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Archive for abril \07\UTC 2010

Olá amigos, quem gosta como eu, de ficar por dentro do que rola na academia, não pode deixar de ler os anais do SBIE – Simposio Brasileiro de Informatica na Educação, organizado pela Sociedade Brasileira de Computação, considerado o maior evento da área de Informática Educativa.  O evento ocorre desde 1990, geralmente na primeira quinzena do mês de novembro em cidades diferentes. O SBIE 2009 ocorreu em Florianópolis.  Os Anais com artigos podem ser acessados online, no endereço: http://www.br-ie.org/pub/index.php/sbie

Eu ja tive o deleite de participar do evento quando foi em Fortaleza (2008) e realmente vale a pena conferir, conhecer os principais nomes e principalmente as pesquisas desenvolvidas na área. O mais legal, que o acesso aos anais é gratuito. Na opção edições anteriores, pode acessar os demais. O proximo, SBIE 2010, será pertinho de nós, no Nordeste mais precisamente na Paraiba (João Pessoa). Espero estar lá…

As submissões estão previstas para junho/agosto de 2010. Portanto, aguardem maiores noticias aqui e na pagina oficial do evento: http://www.ccae.ufpb.br/sbie2010/

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Olha que noticia bacana! A inclusão social por meio da tecnologia. Não conhecia o projeto Livro falado. Que tal? O cadastro é gratuito e super simples, apenas nome, email e instituição de ensino. Andei dando uma olhada, tem livros do Ziraldo, Ruth Rocha, Ana Maria Machado, Pedro Bandeira, e outros autores contemporâneos além dos clássicos da Literatura Nacional. Muito legal mesmo. O formato é em MP3 e a licença é livre, apenas para o audio (sem o texto). O download eu fiz usando o plugin do firefox, o Helper, facílimo….  Vejam a notícia na integra:

O projeto Livro Falado lançou esta semana o site www.livrofalado.pro.br onde deficientes visuais podem ter acesso a mais de 350 livros gravados, de cerca de 280 autores brasileiros. “O objetivo também é atender pessoas com cegueira dos outros países de língua portuguesa: Portugal, Angola, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné Bissau”, disse à Agência Brasil a criadora do projeto, a mestre em teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Analu Palma.

Para isso, o projeto, que existe há dez anos, conta com patrocínio da BR Distribuidora e a parceria da Academia Brasileira de Letras (ABL). “Com a ABL, fiz uma parte desses livros que estão sendo colocados no ar”. A gravação da Coleção Voz da Academia contou com a adesão de artistas e locutores, como Lea Garcia e Iris Lettieri.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no Brasil, a prevalência de cegueira na população é de 0,3% e de baixa visão, 1,7%. A pessoa com baixa visão é aquela que mesmo após tratamentos ou correção óptica apresenta diminuição considerável de sua função visual. O projeto Livro Falado pretende incluir os deficientes visuais em duas instâncias: na questão da literatura, de acesso ao livro; e no tocante à qualificação para o ator cego.

Analu Palma é autora do livro falado Uma História para Ler, Gravar e Ouvir, em que apresenta para as pessoas as habilidades e dificuldades de uma criança que não enxerga, além de ensinar como se grava livros para deficientes visuais. Com base nesses ensinamentos, ela começou a ministrar oficinas do livro falado. Já foram capacitados, até agora, mais de 400 ledores em todo o país. “É por meio dessas oficinas que a gente está com esse acervo construído.”

Os ledores voluntários são qualificados e aprendem como transformar um livro impresso em uma obra acessível em áudio para uma pessoa que não enxerga. “Outro procedimento é aprender a gravar em um programa de computador para que o livro já fique em CD”. A terceira fase da oficina se refere à voz do voluntário, ou seja, ensina como ter uma boa dicção, além de boa leitura. “A gente transforma o livro numa coisa atraente para aquele que está ouvindo o
material que a gente produz.”

