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Archive for julho \31\UTC 2008

Geralmente, o tuxpaint quando instalado fica com uma tela pequena. Alguns preferem tela cheia, assim, se desejar aumentar a janela do Tuxpaint (tela cheia) é preciso senha de root. Abra a janela de Executar Comando (alt+F2). Clique em Opções, marque Executar como usuario diferente. Na caixa de comando digite KEDIT /ETC/TUXPAINT/TUXPAINT.CONF. Clique em Executar. Na janela que abrir, vá para a linha 38 e retire o caractere “jogo da velha” (#) do inicio, onde esta escrito “fullscreen=yes” Salve.
Agora, se você tiver o pacote tuxpaint-config instalado não precisa não. Basta digitar no console “tuxpaint-config” sem as aspas, ou então procurar se ele está no menu de aplicações. É possível, inclusive, configurar várias outras opções assim. Mas aí as configurações são por usuário.Para configurações que valham para o sistema inteiro, só através da dica acima mesmo.

Fonte: Dica compartilhada por Fraz e Frederico através da lista de discussão blog educativos

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Artigo: a dificil arte da migração

“Um artigo bem humorado com 10 dicas práticas para quem deseja convencer as pessoas a usar Linux e auxiliar numa migração tranqüila. Tópicos como “chantagem emocional” e “convença seu chefe” procuram mostrar, baseados na realidade, as situações mais comuns que a maioria encontra e dá exemplos de como se sair bem.”

