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Olá amigos… Ja conhecem a  Revista Tecnologias na Educação ? É um periódico semestral que tem como objetivo a publicação de artigos e relatos de experiências desenvolvidos por professores de ensino fundamental e médio e por pesquisadores com foco no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação. (ISSN: 1984-4751)

O número 1 (2009), apresentou os trabalhos publicados no I Congresso de Tecnologia Educacional, um evento singular, pela WEB, que participaram mais 1200 pessoas. As palestras e relatos de experiências mais relevantes foram publicadas no número 1. (Leia aqui)

Agora, estão aberta as inscrições para o número 2.

A Revista Tecnologias na Educação receberá artigos e relatos de experiências para publicação em seu segundo número.Os trabalhos poderão ser encaminhados até o dia 20 de março de 2010 e deverão ser apresentados de acordo com as normas de publicação para artigos e relatos de experiências, que podem ser consultados neste link.

Haverá um seção especial para trabalhos de conclusão de curso ( Monografias e TCCs)produzidos SOMENTE por professores participantes da lista de discussão Blogs, Internet e Web na Educação,entre os anos de 2005 a 2009,que tenham como tema o uso das tecnologias na Educação.

Os trabalhos deverão ser encaminhados para o e-mail da revista, revista.tec.edu@gmail.com , de acordo com as instruções do Item:Como submeter seu trabalho para avaliação.

O que está esperando para mandar seu artigo? Não perca tempo. Maiores informações no site oficial: http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista.php


Eis um artigo pessoal publicado na Revista Espírito Livre n.10 (janeiro/fevereiro 2010) que versa sobre a relação entre a educação fisica e a tecnologia livre…É longo, mais vale a pena ler, pois tem dica de softwares livres que podem ser aplicados a prática desportiva e a qualidade de vida. Boa Leitura!

Feliz Ano novo! Mais um ano começa cheio de expectativas e planos. Já fez sua listinha? Deixa eu adivinhar? Deixar o sedentarismo de lado e se dedicar á alguma prática esportiva? Bom, essa é uma das promessas clássicas de todo brasileiro. E não é difícil perceber isso, principalmente no verão.

Na estação do calor aumenta o número de praticamente de atividades físicas ao ar livre. Praças, praias, parques estão sempre lotadas de alguém fazendo desde sua simples caminhada até aqueles adeptos de um “racha” (como dissemos no Ceará), o famoso futebol entre amigos no fim de semana.

Bom, que o Brasil é o país do futebol ninguém discute! E de fato, agora nos tornamos praticamente o país do Esporte. Primeiro foi o Pan-Americano em 2007. Depois o Mundial de natação em 2008. Daqui há poucos anos, o olhos do planeta se voltará para a nação verde-amarela. Não é para menos. Somos a sede da Copa do Mundo de Futebol em 2014. E em 2016, as Olimpíadas!. Enfim, o Brasil terá visibilidade internacional e principalmente a oportunidade de se tornar (ou não!) uma potência mundial no esporte, se houver investimentos em nossos atletas.

O certo é que de uma forma ou outra, o brasileiro é fanático por esportes. Domingo, dia de folga, metade da programação televisiva é dedicada ao esporte! É comum encontrarmos pessoas praticando alguma modalidade esportiva mesmo de forma amadora. Toda escola brasileira é obrigada a possuir uma quadra. Parques, praças e academias fervilham no verão. E os educadores físicos, são, na atualidade, os profissionais mais requisitados, em escolas, academias, clubes, hospitais, clínicas de reabilitação, e outros espaços que visam a qualidade de vida. Esporte e saúde andam de mãos dadas.

E o computador? É vilão ou aliado? Para muitos desavisados, o computador é o vilão, o principal responsável pelos elevados índices de obesidade e sedentarismo entre os mais jovens. Todavia, não podemos deixar de lembrar que o computador enquanto máquina é uma ferramenta, e portanto, seu uso depende de um fim, de um objetivo. Se o jovem não é incentivado a praticar esportes, e fica o dia inteiro sozinho, sem nenhuma atividade desafiante, seu único refúgio com certeza será a Internet. Agora, se o mesmo prefere trocar o convívio dos amigos e familiares a passar horas na frente de um computador, consumindo Coca-Cola e adorando o Santo Big Mac, é um caso a ser levado a especialistas.

