de Distrofia Muscular de Duchenne, faz movimentos de flexão e extensão de cotovelo e de punho, torção de mãos, entre outros exercícios que ajudam a recuperar seus membros superiores, há onze anos comprometidos por deformidades decorrentes dessa doença genética.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Distrofia Muscular (Abdim), no ano passado, mostrou que o programa é capaz de elevar de 74% para 88,6% o grau de motivação dos pacientes. Nos tratamentos convencionais, os exercícios são realizados com materiais como massa de modelar, por exemplo. As técnicas tradicionais têm vantagens como trabalhar a manutenção da amplitude de movimento e da força muscular. “Mas o entusiasmo dos pacientes com a atividade no computador é um ponto positivo de grande valor. Por isso, recomendo o uso complementar das duas modalidades”, avalia Adriana Nathalie Klein, coordenadora do setor de terapia ocupacional da Abdim e responsável pela organização do ensaio clínico do GenVirtual, feito com 16 pacientes da associação.

O GenVirtual tem como principal objetivo restabelecer ou melhorar funções motoras (coordenação, equilíbrio, mobilidade e sincronização) e cognitivas (atenção, memória, concentração, raciocínio e percepção sensorial), por meio de experiências musicais de criação, reprodução e audição sonora e musical, jogos de siga-sons-e-cores e brincadeiras rítmicas. Na prática, coloca-se sobre a mesa cartões com imagens de instrumentos e notas musicais. Uma câmera capta a imagem do instrumento, que será o selecionado para a atividade – a guitarra, no caso de Ezequiel. Depois disso, é só tocar os cartões em que estão desenhadas as notas e o computador executa a melodia.

Uma grande sacada é a mobilidade da solução. Diferente de um teclado musical, composto de teclas fixas e de tamanhos imutáveis,  nesse sistema o terapeuta pode criar elementos virtuais de diferentes cores e tamanhos e posicioná-los sobre a mesa em diversas formações, de acordo com as necessidades de cada paciente – mais longe, para que o cotovelo seja esticado; alinhados ao lado da mão em que o paciente tem menor mobilidade; na direção para o qual os dedos devem ser estirados etc. O programa também funciona para exercícios de membros inferiores, basta posicionar a câmera e os cartões de modo adequado a essa aplicação.

Atualmente, além do módulo de composição, que oferece opções de instrumentos de sopro (flauta, gaita, saxofone) e corda (violão, guitarra, piano), o GenVirtual traz um jogo da memória sonoro. Mas a “mãe da criança”, a pesquisadora Ana Grasielle, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica (USP), já está ampliando as funcionalidades do programa. Ela está testando o novo módulo Jogo das Palavras, que integra imagem, texto e som. Por exemplo: ao montar a imagem de uma casa, o usuário vê o texto escrito e ouve a palavra pronunciada. “É uma aplicação que pode ajudar a alfabetização de pessoas com déficit cognitivo”, diz Ana, que vai apresentar o GenVirtual em sua tese de doutorado, a ser defendida ainda este ano. Outra funcionalidade em estudo é o que Ana chama de “timing coincidente” – uma espécie de jogo em que o usuário precisa tocar no objeto real acompanhando o tempo determinado pelo programa.

Formada em Engenharia da Computação e cursando doutorado em Engenharia de Sistemas Eletrônicos, a autora do programa reforça que seu desafio, nesse projeto, é oferecer tecnologia assistiva de baixo custo e fácil utilização: “O GenVirtual pode ser colocado na televisão. Isso quer dizer que pode ser usado em casa, gratuitamente”. Ana explica que, em especial no universo de atendimento público de saúde, os pacientes não dispõem de recursos assistivos em suas casas. Fazem exercícios com equipamentos das clínicas e, terminado o horário, vão embora e esperam até a próxima sessão. “Mesmo um paciente de família mais humilde hoje tem computador. Ou tem um colega, um vizinho que tem. Então, é só baixar o software da internet e praticar mais um pouco em casa”.