A dificil arte da migração: como fazer amigos e influenciar as pessoas

Desde que o Linux existe, nas cabeças e corações de toda a comunidade figura o ideal de um mundo 100% livre, onde as pessoas, finalmente, entenderão os benefícios do Open Source, instituições públicas e empresas 100% legalizadas e plenamente funcionais com o pinguim e os sistemas proprietários, cada vez mais acuados, começam a mudar suas posturas de negócio.
A realidade, no entanto, é um pouco mais cruel. O fenômeno do software livre acabou se deparando com uma barreira antiga e que está acostumada a levar à extinção muitos ramos promissores de negócios: a pirataria.
Esperava-se que nos (assim chamados) países de terceiro mundo o Linux seria um importante ator na igualização digital. Todos imaginavam nossas terras cheias de computadores vestidos de Debian, Mandrake, Suse e Red Hat (Ubuntu não existia), mas aqui, para nós no Brasil, na Índia, em Taiwan, na China e na maior parte do mundo, o software proprietário também é quase de graça e nesse caso, a escolha é bem óbvia.
Apesar da realidade não ser tão bonita quanto gostaríamos, a migração, assim como a evangelização, são possíveis e um fator determinante, mas que é o ponto fraco da comunidade Linux, é o tato e a sutileza na hora do convencimento e da implantação.
Linuxistas são vistos como arrogantes (mesmo entre os próprios Linuxistas) já que muitas vezes um técnico ou um programador está fora da realidade do usuário e escapa-lhe ver “o outro lado da moeda”.
Depois de alguns anos, cheguei à conclusão de que o desconhecimento e o preconceito do usuário, aliados à preguiça de aprender algo novo são problemas que devem ser vencidos gradativamente. Por quantas e quantas vezes, ao ver que eu estava instalando Linux em sua estação, o usuário, com olhos suplicantes, perguntava: “não pode instalar o XP?”. Por isso comecei este artigo e espero que seja de alguma valia para quem lida sempre com essa realidade.
1 – Linux é bom; Windows é ruim! Minha distribuição é a melhor; as outras fedem!
Esta postura idiota apenas contribui para a má fama do Linux frente aos leigos. Em vez de perder tempo falando mal do sistema dos outros, concentre seus esforços em mostrar como o seu sistema é bom. O usuário, na verdade, não se importa com o sistema operacional. Num mundo perfeito as pessoas nem ouviriam falar em Windows e Linux, apenas se preocupariam em viver enquanto o computador faz o que deveria fazer. Você fazer longos discursos inflamados à Stallman para quem, simplesmente, não se importa é perda de tempo. Em vez de meter o pau, mostre que a solução livre funciona e não seja egoísta: deixe bem claro que tem Linux para todos os gostos. Se o usuário não gostar do Fedora, tem o Ubuntu, o Mandriva, o openSuse… e um deles, certamente vai agradá-lo.
2 – Você TEM que usar!
Toda mudança é traumática e fica ainda pior quando é brusca e forçada. Empurrar o Linux goela abaixo apenas vai aumentar a repulsa pelo sistema. Uma boa solução para isso é começar a substituir os softwares proprietários pelas soluções livres gradativamente. Troque o MS Office pelo OpenOffice, o Internet Explorer pelo Firefox, o Outlook pelo Thunderbird ou Evolution e comece migrando sua própria máquina. Tudo que é novo leva tempo, por isso, deixe que vejam você usando. Sempre vai haver alguma conversa sobre vírus ou outro tipo de malware e esta é sua chance de dizer que se sente seguro quanto a isso porque Linux não pega vírus.
Tomo como exemplo de caso meu irmão, que é o típico usuário: música, vídeo, MSN e muitos downloads. O computador tinha um dual boot onde eu mantinha o Fedora e o XP usando uma conexão wireless que caía constantemente. Meu irmão ficava intrigado ao ver que minha conexão nunca caía e que, além de tudo, também eu podia ver vídeos, navegar e usar MSN. Foi pensando somente no próprio benefício que ele começou a usar o Linux e hoje em dia já entendeu que pode gravar DVDs com o K3b, bater papo com o aMSN, ouvir músicas com o Amarok e ver vídeos no Kaffeine (player favorito dele).
Não mandei que ele migrasse e nem arranquei o Windows, ele viu e percebeu que funciona.
Meu próprio movimento de migração foi gradativo. Antes, era 90% do disco pro Win e 10% pro Línux, depois 50% pra cada. Em pouco tempo 90% do disco tinha Linux e, finalmente, 100%.
3 – Seja cruel!
Aquele Win XP da contabilidade, finalmente deu seu último suspiro… Vá dar uma olhada, mexa nuns fios, coce o cavanhaque e, de chapéu na mão, dispare: “infelizmente, não há muito que possamos fazer… se pelo menos fosse software original…”.
Mas, falando sério, não tenha receio de mostrar para o usuário que o software dele não tem nenhum tipo de suporte devido à natureza piratesca. É como vender seu voto: uma vez que você votou por dinheiro, nem pense em exigir saúde, educação e impostos mais justos. O compromisso do político com você termina no momento em que o dinheiro muda de dono. Com o software pirata é assim também: você usa, mas não tem o direito de reclamar. Formate e sempre alfinete.
4 – Convença o seu chefe.
A cara feia do chefe vale mais que mil palavras. Se a chefia concordar com a migração você estará com a faca e o queijo na mão.