Por outro lado, a tecnologia pode ser um aliada do educador físico. Sabemos que a informática tem diversos fins. Para o educador físico, essa ferramenta pode transformar-se numa grande aliada no que diz respeito a agregar valores e conhecimentos, através da interação entre o homem e o computador. Aliás, o uso da tecnologia em competições é antiga. Em corridas de cavalos, o photo finish já era utilizado em meados do século XX. Na atualidade, grande parte dos esportes, mesmo os tradicionais como o tênis e a natação já se renderam aos encantos da tecnologia.

Em caso de dúvida, nos jogos da liga americana de basquete, a famosa NBA, o juiz é obrigado a rever o lance dúbio por meio de telões. No automobilismo, da mesma forma, a cronometragem manual há anos foi substituída pela computadorizada. Nas partidas oficiais, de tênis, já existem softwares (os chamados tira-teimas), que auxiliam os árbitros em lances duvidosos. O julgamento computadorizado é utilizado com eficiência em partida de futebol americano. Alias, não entendo porque a FIFA ainda não aceita o uso da tecnologia nas partidas oficiais de futebol (aquele do nosso Rei Péle). Quem não lembra da “mano de Dio” (Mão de Deus), a canhota milagrosa de Maradona na Copa de 1986, que consagrou a Argentina? E agora a história se repete com Thierry Henry e a classificação constrangedora da França para a Copa de 2010.

Bom, enquanto no esporte o objetivo é competir, na escola a educação física tem um viés diferente. A prática esportiva na escola contemporânea não pode ser vista como um berço de campeões, pelo contrário, a educação física escolar visa desenvolver nas crianças uma melhor consciência corporal, por meio de jogos, brincadeiras, músicas, levando o prazer através da atividade física, incluindo e não mais excluindo aqueles que possuem menor aptidão física.

Para quem não sabe o ano de 2009 foi escolhido pelo Conselho Nacional de Educação Fisica, como o ano da Educação Física Escolar. Na escola, a educação física pode ser trabalhada no Laboratório de Informática de diversas formas. O professor pode aproveitar para apresentar esportes menos conhecidos como a canoagem, o golfe (agora é olímpico apartir de 2016!) e mesmo os esportes de inverno, por meio de vídeos ilustrativos. Por meio da internet, podemos pesquisar vultos do passado que se consagraram no esporte, os cuidados que devemos ter na saúde. Da mesma forma, a sala de aula é o local mais propício para se debater valores, como a ética no esporte. Um exemplo é o caso de Gabrielle Andersen, que em 1984, ensinou ao mundo que o mais importante não era a vitória.

Outro aspecto interessante do uso da tecnologia no esporte é a possibilidade do expectador virtual. Por da tecnologia de informação, os fãs de esporte podem participar ou mesmo interagir com o atleta em tempo real. Tecnicamente, é possível acompanhar uma corrida de atletismo ou ciclismo em vários ângulos e até mesmo participar de um evento virtual, uma gincana, ou mesmo um game relacionado ao esporte, como a capoeira por exemplo, uma luta nacional.

Para os treinadores, a tecnologia propicia um horizonte de possibilidades. Por meio de softwares específicos é possível acompanhar o rendimento de um atleta, seus avanços, suas dificuldades, coletar dados, criar gráficos, comparar e criar novas estratégias de ação. Contudo, uma vez que tanto os equipamentos quanto os softwares têm um custo substancial, o espectro da exclusão está mais uma vez presente.

Pesquisando softwares para educação física, percebeu-se a predominância de softwares proprietários, sendo que a maioria destinados para a área de fitness. Mais o software livre também possui sua contribuição para a ciência do desporto.

Neste artigo, destacarei alguns softwares livres que podem ser utilizados por treinadores e educadores físicos. A maioria é direcionada para o profissional de fitness, mas não impede que pessoas normais, como eu e você, que não são atletas profissionais, os utilizem em seu cotidiano.

Todavia, ressalta-se que, antes de começar uma atividade física, lembre-se inicialmente de procurar um médico para avaliar sua capacidade física e principalmente seu estilo de vida. O exercício fisico deve ser um momento de lazer e nunca uma tortura!