A primeira aplicação prática do GenVirtual foi na Associação de Assistência à Crianças Deficientes (AACD), em terapias de pacientes com paralisia cerebral. Muitas pessoas que sofrem de deficiência física ou baixa mobilidade não conseguem interagir com instrumentos musicais convencionais. Nesses casos, a musicoterapeuta utiliza recursos assistivos, como adaptadores com ponteiras nas mãos para usar o piano, fixadores de pandeiro para uso das duas mãos, entre outros. Tocar música pelo computador foi uma novidade que fez sucesso. Segundo a coordenadora do setor de musicoterapia da associação, Marilena do Nascimento, o software permite muito mais do que criar melodias ou reproduzir músicas conhecidas. O GenVirtual possibilita treino motor e amplia as funções cognitivas como atenção, concentração e memória. “Depois que começamos a testar o programa na AACD, percebemos que a ferramenta poderia ser também útil em outros setores da área da saúde, como terapia ocupacional, fisioterapia etc.”, conta Ana.

www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

A divertida realidade aumentada
Cada vez mais, sistemas computacionais respondem a toques, gestos e voz. O ambiente externo ao computador é capturado pelo hardware por meio de softwares específicos, auxiliados por dispositivos como câmeras e sensores. E, a partir desse recurso, cria-se a realidade aumentada, ambiente atrativo que desperta a curiosidade e a imaginação ao trazer objetos virtuais tridimensionais para o mundo real do usuário.

No caso do GenVirtual, os objetos virtuais são introduzidos no cenário real por meio do reconhecimento de símbolos musicais impressos em papel comum (cartões). Os cartões podem ser impressos em diversas cores e tamanhos, e posicionados na mesa de acordo com o desafio motor desejado. A identificação dos símbolos dos cartões é feita pelo processamento das imagens, capturadas por uma webcam conectada ao computador. Quando o símbolo do cartão é reconhecido, o GenVirtual cria um objeto virtual tridimensional associado ao som do respectivo cartão.

fonte da Noticia: Revista Arede março 2010: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/157-edicao-no56-marco-de-2010/2750-um-som-maneiro

Pagina Oficial do Projeto em Português: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

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Ola amigos. Mais uma dica de site imperdível, daqueles que a gente coloca em favoritos, para não esquecer: É o portal Programas Livres. É uma iniciativa de um grupo Português, que incentiva o uso de softwares livres. Vejam:

O Programas Livres foi criado pelo Luís Bastos para colmatar uma lacuna em Portugal, um sitio onde se promovessem programas livres. Agora sob a alçada do Adamastor este projecto pretende ir mais além e tornar-se um portal comunitário feitos de e para utilizadores de programas livres.

O mais legal é o repositório de programas livres, tem uma seção de educativos, alguns em português do Brasil, que podem ser acessados por este link: http://www.programaslivres.net/repositorio-livre/

Muitos já são conhecidos dos brasileiros, outros são novidade! Então, o que estamos esperando, para baixar (é livre!) e utilizar? Mãos a obra, ou melhor ao teclado!

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olá amigos…

Pesquisando na web, encontrei mais uma dica de software livre que pode ser utilizado a serviço da educação. É o bibliolivre, software de gerenciamento de bibliotecas. O bibliolivre é desenvolvido pela UFRJ, portanto em PT-BR. Um manual de instalação é encontrado em

Segundo o  site oficial, O BIBLIVRE é uma modalidade de software livre capaz de proporcionar a inclusão digital, considerando-se que um grande número de bibliotecas públicas ainda não está informatizada, por questões técnicas e financeiras, e a maior parte do público que constitui o universo dos usuários finais das bibliotecas públicas, não está familiarizado com o uso de recursos das tecnologias atuais existentes nas bibliotecas mais modernas do mundo.