Na hora de convencer seu chefe, lembre-se: não interessam os bonitos ideais da FSF, o que ele quer são resultados e benefícios e na hora de expô-los, seja realista. Nem tudo são flores no mundo Linux. Diga ao seu chefe que, com Linux, será possível ter mais controle sobre as máquinas, automatizar tarefas vitais como backups diários, parar de se preocupar com vírus e gozar de uma segurança um pouco (ou muito) maior, mas não se esqueça dos pontos negativos que são a curva de aprendizado – a produtividade dos funcionários vai cair durante um tempo, mas logo volta a crescer – será preciso parar alguns setores por alguns dias para a implementação, dar treinamento aos funcionários e descartar hardwares incompatíveis. Mostre que isso não é uma despesa e sim um investimento e, por último, mas não menos importante, fale sobre a tranqüilidade de parar de usar software pirata, estar 100% legalizado e poder bradar isso aos quatro ventos. Tenha tudo escrito, documentado e apresente um caso de sucesso, como o do MPE de Tocantins, onde a galera deu show.
5 – Padronize tudo.
Padronização é a palavra chave. Tendo o aval do chefe padronize o máximo de coisas que puder. Não tente trabalhar com várias distros ao mesmo tempo pois cada uma é diferente em algum ponto e isso pode ser ruim. Se tudo for padronizado, significa que tudo poderá, também, ser documentado e até um macaco poderá realizar tarefas no caso de você ir fazer um transplante de coração ou cair de avião na Cordilheira dos Andes.
Numa situação ideal seu chefe diria com a mão em seu ombro “Meu filho, isso é o que estávamos precisando por aqui! Um jovem com garra! Pode fazer o que for preciso… e tome aqui um aumento!”. Se for possível, padronize também o seu hardware. Jogue fora todo o lixo tecnológico e troque por hardware de confiança, que você sabe ser compatível e encontrará as peças de olhos fechados. Entenda que esse gasto vai ser compensado no futuro da seguinte forma: se todas as máquinas forem dual core de 2,4 Ghz e elas funcionarem bem, significa que vão funcionar bem indefinidamente e dependendo das condições e do cuidado do usuário, podem ter uma loooonga vida.
O pior inferno na minha vida é pegar o Linux e ter que instalá-lo em hardware bizarro. Uma placa de rede KTL em um P233 de 2 MB de vídeo usando uma maldita impressora matricial da década de 70. São horas ou talvez dias de trabalho estressante onde a relação custo/benefício é desfavorável.
6 – Faça aos poucos, mas faça.
Ao contrário do que pode parecer, migrar não é como numa installfest onde você vai, alegremente e de máquina em máquina fazendo o show da formatação. É preciso fazer backups com todo o cuidado, agendar sua ida ao local para que a equipe se estruture de modo a não sofrer muito com a situação atípica e estar preparado para responder a eventuais perguntas. Ao responder tranqüilize-os, diga que vai ser uma boa mudança e que o suporte vai estar á disposição para esclarecimentos e helpdesk.
7 – Não abra concessões.
Mesmo que aquela menina linda de olhos verdes e minissaia lhe peça, não abra concessões na hora de instalar os softwares. “Tem como colocar Windows na minha máquina?”. A resposta é não!Se você fizer pra um, vai ter que fazer pra todos e quem cede um pouco cede muito.
Se você tiver tudo sob controle, mesmo em situações de crise a resolução não vai ser muito dolorosa. Quando você estruturar tudo para funcionar em Mandriva, por exemplo, aquele espertinho que gosta de usar Knoppix não deve ter permissão para instalá-lo e isso deve ficar bem claro. Você é o técnico e o usuário só USA. Ele não decide nada.
8 – Não tenha vergonha do WINE
Busque sempre a solução livre antes de tudo mas, em último caso, apele pro WINE. Se aquele programa essencial não existe para Linux isso pode justificar uma não migração. Faça testes e experimente o WINE, que está muito maduro e consegue resultados espantosos.
No funcionalismo público, por exemplo, é comum softwares que só existem para Windows serem usados para transferência de dados. Antes de migrar, esteja certo de cobrir cada centímetro de terreno. Você vai estar lutando contra a má vontade do usuário também e qualquer coisa fora do normal será pretexto para reclamação.
9 – Migrou? Prepare os calmantes.
Pode ser que não aconteça, mas é bastante improvável… o telefone vai tocar e vai tocar muito. Bote uma música suave tocando no ambiente, pinturas em tons pastéis nas paredes e providencie uma bela janela com paisagem, senão você vai acabar matando alguém. =)
Logo após a migração começa o movimento anti-migração. O propósito deles é tornar sua vida tão miserável que você nunca mais vai querer ver um pingüim na sua frente, por isso, prepare-se e tenha em mente o item 7. Com o tempo as pessoas se acostumam e logo vão usar o Linux como se sempre tivessem usado. Você vai se deparar com todos os tipos de problemas: pessoas realmente confusas buscando ajuda, pessoas que sabem, mas fizeram alguma besteira e pessoas cheias de má vontade, que vão telefonar para perguntar imbecilidades do tipo “como se clica no menu?”.
Afirmações do tipo “eu não vou usar isso”, “eu odeio o Linux” e “vou falar com o chefe” podem acontecer. Lembre-se do item 7.
10 – Chantagem emocional
Depois de migrar, aí sim, use toda a sua dialética. Fale de como é bonito o movimento de software livre, emocione-se, faça valer a sua veia teatral de modo que as pessoas se sintam tão mal por usar software pirata que até em suas casas vão querer Linux.
Estou exagerando? Garanto que não. De tanto eu falar meus amigos e parentes já começam a migrar aos poucos – e sem eu nem tocar no assunto deles migrarem.
Isso acontece porque eu sempre comento sobre a relação pirataria/furto, sobre as dores de cabeça de sempre ter que crackear os programas (cada vez mais inteligentes) e digo que, no futuro, crackear um software vai ser tanta encheção de saco que acaba valendo comprar o original ou usar o software livre.
Enfim, o convencimento das pessoas não se faz pela força. Infelizmente, nem a maioria da comunidade Linux está preparada para evangelizá-lo e acaba contribuindo inversamente no processo.