Primeiramente, gostaria de apresentar o PyTrainer (figura1). Atualmente este software está na versão 1.7.0.1 (junho/2009). É um software livre desenvolvido sob licença GPL, para registro de treinamentos em diversos desportos. Foi projetado inicialmente para ciclistas, mas pode ser utilizado para qualquer outro tipo de desporto que envolva resistência (velocidade) como atletismo, natação, esqui, dentre outros. Uma de suas principais vantagens é a possibilidade de utilização do Google Maps em provas de longa distância e também a criação de gráficos e estatísticas detalhadas com os dados obtidos por GPS. Desenvolvido em linguagem Pyton, possui apenas versão para Linux (tar.gz), utilizando as bibliotecas do Gnome sendo que ainda não foi traduzido para português (PT-BR). Maiores informações na pagina oficial: http://pytrainer.e-oss.net/index.phphttp://pytrainer.e-oss.net/index. .

Agora, se você gosta de pedalar livremente em grandes altitudes, uma alternativa opensource é Cyclograph (figura 2). A versão 1.2 foi atualizada recentemente, em novembro/2009, seu objetivo é registrar treinamentos para ciclistas. Seu diferencial em comparação aos demais é a possibilidade de criação de gráficos comparando distâncias (em kilometros e milhas) e altura (altitude), além da possibilidade de criação de páginas na Web. Apresenta uma interface amigável, suporta as bibliotecas GTK+, possui versão para Linux, Windows e MacOX, estando disponível em italiano e inglês. Maiores informações: http://sourceforge.net/projects/cyclograph/.

Outro software que tem uma função similar, que pode ser utilizado por profissionais de educação física e treinadores em geral é SportsTracker. (figura 3) De caráter generalista, também é uma aplicação livre para registrar as atividades de desporto. Atualmente está na versão 3.5.0, possui versão para Windows, Linux e Mac. Neste SL, o educador pode criar categorias para diversos tipos de desportos, como ciclismo, corrida, natação ou tênis. A principal vantagem é auxiliar na criação de rotinas, por meio de diagramas e estatísticas para determinados intervalos de tempo ou tipos de desporto e ainda calcular as calorias perdidas Ressalta-se que já existe uma versão deste software para Desktops e celulares.

Agora, se é adepto da corrida e não pretende ter o físico de atleta queniano apenas gostaria de calcular sua performance, pode acessar este software por meio de seu celular. O mesmo acessa as informações via GPS, no qual calcula a velocidade e a distância percorrida, o tempo gasto, o ritmo médio dentre outros. É importante comentar que o cálculo da velocidade em movimento não é real, visto que as leituras do GPS, também não são em tempo real, todavia a distância total percorrida é um dado confiável. Segundo o site oficial, é possível salvar o caminho percorrido em formato de mapa digital e enviar para o Google Maps. Quem se habilita a testar? Maiores informações: http://www.nokia.com/betalabs/sportstracker

Por fim, não poderia deixar de falar de software livre nacional. O professor de educação física além de promotor da saúde na escola, também contribui para a prevenção de doenças, principalmente relacionadas a postura. Doenças como escoliose, cifose, lordose são comuns na infância, se não tratadas a tempo, pode trazer conseqüências nefastas na vida adulta. O SAPO (figura 4)é um Software de Avaliação Postural desenvolvido pela Universidade de São Paulo (http://sapo.incubadora.fapesp.br/portal), que tem como objetivo ajudar “o profissional de saúde na mensuração da posição, comprimento, ângulo e alinhamento, entre outras propriedades, dos segmentos corporais de um indivíduo.”

Segundo o site oficial, é um programa de computador que a partir de fotografias digitalizadas do indivíduo permite a mensuração da avaliação postural, não pretendendo substituir exames, como por exemplo, raios-X ou análise dinâmica da marcha. Através dele  possível digitalizar a foto da pessoa que o computador calcula o IMC e faz uma avaliação postural. Não é fantástico?