Analu vem ainda pesquisando métodos para que o ator com deficiência visual possa se qualificar, produzindo também livros de teatro falado para ele. Ela o ensina ainda a tornar o corpo expressivo para as artes cênicas. “O objetivo é abrir a comunicação por meio de canais artísticos tanto do teatro quanto da literatura.”

Para acessar os livros gravados, as pessoas cegas devem acessar o site www.livrofalado.pro.br. Para obter a gravação de um livro específico, é preciso enviar e-mail para livrofalado@livrofalado.pro.br. A remessa é gratuita.

fonte: Correio Brasiliense

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/02/brasil,i=183496/PROJETO+LIVRO+FALADO+PARA+DEFICIENTES+VISUAIS+LANCA+SITE+NA+INTERNET.shtml

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Olá, colegas professores, estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissonal no Ensino de Ciências e Matemática na Universidade Federal do Ceará. Ano passado era 500,00 reais a mensalidade (não se ainda é esse valor). Repassem para os colegas que são da area.

A Coordenação do Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (ENCIMA) da UFC abre inscrições para a seleção de sua terceira turma, de 24 de março a 8 de maio.

São ofertadas cinco vagas para cada um dos quatro eixos temáticos: Biologia, Física, Matemática e Química. As três linhas de pesquisa do programa para qualquer um dos eixos são: divulgação científica, métodos pedagógicos, tecnologias no ensino de Ciências e Matemática.

O curso é destinado a graduados em Física, Química, Matemática, Biologia e áreas afins, interessados em ensino e divulgação científica e na produção de material didático, procurando atingir especialmente os professores e outros profissionais ligados ao  ensino de Ciências e Matemática, nos níveis Fundamental e Médio.

A principal proposta do ENCIMA é estabelecer uma mudança de compreensão do significado de ensinar Ciências e Matemática, o de ensino e aprendizagem dinâmicos, objetivo e inovador, fundamentando-se em metodologias e tecnologias apropriadas à realidade das escolas e do cenário nacional.

O processo de seleção compreenderá a aplicação de uma prova escrita discursiva, de conhecimentos gerais no eixo temático escolhido pelo candidato, análise do curriculum vitae, análise do pré-projeto e entrevista.

Os pagamentos do curso devem ser feitos por pessoa jurídica. Na inscrição, os candidatos deverão apresentar carta de compromisso da escola ou da  empresa que será o responsável financeiro pelos pagamentos. Essa carta deve conter dados detalhados do aluno e da própria  empresa (Razão Social, CNPJ, endereço, telefone, CPF, RG) e assinatura do responsável financeiro.

As inscrições serão on-line, pelo site www.astef.ufc.br. Não será cobrada taxa de inscrição. Mais informações nos sites www.prppg.ufc.br, www.astef.ufc.br ou www.encima.ufc.br.

Confira aqui aditivo ao Edital n° 01 – 2010.

Fonte: Profª. Eloneid Felipe Nobre, Coordenadora do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (ENCIMA) – (fone: 85 3366 9931)

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Ola, gente, oportunidade para quem deseja atuar como tutor on line em Fortaleza. A universidade federal do Ceará, abriu vagas para tutoria a distancia pelo Instituto UFC Virtual . Você faz inscrição online, mas preciso entregar os documentos presencialmente na UFC Virtual (Campus do PICI), embaixo da Biblioteca até sexta-feira (09/04). Portanto, não deixem para ultima hora. O modelo de curriculum é o lattes (aquele do CNPQ), são três fases: analise do curriculo, entrevista e curso de tutoria. A bolsa é de 665,00 reais.

São 35 vagas para as disciplinas Fundamentos do Direito a Educação; Políticas e Gestão na Educação; e Planejamento e Práticas da Gestão Escolar; e  35 vagas para as disciplinas Introdução ao Curso e ao Ambiente Virtual; Oficinas Tecnológicas – Construindo Sítios na Web.

