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Archive for maio \27\UTC 2008

Instalando o plugin do flash

O flash é um programinha da Adobe. Adobe Flash (antes: Macromedia Flash), ou simplesmente Flash, é um software primariamente de gráfico vetorial – apesar de suportar imagens bitmap e vídeos – utilizado geralmente para a criação de animações interativas que funcionam embutidas num navegador web. O produto era desenvolvido e comercializado pela Macromedia, empresa especializada em desenvolver programas que auxiliam o processo de criação de páginas web. Costuma-se chamar apenas de flash os arquivos gerados pelo Adobe Flash, ou seja, a animação em si. Esses arquivos são de extensão “.swf” (de Shockwave Flash File). Eles podem ser visualizados em uma página web usando um navegador que o suporta (geralmente com plug-inFlash Player, que é um leve aplicativo somente-leitura distribuído gratuitamente pela Adobe. Os arquivos feitos em Flash são comumente utilizados para propaganda animada (banners) em páginas web, mas evidentemente não limitando-se a isso, pois existem diversos jogos e apresentações dos mais variados tipos utilizando a tecnologia. (fonte Wikipedia).
Sim, mas pra que eu quero isso?
Para rodar alguns jogos, animações, assistir videos, blogs é preciso ter esse plugin (programinha)do Flash atualizado. Por exemplo, no site http://www.atividadeseducativas.com.br precisa ter para funcionar todos os jogos. Vou ensinar passo a passo como instalá-lo no kurumin 7.0.
Primeiro entra no sistema operacional na senha do kurumim, mas pode ser qualquer senha, o importante é saber a senha do root. No menu K procura configuração do sistema –> usar o root –> gerenciador de arquivos –> vai pedir a senha do root. Depois de colocada a senha, ele abre a janela dos arquivos… Os programas do linux ficam na seguinte pasta USR –> LIB –> MOZILLA-FIREFOX –> PLUGIN. Explicando de novo, cada nome desse é uma pasta, ou seja, o plugin ta dentro do mozilla-firefox que ta dentro do lib, que ta dentro do USR (pense numa coisa escondida) é assim mesmo, para evitar que alguem apague arquivos importantes….Abrindo a pasta usr/lib/mozilla-firefox/plugin você cola o arquivo descompactado dentro no caso o arquivo é libflashpalyer.so (que vc encontra no site da macromedia) ou pega aqui neste link

http://superdownloads.uol.com.br/download/104/macromedia-flash-player-/
Lembre-se de salvar a versão para linux e descompactar (clica com o botão direito em cima do arquivo salvo) pronto é só salvar dentro desta pasta e voalá… O flash funciona, nem precisa reiniciar a maquina para testar. Acessa o site da minha escola http://emeifnspsce.blogspot.com (tem duas animações do flash) no link ações do projeto dengue e quem somos…. Boa sorte

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Também baseado num clássico dos games, onde Tux, o pinguim símbolo do Linux tenta, no melhor estilo Mario Brothers, escapar dos inimigos utilizando saltos e outras habilidades como soltar bolas de fogo, escudo de invencibilidade dentre outras.

O menu inicial do jogo também lembra o Super Mario, com as opções muito práticas e claras: Start Game para começar um jogo novo; Bonus Levels com fases de bônus; Options com as opções do jogo; Level Editor – o modo de criação de fases; Credits com informações sobre os criadores do game; e, Quit para sair. A dica é ir em Options e ativar o modo OpenGL para melhorar os gráficos e Full Screen para jogar em tela cheia. Os controles do jogo no modo padrão não são complicados (praticamente são só as setas do teclado), mas se mesmo assim você preferir personalizá-los, vá em Keyboard Setup. Para começar a jogar, clique em Start Game. Em seguida há slots que salvam o jogo onde você parou. Na próxima tela há um mapa que “lembra algum joguinho do passado”.

A aventura se passa na Antártida e o Tux pode fazer praticamente tudo o que o Mario fazia. Um dos pontos negativos do game é que você não pode voltar na fase. Então, se você pular numa caixa e surgir um “ovo” – em uma analogia, um cogumelo no Mario – e ele seguir para o lado esquerdo, tome muito cuidado para a tela não “passar”.