Uma das vantagens do software SAPO é que além de ser um genuinamente nacional, e portanto estar em língua portuguesa (PT-BR), é livre, roda utilizando JAVA (JRE6), portanto pode ser instalado tanto em Windows quanto em Linux. Pode ser utilizado tanto por educadores físicos, fisioterapeutas, médicos e outros profissionais preocupados com a saúde postural. A última versão saiu em 2007. Maiores informações: http://sapo.incubadora.fapesp.br/portal/projeto/FrontPage

Como pode-se perceber, o software livre cresce a cada dia e possui aplicações em todas as áreas do conhecimento, inclusive a ciência do desporto, o que demonstra a superioridade do SL em muitos dos casos. Por fim, a educação física e a tecnologia livre podem sim, ser aliadas na construção de uma sociedade mais saudável, mais ética e principalmente mais livre.

Como referenciar: ROCHA, SSD.  A Tecnologia Livre como aliada ao Educador Físico. Revista Espirito Livre. Ano 1. Janeiro/2010. Disponivel em <http://www.revista.espiritolivre.org> Acesso em DD/MM/AAAA.

O Firefox tem um plugin chamado SWF Catcher for Firefox V1.3 que vc pode salvar as atividades feitas em flash (com extensão swf). Vamos aprender a instalar esse plugin. É fácil.

Primeiro entre na pagina oficial (http://www.sothink.com/product/swfcatcher/firefox/index.php)

Na pagina oficial clique em free download. Depois em Instalar agora.

Depois de instalado, é necessário reiniciar o firefox (seu navegador, ou seja, saia e entre novamente na internet). Ele se instala automaticamente. Agora se não tem internet, pode salvar a extensão em um pendrive e

Feito isso pronto, já pode entrar automaticamente na atividades educativas.

E sim, como usar?

http://www.sothink.com/product/swfcatcher/firefox/using.php

Olá amigos… Depois de um tempinho de férias, estamos de volta. Bom, que o You Tube é o site preferido de legiões de jovens e adultos não preciso dizer. Mas como fazer com que seu video preferido do you tube seja assitido no seu aparelho de MP4 (genérico)?

Bom, você tem duas opções, ou baixa um programa que converta o video do you tube para o AMV (formato aceito pela maioria dos MP4, inclusive aquele chinês que comprou na 25 de março, rsrsr), um excelente programa é o Get Tube, é freeware. Ou pode optar pela internet. Existem diversos sites que facilitam muito nossa vida e o mais importante, por ser um serviço online, não ocupa espaço no nosso amado e pequeno HD. Essa dica me foi repassada pelo aluno Enoque, 12 anos, aluno do Projeto Aluno-Monitor do LIE da Emeif Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. Ávido por tecnologia e com a paciência que somente os jovens possuem para navegar na internet atrás de suas dúvidas… Eis o mini-tutorial:

1o Passo: Entre no You Tube e escolha seu video preferido e copie a URL. Ex: http://www.youtube.com/watch?v=ZE9luM11O7Q

2o Passo: Entre na pagina www.flv2amv.com (para iniciar a conversão). Cole a URL e clique em convert.

3o passo: Espere fazer a conversão do FLV (formato do You Tube) para AMV (formato do MP4), quando completar 100% faça o download. Vai abrir uma tela para que salve no seu computador ou diretamente no seu MP4. Pode testar que funciona numa boa… Até a proxima dica!

Os colegas dos Blogs Educativos estão mobilizados pela divulgação dos canais para ajuda financeira/humanitária as vítimas do terremoto do Haiti. Divulgar os canais na rede já é uma forma de auxílio. Faça você também!

Contas bancárias que recebem doações para as vítimas no Haiti.
Há vários canais para cidadãos e empresários interessados em fazer doações para as vítimas do terremoto no Haiti. Veja quais são as principais formas
de ajudar:

Embaixada do Haiti no Brasil
Banco do Brasil
Agência 1606-3
Conta corrente 91.000-7
CNPJ 04170237/0001-71

Cruz Vermelha
HSBC
Agência 1276
Conta corrente 14526-84
CNPJ é 04359688/0001-51

Viva Rio
Banco do Brasil
Agência 1769-8
Conta corrente 5113-6
CNPJ 00343941/0001-28

Care Internacional Brasil
Banco Real-Santander
Agência 0373
Conta corrente 5756365-0
CNPJ 04180646/0001-59

Pastoral da Criança
HSBC
Agência 0058
Conta Corrente 12.345-53
CNPJ 00.975.471/0001-15

Caixa Econômica Federal*
Agência 0647
Conta corrente 3.600-1
CNPJ 00.360.305
* As doações da Caixa serão encaminhadas à Coordenação de Assistência
Humanitária (Ocha, na sigla em inglês) pelo Programa Mundial de Alimentação
(PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e pelo Escritório das Nações
Unidas.