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SEGUNDA CHAMADA DE TRABALHOS
SBIE 2008 – XIX SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

TEMA: TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO PARA TODOS

12, 13 e 14 de novembro de 2008

Universidade Federal do Ceará – Fortaleza – CE

maiores informaçãoes no site oficial: /www.sbie.org. br/

SOBRE O SBIE 2008

O Simpósio Brasileiro de Informática na Educação é promovido anualmente pela Comissão Especial de Informática na Educação da Sociedade Brasileira de Computação. Tem como objetivos divulgar a produção científica nacional nesta área e proporcionar um ambiente para a troca de experiências e idéias entre profissionais, estudantes e pesquisadores nacionais e estrangeiros. O SBIE é dirigido a professores, pesquisadores, estudantes e profissionais da área de educação e informática. Em seu décimo nono ano, a versão 2008 do SBIE terá como tema principal ” TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO PARA TODOS”

Sessões Técnicas ** Mini cursos ** Workshops ** Mesas Redondas **
Painel ** Palestra Convidada ** Concurso de trabalhos de conclusão

PROMOÇÃO: SBC- Sociedade Brasileira de Computação

TÓPICOS DE INTERESSE (NÃO EXCLUSIVOS)

• Ambientes e Metodologias de Autoria de Atividades de Aprendizagem

• Ambientes Interativos de Aprendizagem

• Aprendizagem Colaborativa Apoiada por Computador

• Arquiteturas Distribuídas para Software Educativo

• Aspectos Políticos e Sociais da Informática na Educação

• Avaliação e Desenvolvimento de Software Educativo

• Educação e Treinamento a Distância Mediados por Computador

Para quem como eu pretende se inscrever, calma, esta são apenas as datas das submissões de trabalhos… se alguém tiver interesse sobre publicar algum artigo em co-autoria estou a disposição para diálogo… bjs

Submissões e Chamadas

Artigos e Pôsteres: As propostas de artigos e pôsteres para o SBIE 2008 deverão ser submetidas apenas em mídia digital pela Web utilizando o JEMS: https://submissoes. sbc.org.br.

Os formatos de arquivos submetidos ao SBIE 2008 devem ser de acordo com as normas da SBC, conforme descrito no sítio com o seguinte endereço eletrônico: http://www.sbc. org.br/index. php?language= 1&subject=60&content=downloads&id=34

Os trabalhos podem ser submetidos nas seguintes categorias: artigos ou pôsters, mini-cursos, workshops, mostra de software e Concurso de Trabalhos de Conclusão de Curso. Data final de submissão: 15/08/2008, Notificação de aceitação: 30/08/2008
Entrega da versão final: 15/09/2008. Os trabalhos aceitos serão publicados nos anais do SBIE 2008.