Outra desvantagem que deve ser ressaltada é o modo de edição de fases (Level Editor). Ele é muito interessante, porém um pouco complicado. Demora para aprender a mexer em todas as opções e ter um pouco de controle sobre o que você quer fazer nas fases. Mas com um pouco de paciência qualquer um cria seus níveis.

Apesar de não ser considerado por muitos um jogo educativo, trabalha a concentração, a coordenação motora fina, a agilidade, a percepção visual e a destreza do educando. A partir dos 7 anos de idade. Também existe nas duas versões: linux e Windows.

Dica: Pegue tudo que estiver a sua frente, corra da esquerda para a direita, pule em cima dos inimigos, tome cuidado para não cair nos precipícios, colete moedas e brindes que tornam seu personagem maior e com poder de atirar fogo. Assim, conseguirá atravessar (pular o muro), indo para outra fase seguinte.

O Super Tux é suportado pelos sistemas Linux, Windows, Mac OS X, FreeBSD, BeOS, entre outros. O jogo também vai transformado para GP2X, Pocket PC e PlayStation Portable (fonte: Wikipédia).

Página oficial: http://supertux.lethargik.org/

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Apresenta o mesmo estilo do clássico jogo do videogame Atari, Missile Command, ou seja, impedir que as bombas atinjam as construções de uma cidade sob ataque. No entanto, o interessante do jogo é a capacidade de divertir ensinando a tabuada de forma lúdica, pois as bombas só serão destruídas se o jogador acertar contas aleatórias. A dificuldade vai crescendo à medida que o nível aumenta. No menu opções pode-se escolher entre tabuada de somar, subtrair, multiplicar ou dividir. Há também a possibilidade de mesclar as operações ou escolher apenas uma delas. É bem simples, a criança digita o número correspondente a resposta da conta proposta, por exemplo 4 x 3, digita a resposta (12) e aperta o ENTER. Se tiver certa, dispara-se um raio laser diretamente na bomba (conta), destruindo-a, se errada, o raio vai em outra direção, e sinto muito, será uma construção a menos na cidade, deixando o Tux bem chateado. Possui vesão tanto para linux quanto para Windows.

Dica: Apertando o P de pause, pode pausar o jogo para dar tempo das crianças pensarem. Na opção speed pode-se diminuir a velocidade das contas (Eu recomendo velocidade 10). A cada vitória, muda-se o cenário e a rapidez das contas. ESC para sair do jogo.

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Trata-se de um jogo gráfico e educacional para o ensino do alfabeto e treino do teclado. Seu objetivo é fazer o pingüim (Tux) comer os peixes, que representam letras, antes que eles caiam no chão. Para comer um peixe, basta pressionar a letra correspondente. A criança acumula pontos e, conseqüentemente, passa a nova fase, cada vez com maior grau de complexidade. Desta forma, ela começa a se familiarizar com o alfabeto e com a posição das letras no teclado (datilografia). O Tuxtype é um jogo educativo atraente, com visual que chama a atenção da criança. Além disso, possui som e algumas animações. A única restrição é que ainda não foi traduzido para o português, seu idioma predominante é o inglês. Ao iniciar o programa, o usuário terá quatro opções: Key Cascade-> cascata de letras, Word Cascade-> cascata de palavras, Practice-> como jogar (em inglês) e Exit game-> para sair do jogo. Quando selecionadas as cascatas, que são os dois modelos de jogos, há a opção pelo nível fácil, médio ou difícil. Então para jogar basta digitar a letra ou palavra que está caindo dentro dos peixes e o Tux come-a. Se você não digitar o Tux a deixa cair no chão e você perde uma vida. Após comer todos os peixes, você passa de fase e muda o cenário. É um jogo muito divertido e engraçado, possui interface agradável, música e efeitos sonoros.