Informações e edital da seleção no link abaixo:

http://www.virtual.ufc.br/gpege/

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O Gen-Virtual é  um software livre, para reabilitação cognitiva, fruto da tese de doutorado da Prof. Ana Grasielle, e ja está disponivel para download no link: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual. O video é bem didático e apresenta as facilidades de utilização deste software para pessoas com limitações físicas.  Os recursos utilizados são minimos, um computador, uma webcam e cartões. Eu amei! Tem também a reportagem Som Maneiro, que reproduzo aqui, da Revista A rede. Até mais!

Som maneiro, é a reportagem que alia musicoterapia a educação especial por meio datecnologia O software livre, Gen Virtual ” é uma alternativa barata e motivante de tecnologia assistiva” por Áurea Lopes

ARede nº56,marçode 2010 – Cabelo arrepiado, brinco na orelha, Ezequiel Manoel Soares tem 18 anos e gosta de guitarra. Esse é o instrumento que ele prefere “tocar” no GenVirtual, software – livre e com primeira versão disponível na internet – desenvolvido por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Baseado na tecnologia da realidade aumentada (veja o texto abaixo), o programa vai muito além de uma ferramenta divertida para executar músicas digitais. Enquanto “brinca de roqueiro”, o jovem Ezequiel, portador de Distrofia Muscular de Duchenne, faz movimentos de flexão e extensão de cotovelo e de punho, torção de mãos, entre outros exercícios que ajudam a recuperar seus membros superiores, há onze anos comprometidos por deformidades decorrentes dessa doença genética.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Distrofia Muscular (Abdim), no ano passado, mostrou que o programa é capaz de elevar de 74% para 88,6% o grau de motivação dos pacientes. Nos tratamentos convencionais, os exercícios são realizados com materiais como massa de modelar, por exemplo. As técnicas tradicionais têm vantagens como trabalhar a manutenção da amplitude de movimento e da força muscular. “Mas o entusiasmo dos pacientes com a atividade no computador é um ponto positivo de grande valor. Por isso, recomendo o uso complementar das duas modalidades”, avalia Adriana Nathalie Klein, coordenadora do setor de terapia ocupacional da Abdim e responsável pela organização do ensaio clínico do GenVirtual, feito com 16 pacientes da associação.

O GenVirtual tem como principal objetivo restabelecer ou melhorar funções motoras (coordenação, equilíbrio, mobilidade e sincronização) e cognitivas (atenção, memória, concentração, raciocínio e percepção sensorial), por meio de experiências musicais de criação, reprodução e audição sonora e musical, jogos de siga-sons-e-cores e brincadeiras rítmicas. Na prática, coloca-se sobre a mesa cartões com imagens de instrumentos e notas musicais. Uma câmera capta a imagem do instrumento, que será o selecionado para a atividade – a guitarra, no caso de Ezequiel. Depois disso, é só tocar os cartões em que estão desenhadas as notas e o computador executa a melodia.

Uma grande sacada é a mobilidade da solução. Diferente de um teclado musical, composto de teclas fixas e de tamanhos imutáveis,  nesse sistema o terapeuta pode criar elementos virtuais de diferentes cores e tamanhos e posicioná-los sobre a mesa em diversas formações, de acordo com as necessidades de cada paciente – mais longe, para que o cotovelo seja esticado; alinhados ao lado da mão em que o paciente tem menor mobilidade; na direção para o qual os dedos devem ser estirados etc. O programa também funciona para exercícios de membros inferiores, basta posicionar a câmera e os cartões de modo adequado a essa aplicação.

Atualmente, além do módulo de composição, que oferece opções de instrumentos de sopro (flauta, gaita, saxofone) e corda (violão, guitarra, piano), o GenVirtual traz um jogo da memória sonoro. Mas a “mãe da criança”, a pesquisadora Ana Grasielle, do Laboratório de Sistemas Integráveis da Escola Politécnica (USP), já está ampliando as funcionalidades do programa. Ela está testando o novo módulo Jogo das Palavras, que integra imagem, texto e som. Por exemplo: ao montar a imagem de uma casa, o usuário vê o texto escrito e ouve a palavra pronunciada. “É uma aplicação que pode ajudar a alfabetização de pessoas com déficit cognitivo”, diz Ana, que vai apresentar o GenVirtual em sua tese de doutorado, a ser defendida ainda este ano. Outra funcionalidade em estudo é o que Ana chama de “timing coincidente” – uma espécie de jogo em que o usuário precisa tocar no objeto real acompanhando o tempo determinado pelo programa.