Mini-cursos: Enviar propostas em padrão PDF para sbie2008cursos@ virtual.ufc. br
Datas Importantes: Data final de submissão: 15/08/2008
Notificação de aceitação: 15/09/2008
Entrega de material pedagógico: 03/10/2008
Coordenadora da Comissão de Mini-Cursos: Rosa Maria Costa (UERJ)

Concurso de Trabalhos de Conclusão de Curso

A submissão dos trabalhos será realizada por email para sbie2008concurso@ virtual.ufc. br . O “assunto” deverá indicar a categoria do trabalho (dissertação, tese, TCCG). O corpo da mensagem deverá indicar a instituição, o título, o autor, o(s) orientador(es) , a data da defesa e um endereço na web onde o trabalho deverá estar disponível em formato PDF. Em anexo deve ser enviado, em arquivo PDF, um atestado de que o trabalho foi concluído e aprovado, assinado pelo coordenador do curso, constando: titulo, candidato, orientador(es) e data da aprovação.
Datas Importantes: Prazo Final para Submissão dos Trabalhos: 31/08/2008 Notificação aos Vencedores: 15/10/2008 Coordenação da Comissão de Premiação de Trabalhos: Fernanda Campos (UFJF)

Chamada para propostas de Workshops
Prazo para submissão: 15/08/2008
Notificação de aceitação: 08/09/2008

As propostas, com as informações acima descritas, assim como questões e solicitações de informações adicionais, devem ser submetidas para a Coordenadora de Workshops, Lucia M. M. Giraffa (PUC-RS) no e-mail giraffa@inf. pucrs.br, com cópia para aires@virtual. ufc.br

Mostras de Software
Datas Importantes:
Data limite para submissão: 01/09/2008
Divulgação de aceitação: 30/09/2008

Coordenadores da Mostra:João Batista Carvalho Nunes (UECE), Alex Sandro Gomes (UFPE) Favor submeter as propostas para sbie2008mostrase@ virtual.ufc. br

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Cadastro de Usuario Linux

Saudações Livres!!! É interessante como o linux vem se democratizando cada vez mais, principalmente nas escolas. Tanto que já criaram uma espécie de cadastro com os usuários. Em email de usuários deste sistema é comum vermos embaixo do nome da pessoa que escreveu “Linux User#” e afinal de contas o que é isso? Esse é um número de registro de pessoas que utilizam o linux por um site especializado. O objetivo é mostrar o número de pessoas que usam Linux. Como esse cadastro não é obrigatório não sabemos realmente quantas pessoas usam uma distribuição Linux hoje no mundo. Se você usa alguma distribuição GNU/Linux? Faça seu cadastro e ajude a aumentar esses números!!!
Para se registrar acesse: http://i18n.counter.li.org/reports/place.php
Dica compartilhada por Vanessa Nogueira, no blog: http://ciberespaconaescola.blogspot.com/

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Get Free Shots from Snap.com
Navegando no cyberespaço encontrei esta ferramenta em vários blogs e resolvi testar também. Para quem não conhece o Snap é uma ferramenta de busca que você pode colocar no seu blog ou no seu site. A intenção é economizar tempo, pois este verifica o link, quando passarmos o mouse por cima, assim é possível visualizar numa pequena janela o mesmo e os links agregados. Outra vantagem é que as vezes nos esquecemos de onde retiramos essa ou aquela informação e/ou aplicativo, e ele está lá para nos lembrar… De tão interresante já coloquei neste blog (que está hospedado no blogger) mas também funciona no WordPress e no TypePad (outros formatos de blog). Se clicar na figura acima lhe leva para o site oficial (apesar de estar em inglês é bem intuitivo). Ao entrar no site oficial (www.snap.com), procura a opção get start (iniciar). Na customization, você escolhe a cor, que ficará no seu blog (eu escolhi verde), altere a language (para português do Brasil), clique em continue, cadastre o email que você utiliza para editar seu blog, coloque o endereço do seu site ou blog, crie uma senha, aceite os termos de utilização na opção I agree to terms and condiction above clique em continuar , escolha a opção blogger (se for blogspot) que automaticamente adiciona a widget (miniaplicativo) no seu layout. Depois é só ajeitar o layout do seu site. Experimente!