O projeto se caracteriza pelo desenvolvimento de programas livres ofertados, sem ônus, para bibliotecas que desejem se utilizar dessa tecnologia. O sistema é licenciado gratuitamente como LGPL – Lesser General Public License da Free Software Foundation, de maneira a permitir a sua difusão de uma forma ampla e garantindo a liberdade aos seus usuários para copiá-los, usá-los e redistribuí-los. Embora os programas tenham detentores de seus direitos autorais, a licença adotada visa garantir que os usuários tenham o direito de obter os códigos fonte dos programas para estudá-los, modificá-los e redistribuí-los.

O BIBLIVRE enfatiza as rotinas e sub-rotinas dos principais procedimentos realizados em bibliotecas, tais como: a pesquisa; a circulação, mediante o controle do acesso para consulta, a reserva, o empréstimo e devolução de exemplares do acervo; a catalogação de material bibliográfico, de multimídias e objetos digitais, inclusive com controle de autoridades e de vocabulário; além da rotina de controle do processo de aquisição de novos itens para o acervo.

A interface de administração do BIBLIVRE ainda permite a gerência da tipologia de usuários, das permissões de acesso e uso do sistema, das configurações do servidor Z39.50 e das características do programa.

A manutenção do sistema prevê a reindexação das bases de dados, a transferência de registros entre bases de dados e a geração de cópia de segurança da base de dados principal.

Há uma relação de relatórios pré-formatados disponíveis para impressão ou gravação de arquivos gerados pelo sistema.

O BIBLIVRE é, sem dúvida, uma grande contribuição tecnológica alinhada com a filosofia do software livre, que vem ampliando seu espaço diante do software de código fechado. O Biblivre, atualmente, encontra-se instalado em mais de 1500 bibliotecas em todo o território nacional.

Pré-Requisitos

Hardware

Os requisitos mínimos de hardware para obter um desempenho razoável são:

  • Processador Intel Pentium III 800MHz ou equivalente;
  • Memória RAM de 512 Mbytes.

É recomendável um Pentium IV 1.4GHz ou equivalente e memória RAM de 1Gbytes. O espaço em disco de 200Mbytes é suficiente para instalar os programas e manter uma base sem anexos (base de +/- 50.000 Registros). Os requisitos são diretamente proporcionais à demanda que se espera, quanto maior o volume de dados e o acesso simultâneo, maior devem ser os requisitos de equipamento.

O Biblivre roda em sistema operacional Windows, Linux, Unix ou compatível. Sendo o Windows 2000, XP ou Superior. Não é possível instalar o BibLivre no Windows ME, 98SE, 98 ou anteriores, pois são incompatíveis. O Biblivre pode ser instalado em qualquer sistema onde os seguintes programas funcionem adequadamente:

  • Java Virtual Machine 1.6 ou superior*
  • Apache Tomcat 5.5 ou superior*
  • PostgreSQL 8.1 ou superior*

* Superior desde que o sistema mantenha uma compatibilidade com os sistemas anteriores

O BibLivre funciona simultaneamente com outros programas. Todavia se muitos programas estiverem abertos ao mesmo tempo pode ocorrer lentidão de processamento.

Instalação manual para linux

Infelizmente é muito complicado fazer uma instalação automatizada para linux sem saber qual é a distribuição devido a um grande número de variáveis, ao mesmo tempo um numero crecente de pessoas vem pedindo uma atualização em linux.

Para disponibilizar o software o mais rapdamente para aqueles que precisam, disponibilizamos este guia de instalação para todos aqueles que não podem esperar uma solução mais adequada.

1) programas necessários

– Postgres 8.x (identificamos que algumas versões para o linux entre a 8.0 e a 8.1 tem problemas, o PL não funciona direito)
– tomcat 5.5 ou 6.0
– java JRE e/ou JDK ambas 1.6 ou superior

– O apache é necessário caso não queira utilizar a porta 8080 (juntamente com o conector para tomcat

os programas podem ser adquiridos no repositório de sua distribuição ou no site dos mantenedores
postgres: http://www.postgresql.org/ ou http://www.postgresql.org.br/
apache tomcat: http://tomcat.apache.org/
Java: http://www.sun.com/
apache: http://www.apache.org/