Formada em Engenharia da Computação e cursando doutorado em Engenharia de Sistemas Eletrônicos, a autora do programa reforça que seu desafio, nesse projeto, é oferecer tecnologia assistiva de baixo custo e fácil utilização: “O GenVirtual pode ser colocado na televisão. Isso quer dizer que pode ser usado em casa, gratuitamente”. Ana explica que, em especial no universo de atendimento público de saúde, os pacientes não dispõem de recursos assistivos em suas casas. Fazem exercícios com equipamentos das clínicas e, terminado o horário, vão embora e esperam até a próxima sessão. “Mesmo um paciente de família mais humilde hoje tem computador. Ou tem um colega, um vizinho que tem. Então, é só baixar o software da internet e praticar mais um pouco em casa”.

A primeira aplicação prática do GenVirtual foi na Associação de Assistência à Crianças Deficientes (AACD), em terapias de pacientes com paralisia cerebral. Muitas pessoas que sofrem de deficiência física ou baixa mobilidade não conseguem interagir com instrumentos musicais convencionais. Nesses casos, a musicoterapeuta utiliza recursos assistivos, como adaptadores com ponteiras nas mãos para usar o piano, fixadores de pandeiro para uso das duas mãos, entre outros. Tocar música pelo computador foi uma novidade que fez sucesso. Segundo a coordenadora do setor de musicoterapia da associação, Marilena do Nascimento, o software permite muito mais do que criar melodias ou reproduzir músicas conhecidas. O GenVirtual possibilita treino motor e amplia as funções cognitivas como atenção, concentração e memória. “Depois que começamos a testar o programa na AACD, percebemos que a ferramenta poderia ser também útil em outros setores da área da saúde, como terapia ocupacional, fisioterapia etc.”, conta Ana.

www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

A divertida realidade aumentada
Cada vez mais, sistemas computacionais respondem a toques, gestos e voz. O ambiente externo ao computador é capturado pelo hardware por meio de softwares específicos, auxiliados por dispositivos como câmeras e sensores. E, a partir desse recurso, cria-se a realidade aumentada, ambiente atrativo que desperta a curiosidade e a imaginação ao trazer objetos virtuais tridimensionais para o mundo real do usuário.

No caso do GenVirtual, os objetos virtuais são introduzidos no cenário real por meio do reconhecimento de símbolos musicais impressos em papel comum (cartões). Os cartões podem ser impressos em diversas cores e tamanhos, e posicionados na mesa de acordo com o desafio motor desejado. A identificação dos símbolos dos cartões é feita pelo processamento das imagens, capturadas por uma webcam conectada ao computador. Quando o símbolo do cartão é reconhecido, o GenVirtual cria um objeto virtual tridimensional associado ao som do respectivo cartão.

fonte da Noticia: Revista Arede março 2010: http://www.arede.inf.br/inclusao/edicoes-anteriores/157-edicao-no56-marco-de-2010/2750-um-som-maneiro

Pagina Oficial do Projeto em Português: http://www.lsi.usp.br/nate/projetos/genvirtual

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Esta noticia, eu li no blog do Frederico Guimarães, no Teia (http://teia.bio.br/), um dos ativistas do software livre e líder do SL educacional. É muito interessante, pois possibilita a nós, professores, contribuir com a melhoria do software. Vamos participar!

O projeto KDE Education tem por objetivo desenvolver aplicações educacionais livres, baseadas na tecnologia do KDE. Atualmente o projeto conta com 18 aplicações disponíveis, que abrangem as áreas de Matemática, Ciências, idiomas e Geografia, além de outras áreas não específicas. E o melhor é que, mesmo usando tecnologia do KDE, ele pode ser utilizado em qualquer gerenciador de ambientes, como o Gnome, o XFCE e outros.