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Esta atividade encontrei no blog da professora Andrea de Carli. A mesma é especialista em informática educativa e sempre apresenta dicas e ideias interressantes. Esta atividade é bem interessante e pode ser utilizada em qualquer editor de textos (Br-Office ou Word) com o intuito de destacar a importância da pontuação nos textos. Vejam o plano de aula completo e por favor, não deixem de visitar o blog da colega. (seção para conhecer e se encantar)….

PLANO DE AULA – 1ª versão

Tema: Pontuação – Influência da pontuação na clareza do texto
Produçao de texto – Rapidez e clareza nas idéias produzidas

Público: da oitava série ate ensino médio

Objetivo: Propiciar no laboratorio de informática e na sala de aula, com o auxilio do computador e com a mediação do professor, que os alunos percebam a influência da pontuação na compreensão do texto, tornando a aprendizagem mais prazerosa e significativa.

Justificativa:
As aulas de lingua portuguesa muitas vezes tornam-se enfadonhas para os adolescentes, por não oferecerem muitas possibilidades de serem trabalhadas de forma lúdica, utilizando-se de recursos que cativem a atenção e a pré-disposição para apreender.
A pontuação auxilia a leitura e compreensão do discurso escrito, mas podemos buscar diferentes formas de estar trabalhando a gramática, que não da maneira tradicional, ou seja, buscando que os alunos decorem um punhado de regras. O objetivo deste conteúdo não é que os alunos saibam pontuar adequadamente, mas que eles compreendam que a pontuação é fundamental para dar sentido ao texto.

Tempo: 2 ou 3 aulas

Recursos:
editor de texto
computadores
trechos de literaturas diversas ja digitadas e em arquivos sem pontuação
regras da dança dos textos

Atividade – Primeira etapa

-Num primeiro momento o professor pode conversar sobre pontuação, ler alguma historia relacionada ao assunto, ou representar a leitura de uma historia sem pontuação e depois pedir ajuda aos alunos para pontuar. Nesta introdução procurar levantar as idéias da importância da pontuação na compreensão do texto.

-Depois desta introdução lúdica, informar aos alunos as atividades que irão realizar e como irão realizá-las, ou seja, em duas etapas: uma em sala de aula e outra no laboratorio de informatica.

-Em sala: divida-os em grupos de 04 alunos e distribua, através de sorteio um assunto a cada grupo. Cada grupo tera 15 min. para desenvolver uma pequena historia, com começo, meio e fim, e sem pontuação.

– Feito isto os grupos irão trocar de histórias. Cada grupo deverá pontuar a história e representá-la para seus colegas; com isto podemos dar a cada grupo mais 15 min.

-O tempo final desta primeira aula fica para em grande grupo fazermos as avaliações orais de cada grupo. Se cada um que pontuou os textos, pontuou corretamente; cada grupo fará sua critica e depois aprofessora faz um fechamento.

Atividade – Segunda Etapa

-Antes da ida ao laboratorio, estabelecer com os alunos algumas regras básicas de como os grupos deverão agir, e como as coisas irão funcionar por lá. Cada grupo estara de posse de um disquete com um trecho de um conto, romance, misterio…, historia dada aleatoriamente para trabalharem.

Passe as regras abaixo impressas a cada grupo- O teu trabalho ficará mais fácil se seguir o seguinte procedimento:

a. Lê tudo uma primeira vez antes de começar a colocar qualquer sinal. É só para apanhar a ideia geral.
b. Faz uma segunda leitura, se possível em voz alta. Ouvir as palavras ajuda a encontrar o ritmo da frase, porque as palavras puxam-se umas às outras.
c.Converse com seus colegas, discutam antes de pontuar as historias.
d. Finalmente, comecem a colocar as vírgulas, pontos, exclamaçoes, questionamentos,….
e. Releiam tudo. Está tudo ok? Feito isto poderão entregar a professora.

-Deverão chegar ao laboratorio e abrir a historia no editor de textos. Cada grupo terá uma cor e será responsável por um sinal de pontuação. Por ex: temos o grupo ponto final, o grupo ponto de exclamação… previamente sorteados em sala.