Os pacotes poden ser achados em:

apt-get – http://packages.debian.org/stable/allpackages
RPM – atraves da sua ditribuição
tgz – http://www.linuxpackages.net

Fonte, downloads e manuais na pagina oficial do projeto: http://www.biblivre.org.br/

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tela do SL ludoquimico

olá amigos, recebi essa dica, via lista de discussão (blog educativos), é o game Ludo Quimico, para o aprendizado da química organica, no ensino médio.O  game, ou melhor o software educativo, se baseia em um jogo indiano milenar de tabuleiro, no qual o aluno vai respondendo os questionamentos e avançando ou retrocendo no tabuleiro. Meus conhecimentos na área de química, se limitam ao  9º ano (antiga 8ª série), por isso não pude sair da tela 1. 😦 Agora, o mais legal de tudo isso que é livre, ou seja, a licença é GPL, podendo ser replicado gratuitamente  :).Tem versão para linux (em deb) e para Windows (exe), que pode ser baixado no site oficial: http://www.ludoquimico.com.br/index.html. Testei no big linux (versão 4.2) e funcionou redondinho, alias o big linux é uma praticidade mesmo, bastou clicar no botão direito –> debian menu –> pronto ja esta feito a instalação. Fácil, fácil.Ele não cria um icone no menu, mas o executável fica na pasta USR/BIN/LUDOQUIMICA.SH. No Windows, é mais fácil ainda, basta “dizipar” a pasta e mandar executar e pronto. Apesar de não gostar da maldita, ops, quer dizer da nossa amada química, vale a pena conhecer o trabalho do prof. Manoel Guerreiro, um apaixonado desta valiosa ciência.

Nosso amigo quimiconauta, afirma: “Ludo Químico é um “Game” de química, baseado no antigo jogo indiano Pachisi, no qual o objetivo principal é chegar até o final do tabuleiro respondendo corretamente as questões de química que aparecerão pelo percurso.”

Para os “quimiconautas” de plantão, existe um artigo sobre as possibilidades pedagógicas neste jogo publicado na Revista Ciência e Cognição 2008 v.13, p.72-81, e pode ser lido neste link: www.cienciasecognicao.org/pdf/v13/m318239.pdf. Neste artigo, tem o referencial teórico, sua concepção e regras. Alias, o mesmo está recebendo críticas e sugestões para melhor este software. Que tal ajudar?

Ah, não deixe de visitar também, o blog do professor Manoel Guerreiro (http://ludoquimico.blogspot.com/). O visual atraente, limpo, objetivo, numa linguagem acessível a nós pobres mortais, que não conhecem os mistérios da ciência é o principal atrativo. Tem dicas de outros jogos e aplicações no ensino de ciências. Pode colocar em favoritos, vale a pena!

Até a próxima dica!

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Olá amigos, tenho uma descoberta primorosa! É o software Tríade, um RPG (software de simulação) para contribui para o aprendizado de História, destacando um momento especial da Humanidade: A revolução Francesa.

“Desenvolvido pelo grupo de pesquisa Comunidades Virtuais da UNEB tem criado um espaço diferenciado para formação de jovens do ensino médio, graduação e mestrado das áreas de educação, computação, arte, design, música e história na área de pesquisa e desenvolvimento em jogos digitais, contribuindo para fortalecimento da discussão em torno dos jogos eletrônicos que vem se constituindo em um fenômeno cultural.

O projeto é coordenado pela professora doutora Lynn Rosalina Gama Alves e financiado pela FINEP com bolsas de iniciação de pesquisa Junior, iniciação de pesquisa para alunos de graduação e mestrado pela FAPESB. O CNPQ apóia também com bolsas de iniciação de pesquisa para alunos de graduação.

Para saber mais sobre o Tríade acesso a URL http://www.comunidadesvirtuais.pro.br/triade.” Vejam o video:


O mais legal é que tem versão para linux e windows, e lógico, ser totalmente livre e gratuito. Não testei ainda, mas está recomendado no livro do prof. João Mattar (merece um post para isso!).

Link para download.

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