Os dez mandamentos do usuario do computador

Por João Marcello Pereira

Complementando a mátéria publicada na edição passada (Revista Espírito Livre, Nº 8), agrupei os 10 mandamentos fundamentais que todo usuário de computador deve seguir. São eles:

1. Farás cursos de informática antes de comprar computador em 10x em qualquer loja para aprender que não pode abrir arquivo PDF em um editor de textos;

2. Não abrirás nenhum arquivo sem antes passar o antivírus;
3. Não tomarás o tempo do teu técnico em vão com perguntas bobas por telefone – consulte o HELP do software, use o “man” ou o oráculo*;

4. Lembra-te do dia do sábado/domingo/feriado ou qualquer tempo disponível organizar teus arquivos. Trabalharás vários dias, mas guardarás um dia para o Backup ;
5. Não infectarás a máquina do teu próximo com vírus pelo MSN;
6. Não farás para ti senhas fáceis de esquecer;
7. Não chamarás o TÉCO** para consertar o teu computador. Não aceitarás os teus conselhos sem fundamento e jamais aceite o preço do serviço sem antes fazer um diagnóstico da máquina;
8. Não matarás arquivos de sistema tentando “limpar” o computador;
9. Honra tua responsabilidade quando apertar qualquer tecla e/ou alterar qualquer parâmetros de hardware sem o devido conhecimento;
10. Não dirás falso testemunho contra o teu técnico dizendo que antes dele mexer tudo funcionava “bonzim”.

* http://www.google.com.br

** Técnico que só faz serviço ruim.

Fonte: Revista Espirito Livre n. 8 (dezembro de 2009)

Olá gente, gostaria de agradecer a todos os amigos, seguidores e visitantes deste blog que nasceu tão desprenteciosamente, e agora, ja contabiliza quase 82.000 visitas somente em 2009, o que significa uma média de 300 visitas diárias. Obrigada, por sua critica, sugestão, palavra amiga ou reconhecimento. Que 2010 seja um ano maravilhoso para todos nós. Vida longa e próspera para o Software livre…

Olá amigos, navegando na net de férias, encontrei um software super interessante para o estudo de um evento histórico genuinamente brasileiro, a Cabanagem. Quem perdeu a aula de História, cabanagem foi a revolta popular,  no qual as minorias (negros, indios, mestiços) tomaram o poder contra as elites. Ambientado no estado do Pará, por sinal, belissímo estado, é possivel mediante este jogo conhecer e interagir como personagem principal neste momento histórico.

O jogo foi idealizado pela UFPA, em especial pelo LARV – Laboratorio de Realidade Virtual, capitaneado pelo prof  Manoel Ribeiro Filho. O download é gratuito, está em creative commons, infelizmente apenas na versão EXE (para Windows), mas acho que dá para emular para Linux com o Wine. (vou testar!).

Maiores informações e download na pagina oficial: http://www.larv.ufpa.br/index.php?r=jogo_cabanagem

O enredo do jogo está dividido em três partes de acordo com os acontecimentos ocorridos na revolução:

  • 1ª Etapa: Período pré-revolucionário (1821 a 1823) que abrange as missões conhecer Belém, fundar jornal O Paraense e Batista Campos, ambientado em Belém da época.
  • 2ª Etapa: Explosão do Conflito Armado (outubro de 1834) que abrange as missões do Acará, que é um jogo de estratégia, e um de ação. Ambientado nas fazendas Acará Açú e Vila Nova(nas margens do rio Acará) e o sitio Santa Cruz (no igarapé Itapicuru).
  • 3ª Etapa: Tomada do Poder ( 7 de janeiro de 1835) que abrange a missão da tomada do poder em Belém.