-Cada grupo fará a leitura do texto e discutirá onde será colocado o seu sinal de pontuação, sempre lembrando que cada grupo só coloca o sinal que é responsável. Por ex: O grupo ponto final terá a cor verde, entao fará a leitura do texto e colocará nos lugares devidos os pontos finais na cor verde.

-A cada 5 ou dez minutos a professora da o sinal e os grupos deverão trocar de computador, e no proximo texto colocar a pontuação do seu sinal. Quando os grupos trocarem pela primeira vez, ja encontrarão no texto seguinte alguns sinais de pontuação do outro grupo, e não deverão modificar; até que todos os grupos completem o circuito.

– Prontos os textos, a professora fará a impressão dos mesmos e levará a sala de aula para conversar sobre os resultados. Em um grande grupo ela fará vários questionamentos e dará as devidas explicações.

PLANO DE AULA – 2ª versão

– Uma segunda opção para o trabalho no laboratório, seria os alunos ao invés de pontuarem apenas, redigir a história, em um tempo determinado.

-Cada grupo sera sorteado uma cor e um gênero literário (apenas para começar), conto, romance, misterio, poesia,…
A cada 5 min. os grupos trocam de computadores e continuam a escrever a historia do grupo seguinte, utilizando é claro a sua cor para redigir, mas seguindo o próximo gênero literário que esta sendo trabalhado no proximo computador; ate que todos os grupos tenham passado por todos os gêneros.

– Para o produto final teremos vários gêneros, coloridos, que podem ser impressos pela professora para discussão e apresetnação em grande grupo em sala, ou representados, ou também publicados em um Blog.

Fonte: blog da professora Andréa De Carli – Pós-Graduanda em Informática na Educação – CINTED/UFRGS Blog Informática e Educação

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I Cesol – Congresso Estadual de SL do Ceará

Para os educadores comprometidos com a inclusão sócio-digital de nossos alunos. Estão abertas as incrições e chamadas de trabalho para o I CESOL – Congresso Estadual de Software Livre no Ceará (Fortaleza), será nos dias 19 a 23 de agosto de 2008, na UFC, uma iniciativa do Grupo de Estudo de Linux e Software Livre (Gelsol). O evento é gratuito, somente os mini-cursos são pagos (no valor de 30,00) é um evento grande com diveras áreas, dentre elas a educação. Minha palestra esta confirmada, será a mesma apresentada no FLISOL 2008 (Uso educativo do Software Livre na educação pública) no qual falarei sobre jogos educativos, formas de utilização do linux na educação, através de exemplos práticos vivenciados no LIE. Para quem como eu pretende palestrar, as incrições vão até o dia 18/07/2008. Maiores informações: http://www.cesol.ufc.br/ ou no email cesol@lia.ufc.br
Paralelamente, ocorrerá o I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Live do Ceará, vejam o texto oficial disponível no site Cesol.

Reconhecendo a importância da utilização de Softwares Livres no processo Educacional, seja este popular ou formal, o CESoL-CE apresentará o I Encontro de Educação e Inclusão Digital com Software Livre como forma de viabilizar/potencia lizar os debates de utilização do Software Livre em projetos sociais e escolas. Durante o evento, o evento convidará renomados pensadores/cientistas da área para participarem de mesas-redondas e palestras sobre o tema. Porém o evento não ficará restrito a convidados e a comunidade poderá submeter casos/trabalhos através da chamada de trabalhos. O evento acontecerá todos os dias durante a semana do CESoL com apresentação de aproximadamente 10 palestras, 3 mesas-redondas e algumas oficinas/mini-cursos sobre o tema. Após o evento, a organização disponibilizará o documento Diretrizes de Educação e Inclusão Digital com Software Livre que servirá de base para futuras ações e projetos que tiverem interesse em implementar.”
É importante que nós educadores cearenses participem, somos o maior usuário de linux (software livre) do Ceará através do LIES – laboratório de Informática Educativa e CRP – Núcleo de inclusão digital em linux no Ceará. Participando das discussões, do desenvolvimento de projetos e evento, é possível transformar o software livre em uma realidade

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