E se você é um usuário de qualquer aplicação do KDE Education, seja como professor, aluno ou simplesmente apreciador, existe uma forma bacana de contruibuir com o projeto, mesmo sem saber programar ou traduzir. Foi criada uma pesquisa para avaliar os problemas que as pessoas estão encontrando com essas aplicações, bem como recolher propostas de uso. É rapidinho de responder e é muito importante para os desenvolvedores poderem orientar seus trabalhos.

A pesquisa esta disponível neste link.

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Olá amigos, uma noticia maravilhosa, os professores, pela primeira vez, poderão debater sobre a distribuição que utilizaremos no nossos laboratórios, por meio de um seminario local. Ainda me preocupa, ser restrito aos professores e não a comunidade livre, mas ja é um começo. Outro detalhe é o pouco tempo, uma manhã, acho pouquissimo tempo, mas vamos ver no que dá, antes de criticar, ne?  Vejam a noticia que saiu no site da prefeitura de Fortaleza (CE)
A Secretaria Municipal de Educação de Fortaleza, através do Departamento Tecnologia da Informação, abrirá inscrições durante o período de 29/03/2010 a 11/04/2010 para o Seminário de Produção da Nova Distribuição Linux para as Escolas da Prefeitura de Fortaleza.

O evento acontecerá no auditório do Centro de Ciências da UFC (Campus do Pici), dia 17/04/2010, no horário de 8h às 11h30min e pretende reunir profissionais efetivos do grupo do magistério que atuam no LIE – Laboratório de Informática Educativa.

O seminário disponibilizará 300 (trezentos) vagas para os professores dos Laboratórios de Informática Educativa – LIE – e outros profissionais do grupo efetivo do magistério que possam contribuir com as propostas desse projeto.

O evento tem como objetivo, apresentar propostas e fazer uma sondagem com os participantes para a criação da nova distribuição Linux das escolas. Os interessados deverão fazer sua inscrição pelo site: http://www.sme.fortaleza.ce.gov.br.

A inscrição para apresentação de trabalho ou relato de experiência no LIE deverá ser feita no site e o resumo do trabalho deverá ser anexado ao formulário no formato PDF até o dia 17/04/2010. Os trabalhos serão analisados conforme orientações básicas de escolha, disponível também no site.

Orientações Básicas para a Escolha de Trabalhos e Relatos de Experiência nos Laboratórios de Informática Educativa.

  1. A inscrição para apresentação de trabalhos e relatos de experiências nos Laboratório de Informática Educativa poderá ser feita até o dia 11/04/2010, através do site do site: http://www.sme.fortaleza.ce.gov.br anexando ao formulário o resumo do trabalho no formato PDF até o dia 11/04/2010
  2. Os resumos dos trabalhos e relatos de experiências deverão ser enviados dentro desse prazo, seguindo as seguintes normas de apresentação: título do trabalho ou relato, nome do (a) autor (a), escola/órgão em que o servidor está lotado, e-mail do(a) autor (a);
  3. Poderão ser inscritos os trabalhos acadêmicos dos servidores efetivos do grupo do magistério da Prefeitura de Fortaleza;
  4. Somente serão analisados e escolhidos os trabalhos realizados a partir de uma distribuição Linux;
  5. Os trabalhos inscritos serão escolhidos pelo Centro de Referencia do Professor, pelo Departamento de Tecnologia da Informação da SME e pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação da Prefeitura de Fortaleza;
  6. Os resultados da análise dos trabalhos e o horário de apresentação estarão disponíveis no site http://www.sme.fortaleza.ce.gov.br a partir de 13/04/2010.
  7. O seminário disponibiliza o micro com leitora de DVD, o data show e o sistema de som para exposição dos trabalhos e relatos;
  8. Os autores não poderão exceder os 15 minutos de apresentação na forma oral e/ou expositiva;
  9. Não serão aceitos trabalhos que não obedeçam às orientações de apresentação e inscrição estabelecidas nessas orientações.CLIQUE AQUI E FAÇA SUA INSCRIÇÃO
  10. CRONOGRAMA

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