O jogo inicia com a exibição da tela título, mostrada na figura abaixo, de onde o jogador pode escolher se deseja começar a campanha, visualizar os créditos ou o conteúdo extra adicionado ao jogo, como a primeira edição do jornal O Paraense ou as referências utilizadas durante o desenvolvimento.

Quer saber mais sobre este jogo pedagógico: leia o artigo, Jogo Educativo Ludico: A Revolta da Cabanagem, disponível em: http://www.larv.ufpa.br/downloads/artigos/jogo_cabanagem/JEEC_2008.pdf

Quer saber mais sobre cabanagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabanagem

olá, amigos ando meio desaparecida… Colocando a vida em dia.  As férias vão chegando, que tal se atualizar um pouco? Quem trabalha com Educação a Distância não pode deixar de ler o livro sobre o Moodle: Estratégias Pedagógicas e estudo de caso. Para quem não conhece o Moodle, é uma plataforma open-source (livre) direcionado para escolas e universidade, utilizado principalmente na Educação a Distancia. Existem diversas outras plataformas, como Eproinfo, Teleduc, Solar, dentre outros, mas o Moodle se destaca por apresentar diversas funcionalidades e principalmente pela facilidade de instalação.  Quer saber mais sobre o moodle? Veja o video produzido pelo governo de São Paulo, abaixo:

ALVES, Lynn; BARROS, Daniela; OKADA, Alexandra (Orgs.) Moodle: estratégias Pedagógicas e Estudo de Caso. Salvador: EDUNEB, 2009, 394p.

Maiores informações, onde comprar e download gratuito no blog do Livro: http://livromoodle.blogspot.com/

Olá amigos, esse texto foi publicado no blog 300, são pessoas que debatem a acerca do software livre em diversas instâncias, inclusive educacional. O texto abaixo defende o uso do SL no contexto educativo e justifica. Vale a pena ler…

Software livre na educação é bom e eu gosto!

Por Frederico Guimarães

Muitas vezes, ao falarmos de software livre em alguns ambientes, as pessoas torcem o nariz. E na escola isso não é diferente. Definições como “difícil”, “voltado para técnicos” ou “foi feito para programadores” são comumente associadas ao software livre. Assim, não é de se estranhar que a simples menção de se adotar esses softwares em escolas provoque calafrios e destrua o sono de muitos professores. Entretanto existe muita confusão, tanto nessas definições quanto nos motivos de temor por parte das pessoas. O software livre hoje é não só uma opção viável para uso em ambientes educacionais como também a única eticamente aceitável. Vejamos porque.

Em primeiro lugar, algumas considerações, para quem ainda tem dúvidas sobre o assunto. Os softwares livre são um contraponto aos softwares proprietários. Estes, como o nome indica, são propriedade de alguém – uma pessoa ou uma empresa – e não podem ser alterados por outros que não seus proprietários. Ou seja, você o utiliza do jeito que ele é, sem poder mudar nada. Isso significa que se o software apresentar qualquer problema, você tem que esperar que seu desenvolvedor o conserte. Mesmo que você saiba a solução, não pode tocar no produto. Além disso, a maioria dos softwares proprietários possuem diversos níveis de restrição de distribuição. Alguns podem ser distribuídos somente pelos seus produtores, através do comércio de suas licenças. Outros até são distribuídos gratuitamente, mas mesmo essa distribuição pode possuir regras restritivas – como, por exemplo, terem seu uso vetado em determinados países. E aqui é bom destacar uma distinção: software gratuito não é sinônimo de software livre. Existem muitos programas que são gratuitos e proprietários. Para ser considerado livre, o software tem que atender a quatro premissas básicas: não possuir nenhuma restrição de uso (nem técnica nem geográfica), ter o seu código-fonte disponibilizado e permitir a alteração e a distribuição desse código.

Outra distinção importante é que software livre também não é sinônimo de GNU/Linux (ou Linux, como é, erroneamente, mais conhecido). O GNU/Linux é um sistema operacional e um dos mais famosos softwares livres. Mas não é o único exemplo. Além disso, nem todo software livre precisa do GNU/Linux para funcionar. Existem vários programas que funcionam sob sistemas proprietários, como o Microsoft Windows ou o MacOS da Apple (o navegador Firefox e o pacote de escritório BrOffice.org são dois exemplos, entre muitos outros).