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Freeciv: Criando sua própria cidade

Baseado no sucesso Civilization II, o Freeciv é um jogo que vai agradar a todos, pois além de ser muito bom é grátis. O game é bastante semelhante ao original, possui a mesma jogabilidade e comandos. No início basta escolher uma das treze civilizações existentes e também o número de civilizações (de uma a seis) que existirão no seu mundo. Então você cria a sua primeira cidade e começa a produzir guerreiros (para proteção e conquista de novas civilizações), colonos (para fundar novas cidades, construir estradas, áreas irrigadas e minas), deve construir melhorias para a cidade e até tentar erguer uma das sete maravilhas do mundo antes das outras civilizações. Com o Freeciv, dá até para aprender a pensar duas vezes antes de xingar alguns governantes do mundo real, afinal não é nada fácil administrar uma cidade. Você se verá louco nesse game, pois além de guerra, é possível fazer tratados de aliança e cooperação com outros povos, navegar e descobrir novos territórios, estudar e fazer novas descobertas, que vão desde a escrita até a engenharia aero espacial, tudo respeitando sua respectiva época. Todos os avanços descobertos permitem que você construa coisas novas para suas cidades e tropas. O jogo é realmente muito interessante, cheio de surpresas.

fonte: http://www.ubuntugames.org/freeciv

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Baseado num ícone dos anos 80, no fliperama Galaga, este SL resgata o divertimento e o entretenimento infantil. O objetivo do jogo é derrubar as naves inimigas utilizando a barra de espaço como tiro e desviando-se por meio das setas de navegação. Direto do túnel do tempo!
Com ele é possível trabalhar diversas habilidades e competências como a coordenação motora bimanual, a destreza, a atenção, a concentração e habilidade no teclado, o julgamento e o planejamento, a imaginação e a antecipação, a vontade de vencer, a paciência, o autocontrole, o espírito de decisão, a lógica matemática, o raciocínio analítico e sintético, a criatividade e a inteligência. A partir dos 7 anos de idade.
Já vem instalado na versão 7.0 do kurumin, mas quem não possui basta digitar como sudo dentro do konsole: apt-get install xgalaga.
Dica: Alguns educadores são críticos quanto a utilização de jogos arcade (tiro) em escolas, eu particularmente não vejo problemas, somente uma limitação: o jogo é viciante.

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O que é Software Livre?

As pessoas comentam, a mídia está dando cada vez mais destaque, o governo tem investido em projetos na área, mas, afinal, o que é software livre? Segundo o site http://www.softwarelivre.gov.br: “Software Livre (Free Software) é o software disponível com a permissão para qualquer um usá-lo, copiá-lo, e distribuí-lo, seja na sua forma original ou com modificações, seja gratuitamente ou com custo.Em especial, a possibilidade de modificações implica em que o código fonte esteja disponível. Se um programa é livre, potencialmente ele pode ser incluído em um sistema operacional também livre. E importante não confundir software livre com software grátis porque a liberdade associada ao software livre de copiar, modificar e redistribuir, independe de gratuidade. Existem programas que podem ser obtidos gratuitamente mas que não podem ser modificados, nem redistribuídos.O termo Software Livre se refere à liberdade que o usuário tem de usar, alterar e distribuir o software sem precisar pedir permissão a quem criou. Para explicar o que é software livre a Free Software Foundation criou quatro liberdades para os usuários de software: A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito; A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade); A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa beneficiar o próximo; A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie.O software livre é utilizado hoje por diversas empresas como Lojas Renner, Casas Bahia, IBM, Petrobrás, Brasil Telecom e os bancos Banrisul, Itaú e HSBC. As empresas hoje gastam com suporte, treinamento e certificação. Existem empresas especializadas em criar softwares livres onde o lucro é na captação do cliente, suporte e treinamento, assim o foco deixa de ser o produto e passa a ser o cliente.A escolha de um software vai além da aparência, pressão da mídia ou do custo, precisamos ter o dever moral de não incentivar o plágio. A idéia da utilização do software livre hoje é a escolha de uma cultura livre, que busca socializar o conhecimento e democratizar a informação.

Fonte: NOGUEIRA, Vanessa dos Santos. O que é Software Livre. Disponível em http://pedagogia.brasilescola.com/trabalho-docente/o-que-software-livre.htm. Acesso em 24 de maio de 2008.

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