Mas aí vem a pergunta: por que mudar? Se a maioria das pessoas já utiliza determinado produto, não seria muito mais fácil continuar com o que já existe? Bom, nesse caso, temos que ampliar a discussão para o fato de que as tecnologias, assim como qualquer outra atividade humana, possuem uma ideologia, uma intenção. Ao adotarmos um software que não pode ser livremente manipulado, mas somente utilizado, estamos trabalhando em uma lógica de “software para consumo”. Ou seja, você o adquire, utiliza para aquilo que ele foi planejado e, caso ele não atenda suas expectativas, você adquire outro (ou abre mão do seu uso). Sua interação com o software é passiva: você o utiliza e pronto, nada além disso. Até mesmo alterações mínimas, como a sua tradução, são vetadas. Por fim, todo o conhecimento relativo ao software proprietário pertence à empresa que o desenvolveu. Por exemplo se duas pessoas pretendem produzir, cada uma, um software proprietário para edição de música, ambas terão que partir do zero e produzir trabalhos independentes (com uma duplicação de esforços), pois a natureza do seu licenciamento impede que elas troquem informações sobre seu trabalho.

Já o software livre, pelas suas características, pode ser livremente manipulado. Assim sai-se de uma lógica de consumo (unilateral) para uma lógica “interativa” (bi ou mesmo multilateral) . É comum alguns softwares livres envolverem, em seu desenvolvimento, dezenas, centenas ou até mesmo milhares de colaboradores, espalhados pelo mundo inteiro. Com isso, ele e capaz de atingir um número maior de expectativas e formas de uso, pois pode ser adaptável a cada uma delas. O botão de “Salvar” não está no lugar que você gostaria? Mude-o! A tradução possui um erro? Corrija-a! Essas são algumas possibilidades de interação com o software livre. Ainda nessa lógica de manipulação do código – e usando o exemplo apresentado acima – dois desenvolvedores que trabalhem com software livre podem produzir produtos distintos com muito menos esforço, uma vez que eles podem trocar trechos de código entre si, o que economiza esforço de desenvolvimento. O trabalho passa a ser dividido entre os dois.

Em relação à produção do conhecimento, a distinção entre o software livre e o proprietário é ainda mais significativa. Todo conhecimento produzido com e pelo software proprietário pertence ao seu desenvolvedor. Já o produzido pelo software livre pertence, literalmente, ao mundo. Toda tecnologia desenvolvida sob um licenciamento livre pode ser reutilizada por qualquer pessoa do planeta para ser melhorada ou incorporada a outras tecnologias – que, obrigatoriamente, também tornam-se livres. Isso garante o avanço tecnológico da humanidade como um todo e não somente de determinados grupos/países/ empresas.

Com tudo isso percebe-se que o software livre possui uma forte carga ideológica, que tem muito a ver o ideal das escolas, que é a formação de cidadão críticos e atuantes. Isso porque o software livre estimula a solidariedade, através do seu compartilhamento de código, o engajamento em projetos, através do seu desenvolvimento distribuído, e o respeito às diferenças, ao não fazer distinção das suas formas de uso. Além disso, como o software livre é distribuído livremente, torna-se financeiramente viável a produção de laboratórios de informática. Isso porque, muitas vezes, o custo necessário para a aquisição somente das licenças de uso dos softwares proprietários é o equivalente ao de um computador novo. Ou seja, pode-se utilizar o dinheiro que seria gasto na aquisição de softwares proprietários para comprar mais equipamentos para a escola.

Por fim, existe uma grande variedade de softwares livres para as diversas áreas do conhecimento. Um bom local de consulta da lista de programas disponíveis é o Projeto Classe.. Além dele, uma outra referência é o Projeto Software Livre Educacional. Esse grupo tem por objetivo documentar e traduzir softwares livres voltados para a área educacional. Ele está aberto a participação de voluntários, especialmente pessoas da área educacional.

Portanto, se você quer defender uma educação ética e de qualidade, que tal começar divulgando e defendendo o software livre? Ou ainda faltam motivos pra isso?

Fonte: Blog 300
http://www.trezento s.blog.br/ ?p=3640

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